De Springsteen a Aerosmith e Guns, os shows no Parque Antarctica e Allianz Parque.

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Não é de hoje, com todo o conforto do Allianz Parque, que a praça de esportes mais antiga da capital paulista abre as portas para os shows. Em suas últimas três décadas, o Parque Antarctica – o simpático Palestra Itália – também recebeu muitos roqueiros e sambistas. Aproveito a segunda passagem dos americanos do Aerosmith pelo estádio do Palmeiras, a primeira na ‘era Allianz’, para uma relação (certamente não completa – correções são bem vindas) dos shows neste Parque do rock! Este post não seria possível sem a colaboração de Bruno Alexandre, que foi historiador do Palmeiras, e Fábio Finelli, da assessoria de imprensa Press FC. Grazie!

FEAR OF THE DARK: Bruce Dickinson ainda com cabelão no primeiro show do Iron Maiden no estádio do Palmeiras, em 1992. Foto de SERGIO CAFFÉ, especial para o fanzine HEADLINE | acervo do blog FutPopClube.
FEAR OF THE DARK: Bruce Dickinson ainda com cabelão no primeiro show do Iron Maiden no estádio do Palmeiras, em 1992. Foto de SERGIO CAFFÉ, especial para o fanzine HEADLINE | acervo do blog FutPopClube.

ERA PARQUE ANTARCTICA Continuar lendo “De Springsteen a Aerosmith e Guns, os shows no Parque Antarctica e Allianz Parque.”

Não faltam estádios para turnês como a do Pearl Jam, que volta em novembro/2015.

O segundo show do PEARL JAM no Morumbi, em 2011: uma aula de rock! https://colunademusica.wordpress.com/2011/11/05/pearl-jam-morumbi-sao-paulo-04112011-aula-de-rock/
O segundo show do PEARL JAM no Morumbi, em 2011: uma aula de rock! https://colunademusica.wordpress.com/2011/11/05/pearl-jam-morumbi-sao-paulo-04112011-aula-de-rock/


Aí, sim!

O Pearl Jam anunciou as datas da sua Latin American Tour, que baixa por aqui em novembro 2015. Os cinco em estádios de futebol – três deles usados no Mundial 2014.

  • 11 de novembro – Porto Alegre – primeiro megashow de rock na Arena do Grêmio.
  • 14/11 –  S. Paulo – o Pearl Jam volta ao Morumbi, quatro anos depois de 2 shows no estádio!
  • 17/11 – Brasília – Estádio Nacional Mané Garrincha.
  • 20/11 – Belo Horizonte – Mineirão.
  • 22/11 – Rio de Janeiro – o PJ estreia no Maracanã.

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Leeds United, Lollapalooza e Kaiser Chiefs

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Distintivo do Leeds United, time de coração dos caras da banda Kaiser Chiefs, um dos destaques dos três dias de rock do bom no festival Lollapalooza Brasil, que rolou neste fim de semana em São Paulo (meus pitacos sobre o show do Kaiser Chiefs estão aqui ó). O Leeds está na segunda divisão inglesa, mas tem tradição e títulos (3 da 1ª divisão, 1 Copa da Inglaterra, 1 Copa da Liga Inglesa, 1 Supercopa). Continuar lendo “Leeds United, Lollapalooza e Kaiser Chiefs”

Três atacantes

É melhor jogar com dois ou três atacantes? No mundo do rock, o Foo Fighters escala três guitarristas. E como o Barça e o Real Madrid  são fábricas de gols, a banda do roqueiro Dave Grohl (ex-Nirvana) fabrica um monte de hits cantados em massa – E ótimos riffs, as frases de guitarra. Veja os meus pitacos sobre o showzão do FF no Lollapalooza na Coluna de Música do Fut Pop Clube.

Zazueira

JORGE BEN JOR E A BANDA DO ZÉ PRETINHO
Via Funchal, São Paulo, 9/03/2012
Coluna de Música do Fut Pop Clube

Gosto de ver sempre os shows de determinados artistas. Manu Chao. Buddy Guy. Metallica. Pearl Jam, por exemplo. São sempre diferentes do da véspera ou de anos anteriores e cheios de enegia, mesmo que eventualmente repitam o set-list. Jorge Ben Jor é um deles. Não tem duas semanas que vi o segundo show do Circo Voador (confira como foi no post anterior). Nesta sexta, vi de novo, em Sampa. Ingresso de pista 20 reais mais caro do que o do Rio, o que costuma acontecer. Casa lotada! Fila para pegar ingresso comprado via internet. No caminho, vi o carro de uma moça com um adesivo gigante de São Jorge, igual ao das costas da camisa com que Ben Jor entrou no palco. Era noite de Jorge. Chega de nariz de cera e vamos ao show. Foram mais de duas horas de clássicos do samba-rock – com muitas pitadas de funk e reggae – e vários hits apresentados um colados no outro, em formato de medley,

  • Eu Vou Torcer (de Tábua de Esmeralda) abriu o show.
  • Comanche
  • A Banda do Zé Pretinho 
  • Santa Clara Clareou / Zazueira / A Minha Menina
  • em seguida, veio uma levada reggae (acho que foi Zumbi)
  • Bebete Vãobora
  • Que Maravilha / Magnólia
  • Ive Brussel (que refrão!)
  • Engenho de Dentro
  • O Homem da Gravata Florida (público acompanha na palma da mão)
  • País Tropical / Spyro Gyro (dobradinha sempre sensacional)
  • Do Leme ao Pontal, cover do “síndico” Tim Maia, colada em W/Brasil (Chama o Síndico), que foi cantada em coro por uma plateia em parte formada por uma molecada que sequer engatinhava quando esse hit explodiu.

Depois de uma hora e dez de show, um intervalo de cinco minutos, “para afinar as guitarras”. Ben Jor voltou todo de branco e o BIS começou com: Continuar lendo “Zazueira”

Do Queen aos Stones e Sabbath: os shows do Morumbi, roqueiro cinquentão.

JOÃO R 01-09-13 - 00002Atualizado em 2015

O U2 entra no gramado, digo, no palco, em abril de 2011!

O Rock in Rio I marcou de vez a entrada do Brasil no circuito de festivais, em 1985. Mas não dá para falar da história dos megashows no país sem lembrar da passagem de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor pelo Morumbi, em março de 1981. O coro da galera em “Love of My Life” virou parâmetro para a banda. Continuar lendo “Do Queen aos Stones e Sabbath: os shows do Morumbi, roqueiro cinquentão.”

Moraes Moreira: Jogando por Música

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Capa do LP “Pintando o Oito”, que inclui “Saudades do Galinho”

Muito bom o show Jogando por Música, que o Moraes Moreira leva no Sesc Vila Mariana até este domingo de oitavas de final da Copa, às 18h. É olha que é só ele,  voz e violão.  Moraes não nega que é Flamengo, como mostra a capa ao lado, do LP “Pintando o Oito”, que alguém poderia relançar em CD e por que não, em vinil. Toca “Samba Rubro Negro” (Wilson Batista e Jorge de Castro), “Saudades do Galinho”, composta quando Zico foi vendido para a Udinese, “Despedida do Galinho”, feita quando o camisa 10 da Gávea pendurou as chuteiras (“Vitorioso Flamengo” ficou no banco de reservas).
Mas o show -parte de uma programação sobre futebol do Sesc Vila Mariana- teve novidades. No palco, Moraes disse que nos últimos tempos começou a torcer para um segundo time. O Santos. E mostrou uma inédita: “Outros Pelés”, sobre os novos Meninos da Vila. No meio da nova cação,  incluiu um trecho de “1×1”, clássico do repertório de Jackson do Pandeiro. Show.
No set-list do espetáculo Jogando por Música desta sexta-feira, outras canções que cantam futebol, de alguma maneira: “Só Se Não For Brasileiro Nessa Hora” (dos tempos de Novos Baianos), “Sangue, Suingue e Cintura”, dedicada à Seleção de Telê na Copa de 1982, “Espírito Esportivo”, “O que é o que é”, “Nega Manhosa” (de Herivelto Martins), “Meninas do Brasil” (parceria com Fausto Nilo) e “Onde que Fica a África”, feita para Copa do Mundo 2010. O público acompanhou a nova melodia. E olha que “Brasil Campeão” (parceria com Pepeu, feita para a Copa de 1990) não foi relacionada.

Há uma canção sobre Elza Soares, a mulher da vida de Garrincha, com letra muito boa.
O público canta junto clássicos do repértorio dos Novos Baianos e da carreira-solo de Moraes: “Lá Vai o Brasil Descendo a Ladeira”, “Brasil Pandeiro”, “Preta Pretinha”, “Besta é Tu”. Em homenagem às festas de São João, “Festa do Interior”. Seguidinha por “Pombo Correio” e a doce “Sintonia. Demais. Gostaria de ver o set-list? Aproximado, ok?
Continuar lendo “Moraes Moreira: Jogando por Música”