O Caxias e a loja Ninho do Falcão lançaram no fim de semana dois uniformes retrôs, semelhantes aos usados pelo Falcão Grená nos anos 70.
O técnico da seleção, Luiz Felipe Scolari, que foi zagueiro do Caxias, participou da festa, ao lado de outros ídolos do clube, como o goleiro Bagatini (na foto abaixo, com o atual presidente, Nelso Rech Filho).
Tem uma grená e outra branca. Os uniformes são vendidos pela loja Ninho do Falcão. Não-sócios pagam 132 reais (120 pela baby look). Os sócios têm desconto. Continuar lendo “Linha retrô do Caxias”→
Flâmula do Bayern de Munique agora de Guardiola, supercampeão da Uefa ao vencer o Chelsea de Mourinho nos pênaltis, depois de ficar duas vezes atrás no placar, em Praga. Na prorrogação, só empatou no último chute. Talvez tivesse vencido nos 120 minutos, se não fosse o super Cech. Emoção. Assim que é bom.
O estádio da Luz, catedral para os adeptos do Benfica, vai receber a final da Liga dos Campeões 2013-2014, em 24 de maio do ano que vem. Até lá, um longo e tortuoso caminho, a começar pela fase de grupos. Confira as pedreiras para o(s) seu(s) time(s) favorito(s) na Europa, a partir de 17 e 18 de setembro, grupo a grupo. Continuar lendo “Os grupos da Champions… a caminho de Lisboa.”→
“Fluminense Football Club: Um Século de Uma Vitrine Esportiva”
Livro sobre o tri estadual 83/84/85
Dica do Sérgio Duarte, do programa Rock Flu. O Fluminense vai ser o primeiro clube de futebol a ter um estande na Bienal do Livro, no Riocentro, que começa nesta quinta-feira e vai até 8 de setembro. Lá no estande tricolor, vão rolar lançamentos, relançamentos, homenagens e bate-papos com jornalistas e escritores (programação completa no site do clube).
Decisão é (quase) sempre assim. Nervos à flor da pele, jogadores à beira de um ataque de nervos, jogo truncado, muitas faltas, marcadas, inventadas e não marcadas.
Se faltou gol, não faltou luta na decisão da Supercopa espanhola entre o poderoso Barcelona (ainda se acertando com Tata Martino) e o bravo Atlético de Madrid de Simeone. E apesar do domínio de bola do Barça, o Atleti teve algumas das mais cristalinas chances com bola rolando, paradas pelo goleiro do Barça. Não é à toa que o site do diário esportivo “As”, de Madri, manchetou: “A Supercopa de Valdés”. Pena que o “portero” blaugrana não apareça no banner divulgado pelo clube nas redes sociais (abaixo). Merecia.
Achei legal que o Daniel Alves não entrou na pilha do seu conterrâneo Filipe Luís e ao invés de revidar mais asperamente às entradas violentas, jogo bola. Parabéns aos brasileiros do Barça. O gol de empate Neymar no Vicente Calderón acabou sendo o gol do título. Continuar lendo “A primeira Supercopa de Neymar e Tata Martino.”→
No momento de muitas dificuldades, a torcida do São Paulo parece que abraçou o time, esqueceu a divisão política (pró e contra Juvenal Juvêncio) e fez jus ao slogan #3Cores1SóTorcida (os jogadores do São Paulo entraram em campo com a camiseta dessa campanha, no clássico tricolor do domingo). Claro que a ‘liquidação’ de ingressos deu uma bela ajuda. Mas o fato é que a torcida voltou ao Morumbi, que de tão grande, deveria não abrir para públicos inferiores a 30 mil pessoas. Hoje, foi sold out. Casa cheia. 55.256 pagantes. Continuar lendo “Clube da fé”→
Os uniformes dos centenários de clubes do Brasil e do exterior foram o tema do 10º Encontro de Colecionadores de Camisas de Futebol, no foyer do Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu. Várias dessas camisas ficaram penduradas nos varais – as fotos estão no slideshow acima.
Camisas comemorativas dos primeiros 100 anos de clubes brasileiros são o forte da coleção de Luiz Domingos Romano. Como a do Guarany de Bagé, que seu Luiz mostra, na foto abaixo.
Luiz Domingos Romano (vestido com camisa do Real Bétis) e o uniforme do centenário do Guarany de Bagé. A primeira do varal, à esquerda, é a do XV de Campo Bom.
Outra coleção de respeito é a de Hamilton Kuniochi, que publica o Manto Juventino, “o blog da camisa do Juventus” – que já foi personagem de um post do blog Futebol de Campo. Ele levou parte das dezenas de camisas do simpático clube grená da Mooca para o encontro. No varal, uma das preferidas de Hamilton é a camiseta 5, de 1972, usada e autografada pelo volante Brida. Sensacional.
O jornalista Igor Ramos lançou ontem, em Ribeirão Preto, um livro sobre um dos clássicos mais tradicionais do interior paulista: “Come-Fogo – Tradição e Rivalidade no Interior do Brasil”.
Quem teve acesso aos livros anteriores de Igor Ramos, sobre o Botafogo e sobre o Comercial, já pode imaginar a qualidade do material.
Parabéns ao autor e aos torcedores da Pantera e do Leão. Viva o Come-Fogo! Continuar lendo “Um livro sobre o Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto.”→