Livro: “À Sombra de Gigantes”

Livro: “À Sombra de Gigantes”

Madri. Paris. Londres. Berlim. Lisboa. Cinco dos principais destinos turísticos na Europa. E mais: Munique, Hamburgo, Roterdã, Turim e Glasgow. Em 50 dias, o jornalista Leandro Vignoli, gaúcho de Canoas, acompanhou os jogos de treze clubes especiais, em 10 cidades, de 8 países europeus. O foco não eram os grandes como Real Madrid, PSG, Arsenal, Chelsea, Bayern ou Juve. Mas sim aqueles que lutam para sobreviver, “À Sombra de Gigantes – Uma Viagem ao Coração das Mais Famosas Pequenas Torcidas do Futebol Europeu” – título e subtítulo do livro recém-lançado por Vignoli.

facebook.com/asombradegigantes/

É interessante, bem escrito e tem muita informação. Os ídolos, a história dos clubes, os estádios, os bairros, o perfil dos torcedores, os rivais. Cada capítulo, um time: St. Pauli, Union Berlin, Munique 1860, Fulham, Millwall, Leyton Orient, Queen’s Park (Escócia), Sparta Rotterdam, Rayo Vallecano, Espanyol, Belenenses, Torino e Red Star, de Paris. Ou seja, a viagem de Leandro Vignoli (com muitas horas de ônibus, hospedagem em hostel e dale fast food, pra economizar) é a trip dos sonhos de quem usa a hashtag “Ódio Eterno ao Futebol Moderno” e qualquer louco por futebol alternativo. Com uma pergunta em mente. Por quê? Por que torcer para times que nunca ganham títulos, ou não ganham há muito tempo?

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Em cartaz, cartazes de futebol


Com tantos estádios novos e imensos, que médias de público baixas no futebol brasileiro, não? Toda campanha para levar mais torcedores aos estádio é válida, certo? A liga da estrelas 2012-13 terminou, mas gostaria de deixar o exemplo dos cartazes promocionais que o Espanyol de Barcelona publicou nos últimos meses na sua página no Facebook. O RCDE também preparou um poster para lembrar da campanha que levou o clube ao vice-campeonato da Copa da Uefa, em 2007 (o Espanyol de Pandiani, artilheiro da taça, caiu só nos pênaltis diante do forte Sevilla de Dani Alves, Adriano, Luís Fabiano e Kanouté, no Hampden Park, em Glasgow. As imagens – como as da galeria acima – foram coletadas nos últimos meses no Facebook oficial do RCD Espanyol.

https://www.facebook.com/RCDEspanyol
https://www.facebook.com/RCDEspanyol

Taí um forma de anúncio em que os clubes brasileiros poderiam investir mais. Lá fora, é tradição. Nos museus dos Atlético de MadridAthletic Club em Bilbao… do Barça… há exposição de alguns cartazes. Dentro do texto, você vê alguns pôsteres que encontrei no museu do Valencia, que fica no Museo de las Ciencias Príncipe Felipe. Continuar lendo “Em cartaz, cartazes de futebol”

45 anos do título mundial do Racing Club

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Em 4 de novembro do glorioso ano de 1967, o Racing Club de Avellaneda ganhou seu título mundial – ou Intercontinental, conforme o gosto do freguês. Aliás, La Academia foi o primeiro clube argentino a ganhar um mundial (depois conquistado por Estudiantes, Independiente, Boca, River e Vélez).
O campeão da Libertadores de 1967 encarou o campeão europeu, o Celtic, vencedor da Copa dos Campeões Europeus 1966-67. Naquele tempo, a decisão era em jogos de ida e volta. No Hampden Park, os escoceses venceram por 1×0. Na “cancha” do Racing, o estádio Juan Domingos Perón, em Avellaneda, o Celtic saiu na frente e o Racing virou nos acréscimos. Ufa! O jogo desempate foi disputado no Centenário, em Montevideú. Cárdenas fez o gol do título de La Acadé.

No elenco campeão, que aparece em parte na foto autografada postada na página oficial do Racing Club no Facebook, estão algumas figuras conhecidas dos torcedores brasileiros com mais de quarenta. O goleiro Cejas, que depois jogaria no Santos e no Grêmio. O zagueiro Perfumo, ídolo do Cruzeiro. Basile, ainda hoje treinador. O gaúcho Cardoso foi um dos heróis da conquista da Libertadores.

Os campeões mundiais de 1967 IMAGEM Página do Racing Club no Facebook

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