Djalma Eterno

Divulgação | http://www.palmeiras.com.br/
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Muito bacana a homenagem do Palmeiras para o ídolo Djalma Santos, lateral direito bicampeão do mundo pela seleção em 1958 (ainda era da Lusa) e 62 (já no Palmeiras). O alviverde não só entrou em campo como jogou a partida deste sábado contra o Guaratinguetá com esta camiseta branca, com o rosto do bicampeão e a inscrição “Obrigado, Djalma”. Nas costas, o nome do jogador, que esta semana entrou para a seleção do Céu.

A Portuguesa também entrou em campo na rodada de sábado com homenagem ao seu campeão, com a hashtag #DjalmaEterno na camisa.

https://www.facebook.com/portuguesaoficial
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* 1971 * O(s) Ano(s) do Galo * 2013

_ Galooo!
É praticamente impossível passar um tempo em Belo Horizonte sem ouvir esse grito, às vezes do nada.
Imagine nesta semana em que o Atlético ganhou de forma indiscutível sua primeira Copa Libertadores. Indiscutível barra emocionante barra épica!

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Antes da estranha e política unificação dos títulos nacionais, que misturou campeonatos e copas, o Atlético Mineiro era considerado o campeão do primeiro Brasileirão. Em “1971 – O Ano do Galo”, o jornalista Marcelo Baêta relata essa campanha, de um Galo comandado por Telê Santana. Pé frio? O mestre foi campeão brasileiro no começo da carreira! E resolveu pagar uma promessa com uma caminhada de quase 80 quilômetros entre Belo Horizonte e Congonhas do Campo, interior de Minas Gerais. Só que não. O mestre não conseguiu completar o percurso a pé, não. Também está na linda biografia de Telê escrita por André Ribeiro, “O Fio de Esperança”.
Dizem por aí que alguns torcedores estão terminando de pagar, agora em 2013, a promessa que o mestre Telê inventou em 1971… De BH a Congonhas do Campo!

E não é pra menos. Tem mais é que agradecer a graça alcançada, mesmo,  conquistar essa pantera… Libertadores, sua linda! Obscuro objeto do desejo não só de Luís Buñuel como de todos os sul-americanos. Na primeira fase, o “Galo Doido” tocou um metal arrasa-quarteirão. Venceu o São Paulo (campeão da Sul-Americana 2012) no Horto, goleou duas vezes o Arsenal (campeão do Clausura 2012 na Argentina) , superou o Strongest outras duas vezes, só perdeu para o São Paulo no Morumbi quando a classificação e a melhor campanha já estavam garantidas.
Nas oitavas, o Galo atropelou o confuso São Paulo de Ney Franco, que entrou em crise que parece interminável.
Nas quartas, o imponderável começou a entrar em campo. Na partida de ida, no México, o Tijuana saiu na frente, chegou a abrir um confortável 2×0, mas o Galo empatou. O Atlético e um ofensivo Tijuana empatavam em 1×1 na partida de volta, no Horto, o que dava a classificação para o Galo. Pênalti para o Tijuana no finalzinho do jogo. Se convertido, teria o peso de um “gol de ouro” para os mexicanos, morte súbita para os mineiros. A defesa que elevou o goleiro Victor a categoria de santo valeu como um goooooolllllll!!!!!!!!
Semifinais: em Rosário, o Newell´s de Gerardo Tata Martino (agora o novo técnico do Barcelona) fez 2×0. Você pensa: ferrou para o Galo. Qual o quê? No jogo do Yes We C.A.M., Bernard marcou logo. Aí você pensa. Vai ser mais fácil do que se esperava. Qual o quê? O segundo gol, que levava a partida para os pênaltis, só saiu nos acréscimos. Jô e Richarlyson isolaram… mais os argentinos também desperdiçaram… e Victor operou o segundo milagre! Na primeira partida da final, no Paraguai, R10 pouco jogou. O Galo parecia contente com 0x1, aí tomou o segundo gol nos últimos instantes. O mosaico da torcida do decano Oimpia – “El Rey de Copas quiere la quarta [Copa Libertadores] – parecia mais real que mosaico 3D de time alemão.
Só que a massa atleticana disse “Eu Acredito” e lotou não o Horto, mas o Mineirão, que comporta o triplo de crédulos. Os gols saíram no segundo tempo… Jô logo no começo da etapa final. E quando Leonardo Silva marcou o segundo, parecia que o terceiro era questão de tempo. Qual o quê? Cuca, Alexandre Kalil e o grito de Galooooooo tiveram que esperar mais 30 minutos de prorrogação e os pênaltis. Ô boca a minha no Twitter: “Hora de Victor entrar em ação”.

  • Essa saga – a história louca do Galo campeão da Libertadores 2013, que deixou o técnico lelé da Cuca na beira do gramado, festejando como ‘jogador’ de video-game – será muito melhor contada, com muito mais informação, detalhes e graça no livro que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting estão escrevendo. Vai se chamar “Nós Acreditamos” e deve sair pela BB Editora em agosto.

Hoje é aqui!

Foto RODRIGO LIMA  | Portal da Copa | dez.2012
Foto RODRIGO LIMA | Portal da Copa | dez.2012

Pela terceira vez, o Mineirão recebe a última partida de uma Libertadores – a primeira com o Atlético. O Olimpia sai com uma vantagem de 2×0, ampliada no último minuto da partida de ida, no Defensores del Chaco. O Galo, se não conta com o papo de “caiu no Horto, tá morto”, terá a maioria das quase 65 mil vozes. Quem leva a melhor? O Rey de Copas, que quer a quarta taça, como dizia o imenso mosaico em Assunção? Ou o “Yes, We C.A.M.“da torcida do Clube Atlético Mineiro, que também deve ter mosaico? Veremos, a partir de 22h.

Uniforme 3 do Ceará

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Eis a nova camisa nº 3 do Ceará, que faz parte da Coleção Raízes da Penalty, lançada no Dia Nacional do Futebol (já usada na visita ao Bragantino). O objetivo é homenagear o time campeão Liga Cearense Metropolitana de Futebol em 1915 – título só reconhecido em 2008. Assim, o Vozão passou a ser pentacampeão cearense entre 1915 e 1919. Eta volta olímpica tardia! Pelo menos, os heróis do título de 1915 ganharam uma homenagem na parte interna do uniforme, que reproduz o primeiro distintivo do Ceará Sporting Club. Veja mais dentro do post. Continuar lendo “Uniforme 3 do Ceará”

Camisa nº 3 do Figueirense

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Na rodada deste fim de semana da Série B, o Figueirense estreou seu novo terceiro uniforme, lançado no Dia Nacional do Futebol, na Coleção Raízes da Penalty. É uma homenagem à camisa de 1921, ano de fundação do Figueira. No tecido, de cor crua, se destacam o primeiro distintivo do então Figueirense Foot Ball Club e as primeiras logomarcas dos (muitos) patrocinadores. Continuar lendo “Camisa nº 3 do Figueirense”

Terceira camisa do Náutico

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O Náutico deve estrear na partida numa das próximas rodadas do Brasileirão, o seu novo uniforme 3, da Coleção Raízes da Penalty. Segundo o fabricante, o objetivo dessa cruz foi fazer uma referência à bandeira inglesa. Ah, bom! Quando o Timbu aderiu ao futebol, em 1909, o time era formado basicamente por ingleses, citados na parte interna da camisa. Continuar lendo “Terceira camisa do Náutico”

Terceiro uniforme do Santa Cruz

FOTO Luiz Pires VIPCOMM
FOTO Luiz Pires VIPCOMM
FOTO divulgação Penalty | Vipcomm
FOTO divulgação Penalty Vipcomm

Na Coleção Raízes, a Penalty lançou no Dia Nacional do Futebol (19 de julho) a nova camisa nº 3 do Santa Cruz. Segundo o site CoralNet, que tem tudo sobre o Santinha, o tricolor do Arruda usará este belo uniforme no outro domingo, 28 de julho, na partida contra o Baraúnas, pela série C do Brasileirão.

De acordo com o fabricante, o escudo desse modelo lembra as iniciais de um distintivo usado pelo Santa nos anos 40 e 50. E na parte interna, aparece a inscrição  “tuas vitórias de hoje nos lembram vitórias do passado”, parte do frevo “O Mais Querido”, de Capiba, 1957. Acredito que vá fazer muito sucesso. O pessoal de Pernambuco é muito fiel aos seus clubes e  no meu rolê pela Arena Pernambuco pude perceber que os torcedores adoram uniformes diferentes e também os que remetem ao passado. Confira os detalhe do novo terceiro do quase centenário Santa Cruz, dentro do post. Continuar lendo “Terceiro uniforme do Santa Cruz”

Nova linha retrô do São Paulo: tributo a Leônidas da Silva, o eterno diamante

Bonitinha! A viúva do artilheiro Leônidas da Silva, no lançamento das camisas FOTO Luiz Pires VIPCOMM
Bonitinha! A viúva do artilheiro Leônidas da Silva, no lançamento das camisas FOTO Luiz Pires VIPCOMM

Depois da horrorosa camisa “vermelha” que chegou a ser usada como uniforme 3 do tricolor nas quartas de final do Paulistão 2013, a Penalty acertou com a linha retrô do São Paulo em homenagem aos 100 anos do nascimento do homem-borracha, Leônidas da Silva. A viúva do artilheiro, Albertina Santos, participou da homenagem. Bacana demais. São três uniformes relativos aos quase 10 anos em que Leônidas foi o homem-gol são-paulino, entre 1942 e 1950 (ganhou 5 títulos paulistas: 43, 44, 46, 47, 49. O uniforme 1, o 2 e um de goleiro (esse, meio feioso). Todos têm gola polo, distintivo vintage (iniciais S.P.F.C. com pontos), costurado, e as marcas dos atuais patrocinadores também ganham jeito retrô. Lógico que em 1942 não havia logomarcas de patrocinadores nos uniformes, mas vale a brincadeira (se tivesse patrocínio nos anos 40, possivelmente poderia ser o chocolate Diamante Negro ou outro produto anunciado por Leônidas, que  era bom garoto-propaganda – o primeiro craque midiático brasileiro, como mostra o livro O Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva, de André Ribeiro). As camisas da Coleção Raízes do “S.P.F.C” já estão nas lojas. Confira os detalhes.

FOTO divulgação Penalty | Vipcomm
FOTO divulgação Penalty | Vipcomm

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Camisa do Vasco da Gama em homenagem ao heroico português.

Foto LUIZ PIRES | Vipcomm
Foto LUIZ PIRES | Vipcomm

Já a camisa do Vasco na Coleção Raízes da Penalty não é bem um uniforme retrô, mas uma interessante homenagem ao navegador português que batiza o clube da Colina. Mapas, brasão, texto de carta de Vasco da Gama para o rei de Portugal em 1498 são alguns dos detalhes, que você vê abaixo. Continuar lendo “Camisa do Vasco da Gama em homenagem ao heroico português.”