Agora quem dá a bola

Agora é a Kappa que veste o Santos, se bem que num modelo de parceria diferente.

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FOTOS: Ivan Storti | Santos FC

Nas lojas, a camisa 1 que encontrei não tem a marca vermelha da nova patrocinadora, Royal Air Maroc. Deve fazer sucesso com o torcedor. Na camisa 2, menos listras, beeeem mais largas. Muitos santistas devem torcer o nariz pra essa mudança. Pelo menos o número parece bem legível. Tudo muito justo, como é moda. Segundo o site do clube, a empresa italiana desenvolveu os uniformes e a empresa paulista SPR Sports vai distribuir os produtos. “Neste novo modelo de gestão, o Santos trocará os tradicionais royalties pelo lucro da comercialização, ou seja, o clube será sócio principal do que for arrecadado.”, disse o presidente Modesto Roma Jr ao Santosfc.com.br/.

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Santos 2014-15: o Robinho voltou!

Santos 2014-15: o Robinho voltou!

Atualizado em 3 de setembro

Robinho, o rei das pedaladas, volta do Milan, emprestado, para jogar mais um ano no Santos.. E estreia já no clássico contra o Corinthians, na Vila.

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  • >Isfc-banco1N>: Robinho (Milan), Souza (Cruzeiro), Victor Ferraz (Coritiba)
  • <OUT<:: Cícero (Fluminense. Neilton (Cruzeiro), Victor Andrade (Benfica), Anderson Carvalho (Boavista), Bruno Peres (Torino)
  • Estrelas da Companhia: Leandro Damião, Arouca, Renato, Thiago Ribeiro, Edu Dracena
  • Estrangeiros: Mena, Pato Rodriguez
  • Fique de olho nos jovens (porque no Santos eles surgem e jogam): Gabriel, o Gabigol
  • Técnico: Oswaldo de Oliveira Enderson Moreira
  • Estádio: Vila Belmiro, para 16.798 torcedores. Em 1964, a Vila chegou a receber quase 33 mil pagantes. A média de público do Peixe no Brasileirão 2013 foi de 10.405 alvinegros praianos/jogo em casa, segundo a Pluri.

    http://santosfc.com.br/
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  • Uniformes: em 20 de agosto, o Santos estreia uma nova camisa 1, com gola V, visual parecido com o usado em 2004. O escudo aparece envolvido por uma borda dourada, em homenagem aos Meninos da Vila que ganharam o Brasileirão de 2004 (Robinho estava entre eles).

O novo uniforme 2 estreia nesta quarta. Com o branco na gola careca e na barra das mangas, remete ao título paulista de 1984.


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Demonstração de força do futebol brasileiro


#BemVindoMaestro foi a #hashtag# compartilhada pelo perfil do São Paulo no Twitter, para festejar a contratação mais cara do futebol brasileiro. Paulo Henrique Ganso custou quase 24 milhões de reais. O jornal esportivo argentino “Olé” comentou que isso ratifica a força econômica do futebol brasileiro. O site do “Marca” deu a notícia em sua 1ª página… Vieram Seedorf, Forlán… Imagine se tivéssemos uma liga bem organizada, com estádios cheios, com a interrupção das rodadas toda vez que a Seleção Brasileira desfalcar os clubes da Série A …

R$ 67 bilhões é o PIB do esporte no Brasil, segundo relatório divulgado esta semana pela Pluri Consultoria. Equivale ao PIB da Sérvia, segundo a Pluri. Desse PIB do esporte brasileiro, que cresce em ritmo chinês, o futebol responde por mais da metade (53%).

Ganso, o esperado maestro que o São Paulo precisa, será apresentado às 15h, antes do jogão entre o tricolor paulista e o Cruzeiro. Um “jogo de seis pontos”, e se o São Paulo quer a vitória, é bom deixar o clima de festa só para a torcida, até porque o seu novo camisa 8 ainda não tem condições de jogo.

Para quem pensa ir ao Morumbi, é bom se planejar e sair com antecedência de casa. Com a expectativa da apresentação de Ganso, promoção de ingresso (arquibancada amarela a 10 reais), o estádio deve receber ótimo público. Hoje à tarde teve bastante fila na bilheteria do Morumbi.   Continuar lendo “Demonstração de força do futebol brasileiro”

Uma “Manchete Esportiva” do tempo em que quem dava a bola era o Guarani

Reprodução: capa da “Manchete Esportiva” 08/08/1978, com a foto de Gervásio Batista

Por falar em revistas esportivas brasileiras, tirei do baú do Fut Pop Clube uma edição da saudosa “Manchete Esportiva”, do final dos anos 70. Foi uma segunda fase da publicação, que na sua primeira versão contava com as crônicas de Nelson Rodrigues (reunidas depois no ótimo livro “O Berro Impresso das Manchetes”). O exemplar cuja capa ilustra o post tem data de 8 de agosto de 1978, quando Guarani e Palmeiras se preparavam para “uma final paulista” no Brasileirão de 1978. Bugre e Verdão tinham eliminado o Vasco e Internacional nas semifinais. O Guarani venceria as duas partidas das finais, a primeira no Morumbi e a segunda no Brinco de Ouro. Continuar lendo “Uma “Manchete Esportiva” do tempo em que quem dava a bola era o Guarani”

40 anos do Brasileirão de 71. Deu Galooo!!!

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Flâmula do Clube Atlético Mineiro, que tem uma estrela em cima do distintivo por causa do título brasileiro de 1971. Foi o primeiro disputado como campeonato nacional -bem, pelo menos até antes da unificação dos títulos, que equiparou Robertão/Taça de Prata e Taça Brasil ao Brasileirão.
O Galo treinado por Telê Santana se tornou campeão do Brasil ao vencer no Maracanã o Botafogo de Jairzinho, furacão da Copa de 70.
Gol de Dario, o Dadá Maravilha. Continuar lendo “40 anos do Brasileirão de 71. Deu Galooo!!!”

É Guarani, oba! É Guarani, oba!

A flâmula da semana é a do Guarani Futebol Clube, de Campinas, que completou 100 anos no sábado, 2 de abril. Se caiu na Copa do Brasil, o Bugre está bem vivo na Série A2 do futebol paulista (a segundona estadual). Tem tudo para voltar ao lugar que merece: a primeira divisão. Como esquecer ou não procurar conhecer aquele timaço campeão brasileiro de 1978? Neneca, Mauro, Gomes, Édson e Miranda; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca e Bozó. Técnico: Carlos Alberto Silva. Na semifinal, passou pelo Vascão. Nas partidas finais, duas vitórias sobre o Palmeiras.  Continuar lendo “É Guarani, oba! É Guarani, oba!”

30 anos do Paulistão de 1980… e 4 do Brasileirão 2006

Está no site Calendário Tricolor de hoje, 19 de novembro. Nessa data, em 2006, depois de empatar com Atlético Paranaense no Morumbi, o São Paulo acabou com um jejum de 15 anos sem título do Brasileirão… e partiu pro tri/hexa, tema do filme Soberano-Seis Vezes São Paulo (breve em DVD). E em 1980, o tricolor derrotou duas vezes o Santos por 1×0 e ficou com o título paulista. O timaço campeão contava com Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Dario Pereyra, Aírton, Almir, Heriberto e Renato, mais dois excelentes pontas – Paulo César na direita e Zé Sérgio na esquerda – e um polêmico centrovante do tipo rompedor: Serginho Chulapa (às vezes, substituído por Assis). Técnico: Carlos Alberto Silva. Continuar lendo “30 anos do Paulistão de 1980… e 4 do Brasileirão 2006”