
Estádio: Santiago Bernabéu
Proprietário: Real Madrid Club de Fútbol
Capacidade: 80.000 espectadores
Ocupação média na temporada 2013/14: 71.558 torcedores (84 %), segundo a Pluri Consultoria, a quarta maior média do mundo.
Metrô: lnha 10, estação Santiago Bernabéu
A imensa casa do Real Madrid foi inaugurada em 14 de dezembro de 1947, num amistoso contra os Belenenses, de Portugal, vencido pelo anfitrião; Real 3×1. Era conhecido como estádio Chamartín, nome do bairro madrilenho onde está situado, e substitui o Viejo Chamartin, de 1924, que comportava 15 mil fãs e foi sendo ampliado até a capacidade de 25 mil pessoas.
A partir de 1955, o novo estádio passou a levar o nome de Santiago Bernabéu. E quem foi Santiago Bernabéu? Irmão de um dos fundadores do Madrid, jogou no Real como atacante entre 1912 e 1927. Mas se celebrizou mesmo como presidente do clube, de 1943 até a morte, em junho de 1978. Foi campeão de tudo e mais um pouco como real cartola máximo: 16 ligas espanholas, seis copas espanholas, seis das 10 Copas dos Campeões madridistas (hoje Liga dos Campeões, a Champions League) e um Mundial de Clubes (ou Copa Intercontinental, conforme o gosto do freguês).
O estádio recebeu a final da Eurocopa de 1964, da Copa do Mundo de 1982 e de quatro Copas/Liga dos Campeões da Europa:
- 1957, deu Real. 2×0 na Fiorentina
- 1969, deu Milan
- 1980, deu Nottingham e
- 2010, deu Inter.
Na foto acima e na do lado, a fachada da megaloja que tem todo tipo do merchandising do Real Madrid, a Tienda Bernabéu.
Abaixo, republico o Rolê do Fut Pop Clube pelo estádio Santiago Bernabéu e galeria do Real Madrid.
Continuar lendo “Catedrais da bola: Santiago Bernabéu”









Zidane, Ronaldo, Figo, Roberto Carlos, Beckham, Casillas, Raúl, Guti… Não faz tanto tempo que todas essas feras jogavam no Real Madrid. Em 23 de abril de 2005, os galáticos receberam o Villarreal. Jogo escolhido pela produção do filme Zidane, Um Retrato do Século XXI para um documentário hi-tech sobre o cracaço de bola. Nada menos que 17 câmeras foram usadas pelo escocês Douglas Gordon e pelo Philppe Parreno, argelino radicado em Paris.