Coleção Meu Time do Coração

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meu_pequeno_tricolormeu_pequeno_palmeirensemeu_pequeno_rubro_negromeu_pequeno_corintianomeu_pequeno_juventudistaDia das Crianças chegando… e você não tem ideia do que dar de presente para o pequeno torcedor? Olha aí a coleção Meu Time do Coração, da editora Belas Letras. Já saíram livros sobre São Paulo, Grêmio, Vasco, Inter, Fluminense, Palmeiras, Flamengo, Corinthians e Juventude. O preço até que é em conta: R$19,90. Continuar lendo “Coleção Meu Time do Coração”

Roberto Dias

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM SETEMBRO DE 2009
DIAS Pontes EditoresO zagueiro e médio-volante Roberto Dias aparece na maioria das listas dos melhores jogadores da história do São Paulo, como a do livro do Arnaldo Ribeiro.  A biografia Dias – A Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960 (Pontes Editores),  escrita por Fábio Matos, mostra a importância do zagueiro habilidoso, considerado por Pelé seu melhor e mais leal marcador –  “era inteligente e sabia marcar sem fazer faltas”, disse o Rei ao Estadão, em 2005. Roberto Dias, esse zagueiro, é considerado o único grande craque que defendeu o Tricolor do Morumbi enquanto o estádio era concluído. Continuar lendo “Roberto Dias”

“Didi – O Gênio da Folha-Seca”

Livro DidiAcabou a sopa deles. Agora é a nossa vez. Vamos encher a caçapa desses gringos de gols! Aqui dentro da casa deles mesmo.

A frase está no livro Didi, o Gênio da Folha-Seca . Você que se interessa pela história das Copas ou pela história do Penta já deve ter visto a imagem. Logo depois que os suecos abriram o placar na grande final da Copa de 58, o então camisa 6 da Seleção Brasileira pega a bola na defesa, levanta a poeira e comanda a volta por cima. O resultado você sabe: Brasil 5 a 2. A taça do mundo era nossa pela primeira vez. A biografia do melhor jogador da Copa 58, muito bem escrita pelo jornalista Péris Ribeiro (lançado em 2009). Comecei pelo capítulo que aborda a polêmica passagem de Didi pelo Real Madrid (no currículo, o “príncipe etíope” já era campeão carioca de 51 pelo Flu e de 57 pelo Botafogo, do Pan-Americano de 52 e da Copa de 58  pela Seleção). Continuar lendo ““Didi – O Gênio da Folha-Seca””

12 camisas clássicas

Publicado em 21/09/2009
história das camisasUm dos hits do blog é o post sobre o livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do País (Panda Books), do administrador de empresas Paulo Gini, colecionador de uniformes raros, e do jornalista Rodolfo Rodrigues. Obra que atrai olhares de quem se interessa pela evolução das camisas dos grande times nacionais, de 1902 a 2009. Pena que como o livro é todo colorido (e isso tem custo alto), o preço é um pouco salgado – tipo dois ingressos de arquibancada. Mas o leitor terá uma obra para consultar e se divertir com filhos, netos, sobrinhos… A pedido do Fut Pop Clube, o Paulo Gini escolheu 12 uniformes clássicos presentes no livro. Um de cada time abordado: da dupla Gre-Nal aos grandes de Minas, Rio e São Paulo. Clique para ver. Continuar lendo “12 camisas clássicas”

Embolou

Apenas oito pontos separam o primeiro do décimo na Série A. No Dia do Palmeiras (foi em 20 de setembro de 1942 que o Palestra Itália mudou de nome para Palmeiras), o torcedor alviverde comemorou o empate do Santo André contra o São Paulo em Ribeirão Preto. Menos mal para os colorados, que sábado esbarraram em mais uma boa atuação do Vitória, de Viáfara e Ramón (10º lugar, com 36 pontos).

Júnior César fez mais uma assistência. FOTO divulgação VIPCOMM
Júnior César fez mais uma assistência. FOTO divulgação VIPCOMM

Palmeiras e São Paulo somam 44 pontos, mas o alviverde tem maior saldo de gols e ainda joga contra o Cruzeiro quarta-feira no Mineirão.

Rodada boa mesmo para Goiás, que fez 4 a 1 no Corinthians com Ronaldo e tudo em pleno Pacaembu e voltou ao G4; para o Grêmio, que humilhou

Fla: 3 golaços a zero. FOTO Pedro Quirilo/VIPCOMM
Fla: 3 golaços a zero. FOTO Pedro Quirilo/VIPCOMM

o Flu no Olímpico e subiu para o 6º lugar, 39 pontos; e para o Flamengo, que goleou o Coritiba no Maraca, com mais um show da dupla Pet e Adriano e atingiu o 8º posto com 37 pontos. A “turma do primeiro andar” que abra o olho.

Um museu tricolor

Homenagem do site oficial do tricolor (www.saopaulofc.net) aos 50 anos do título mundial do pugilista Eder Jofre, campeão na categoria peso galo em 18/11/60 pela Associação Mundial de Boxe

Atualizando em 18/11/2010: nos 50 anos do primeiro título mundial do pugilista Eder Jofre, atleta e torcedor do São Paulo Futebol Clube, o site do tricolor paulista prestou homenagem, com essa imagem acima na home page e um perfil do campeão. Parabéns, champ!

FOTOS SCAN COLOR -0006 L-RESUma dica de passeio para o torcedor tricolor é o Memorial do São Paulo F.C., inaugurado em 1994, dentro do estádio.

Campeões MundiaisLogo de cara, o Memorial faz homenagem aos atletas tricolores que foram campeões mundiais pela Seleção Brasileira: De Sordi, Mauro e Dino Sani (1958), Bellini e Jurandir (62), Gérson (70), Zetti, Muller e Leonardo (94), Cafu (94 e 2002), Rogério Ceni, Belleti e Kaká (2002) – além do treinador Vicente Feola, campeão do mundo em 58.

Grandes ídolosSPFC é São Paulo Futebol Clube, claro, mas atletas tricolores também foram grandes campeões em outras modalidades. Como Eder Jofre (campeão mundial de boxe) e Adhemar Ferreira da Silva (1927-2001), bicampeão olímpico no salto triplo nos Jogos de 1952 (Helsinque) e 56 (Melbourne, já como atleta

do Vasco). Adhemar e Eder Jofre estão na galeria dos grandes ídolos da história do São Paulo, assim como o craque Leônidas da Silva, o “homem de borracha”, o eterno Diamante Negro, artilheiro da Copa de 38, que jogou no São Paulo na década de 40.

En 1º plano, o sapato de pregos usado por Adhemar, na Olimpíada de Helsinque. É ouro, Brasil!
En 1º plano, o sapato de pregos usado por Adhemar, na Olimpíada de Helsinque. É ouro, Brasil!

As duas estrelas douradas do escudo tricolor representam os dois recordes mundiais de Adhemar no salto triplo – 16m22 em 1952 e 16m56 no Pan do México, em 1955.

À esquerda, luvas e calção usados na luta que deu Mundial peso pena a Éder Jofre em 73. O cinturão do canto direito é do Mundial peso Galo, 1961
À esquerda, luvas e calção usados na luta que deu Mundial peso pena a Éder Jofre em 73. O cinturão do canto direito é do Mundial peso Galo

É claro que as conquistas tricolores no futebol são muito lembradas, com troféus desde as origens do clube, na década de 30. Está no Memorial a taça do Paulistão de 1931, conquistado pelo São Paulo da Floresta. E como eram gigantescas as taças do Paulistão nas décadas de 80, 90… Ou os troféus dados aos vencedores de torneios espanhóis como Ramón de Carranza e Teresa Herrera…

as copasClaro que os seis campeonatos Brasileiros,  as Libertadores, os Mundiais e as Recopas estão em destaque.

maiores ídolos

Tem camisas históricas, medalhas de vários esportes, troféus gigantescos como alguns torneios espanhóis de verão tipo Ramón de Carranza e Teresa Herrera e certas edições do Paulistão… ou pequeninas como os dos Brasileiros de 77, 86 e 91 – a polêmica “taça das bolinhas”.

A tal "taça das bolinhas"
A tal “taça das bolinhas”

A visita ao Memorial agora faz parte do roteiro do programa Passaporte FC. Informações sobre visitas ao Memorial com a Passaporte FC através do telefone: (11) 3739.5222 ou pelo e-mail: atendimento@passaportefc.com

 

Leia também:

 

Um Brasileirão de livros

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SPFCcamisa13

Última rodada das dicas de livros recomendados pelo colecionador Domingos D´Angelo, criador do MemoFut, grupo que estuda memória e literatura de futebol.
Hoje, só livros sobre clubes de futebol. Muitos são das coleções Camisa 13, da Ediouro, e Ídolos Imortais, da Maquinária.
Com a palavra, Domingos D´Angelo: “Sobre clubes, temos os livros da Editora DBA que ainda consegue se encontrar”.
Corinthians, Paixão e Glória, do jornalista Juca Kfouri.

Palmeiras, a Eterna Academia, do jornalista Alberto Helena Júnior.

São Paulo- Saga de um Campeão, do escritor Ignácio de Loyola Brandão.

Santos, um Time dos Céus, de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta.

“E os dois da Editora Mercado Aberto, do Ruy Carlos Ostermann”.

Até a Pé Nós Iremos – Grêmio

Meu Coração é Vermelho – Sport Club Internacional

“Não se pode esquecer a coleção Camisa 13, inicialmente da DBA e agora da Ediouro. São 12, faltou o do Vasco.”

Corinthians – É preto no branco, de Washington Olivetto e Nirlando Beirão.

Páginas Heróicas-Onde a imagem do Cruzeiro Resplandece, de Jorge Santana.

Bora Bahêeea! – A História do Bahia Contada Por Quem a Viveu, de Bob Fernandes.

Atlético Mineiro – Raça e Amor – 2ª edição, de Ricardo Galuppo, pela Ediouro.

Botafogo – Entre o Céu e o Inferno, do jornalista Sérgio Augusto, pela Ediouro.

Flamengo-O Vermelho e O Negro – 2ª edição do jornalista e escritor Ruy Castro, Ediouro.

FluCamisa13Fluminense – A breve e gloriosa história de uma máquina de jogar bola, do jornalista e produtor musical Nelson Motta.

Grêmio – Nada pode ser maior, de Eduardo Bueno.

Internacional – Autobiografia de uma paixão, de Luis Fernando Veríssimo.

Palmeiras – Um Caso de Amor – 2ª edição, do escritor Mario Prata.

Santos – Dicionário Santista – 2ª edição, de José Roberto Torero, Ediouro.

são paulo ediouro.com.brSão Paulo-Dentre os Grandes És o Primeiro, de Conrado Giacomini [imagine se o Marco Aurélio Cunha escrevesse um livro sobre o tricolor. É mais ou menos por aí].

“Numa mistura de biografias e clubes, temos a coleção recente da editora Maquinaria, Ídolos Imortais”.

Os Dez Mais do Flamengo, de Roberto Sander.

Os Dez Mais do Corinthians, de Celso Unzelte [leia post anterior].

Os Dez Mais do Palmeiras, de Mauro Beting [leia post anterior].

Os Dez Mais do Fluminense, também de Roberto Sander. [leia mais – acaba de sair o volume sobre os craques do Internacional. Vem aí os do São Paulo e do Botafogo]

PentaTri-A história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo (leia trecho), de Paschoal Ambrósio Filho, também é da Maquinária.

“Sobre clubes, os dois mais recentes foram escritos pelo Orlando Duarte”.

Corinthians o Time da Fiel, de Orlando Duarte e João Bosco Tureta, pela Companhia Editora Nacional.

Palmeiras – O Alviverde Imponente, de Orlando Duarte, também pela Companhia Editora Nacional.

LEIA MAIS DICAS DE Domingos D´Angelo:

Copa de Livros.

Seleção de livros sobre o escrete canarinho.

Biografias e mais biografias.

Lugar marcado no estádio

Dagol + Hugol FOTO Bruno Miani/VIPCOMM
Dagol + Hugol FOTO Bruno Miani/VIPCOMM

Na agradável tarde/noite deste sábado, fiz o meu primeiro “test-drive” do setor Visa do Morumbi, o estádio mais falado da semana. O torcedor cadastradro no projeto Futebol Card passa o cartão de crédito na catraca eletrônica e com ele passam tantas pessoas quanto ingressos ele comprou, pela internet. Ganha um canhoto com o(s) lugar(es) reservado(s) e depois da dica de orientadores, chega ao espaço marcado. Custa ter isso em todo o estádio, em todos os estádios? Os organizadores dão um pouco mais de conforto e tranquilidade ao torcedor… e pronto: você vê ainda mais famílias e muitas mulheres mais  nas arquibancadas (agora chamadas cadeiras especiais). Ou seja, neste setor, lugar marcado funciona.

Sí, si puede. Sim, se pode fazer jogo de Copa do Mundo nos nossos maiores estádios que já estão prontos – e que vão continuar sendo usados toda semana depois da Copa de 2014, não esporadicamente, num jogo de Seleção ou excursão do Flamengo. É claro que o Morumbi necessita urgentemente de estacionamentos. E os banheiros precisam melhorar muito. Algo por exemplo em que o Maracanã está melhor servido. Aliás, estive no Maraca em 2007, no Pan, e este ano. Não vejo necessidade de grandes obras dentro do estádio. A reforma feita para o Pan foi 10, mesmo.

PITACOS SOBRE  SÃO PAULO 2X0 AVAÍ ESTÃO DENTRO DA PÁGINA. Continuar lendo “Lugar marcado no estádio”

Oscar, na Copa de 86

Camisa 3 da Seleção, usada por Oscar em 86. Coleção de Paulo Gini.
Camisa 3 da Seleção em 86: Oscar. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Oscar na Copa de 86. Coleção de Paulo Gini
Camisa de Oscar na Copa de 86. Coleção de Paulo Gini

Camisa 3 da seleção de uniformes raros do colecionador Paulo Gini… e da seleção brasileira de Telê Santana que disputou o Mundial de 86, no México. Oscar, então zagueiro do São Paulo, ficou na reserva. Os titulares da zaga eram Júlio César e Edinho. O Brasil venceu Espanha, Argélia, Irlanda do Norte, goleou a Polônia nas oitavas, mas caiu no jogo seguinte, diante da França, nos pênaltis…
Veja camisas clássicas do São Paulo e outros 11 times, escolhidas por Paulo Gini.

Clique para ver camisa de Oscar no São Paulo, em 1985, que pertence a um amigo do blog. A Adidas era a fornecedora de material esportivo do tricolor.

Continuar lendo “Oscar, na Copa de 86”

De letra: livros e mais livros sobre futebol.

Publicado em setembro de 2009
www.companhiadasletras.com.brfiodeesperanca-bigDiamante-Eterno-big (1)

Quarenta e cinco livros sobre futebol já foram lançados em 2009. As contas são do administrador de empresas Domingos D´Angelo, guardadas as proporções uma espécie de José Mindlin dos livros futebolístícos. Criador do MemoFut (Grupo de Literatura e Memória do Futebol), Seu Domingos possui hoje 1.632 obras sobre futebol em português.  Mais 11 estão a caminho. “O primeiro livro que chamou minha atenção foi Drama e Glória dos Bicampeões, do Armando Nogueira e Araújo Neto, de 1962. Na verdade quando eu comecei mesmo a montar esta biblioteca, não sei, deve ter sido há mais ou menos 30 ou 40 anos”, diz o criador do MemoFut.

Fut Pop Clube pediu para Domingos D´Angelo escolher 11 livros.  Missão quase impossível para o colecionador, que diz já ter tentado escolher 100 e desistido. Mesmo assim, ele topou indicar várias obras para os leitores do blog. Vou publicar em capítulos. Primeiro, três biografias que para seu Domingos ajudaram a diminuir o preconceito sobre o tema:

NOS PRÓXIMOS DIAS: outras biografias, histórias de clubes, almanaques e livros de crônicas indicados por Domingos D´Angelo, do grupo MemoFut.