A vez das Copas de 1966 e 1970

Quarto sábado da série Brasil nas Copas, tabelinha entre MemoFut e Museu do Futebol. Amanhã, mais dois autores de livros sobre os Mundiais falam sobre as Copas de 66 e 70, a partir das 10h, no auditório do Museu, que fica no Pacaembu. Os convidados são Ivan Soter, que escreveu Enciclopédia da Seleção – As Seleções Brasileiras de Futebol 1914-2000 (sensacional capinha ao lado), e Geraldo Affonso Muzzi, autor de O Brasil em todas as 19 Copas do Mundo (1930-2010) – capa abaixo, à esquerda.
O bate-bola começa às 10h (é bom chegar meia horinha antes, pra pegar senha, que é de graça) e vai até 12h. Depois da palestra, Geraldo Muzzi autografa seu livro no bar da loja ao lado do museu. E a partir das 14, rolam vídeos sobre a história das Copas, narrados por Max Gehringer. Veja o flyer e a lista dos tricampeões.>>> Continuar lendo “A vez das Copas de 1966 e 1970”

1958 e 1962. Brasil bicampeão.

Poster da Copa de 58

Gilmar, o grande goleiro, com a camisa 3; De Sordi, 14 (Djalma Santos, jogou a final com a 4); Bellini, 2; Orlando, 14, e Nilton Santos, 12; Zito, 19; Didi, 6; Garrincha, 11, vejam só; Pelé, 10; Vavá, 20, e Zagallo, com 7. Foi com essa numeração maluca que o Brasil ganhou o Mundial de 58, na Suécia. Cortesia de um jornalista uruguaio, Lorenzo Villizio, membro do Comitê Organizador chamado para indicar a numeração do escrete que acabaria campeão (por felicidade, Pelé caiu com a 10, mas Gilmar com a 3? Garrincha, 11? Zózimo, zagueiro reserva, 9?). A desorganização do futebol brasileiro antes da Copa de 58  foi um dos temas da terceira palestra da série Brasil nas Copas, parceria  MemoFut/Museu do Futebol, no último sábado. A LISTA COMPLETA DOS CAMPEÕES DO MUNDO EM 1958, COM MAIS EXEMPLOS DE NUMERAÇÃO DOIDA >>> Continuar lendo “1958 e 1962. Brasil bicampeão.”

Salve Jorge!

Hoje é aniversário do flamenguista Jorge Benjor, ou Jorge Ben, como ainda preferem chamar os fãs das antigas. O papa do sambalanço chegou a jogar como ponta-direita, na base da Gávea – usava a camisa 7. Jorge, que toca nesta quinta-feira, 24 de março, no Sesc Catanduva, interior de São Paulo, ainda deve estar curtindo o título brasileiro de 2009. Aliás, no CD duplo extra da tentadora caixa Salve Jorge! há duas gravações sobre futebol que eu não conhecia: Camisa 12 (muito boa, dá pra ouvir no site de Benjor; como ficou inédita até o fim de 2009?) e uma versão acústica do hino popular do Flamengo. A capinha ao lado é do clássico Jorge Ben, de 1969.

Zico, 57 anos

A nação rubro-negra hoje comemora o aniversário do maior ídolo. Republico texto do FutPopClube na época do lançamento do doc Zico na Rede, em julho de 2009.

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Foto: Divulgação DVD "Zico na Rede"

Eu quero ver gol. Se você pensa como a música do Rappa,  o recém-lançado documentário Zico na Rede é uma boa pedida (chegou a ser exibido em cinema até em São Paulo) em DVD. O doc de Paulo Roscio tem 170 dos 831 (!!!) gols de Zico, muitos deles comentados, analisados, explicados. E é cada golaço… O mais bonito, para o próprio Galinho de Quintino, é o tal do gol escorpião(veja!), pelo Kashima Antlers, do Japão: Zico passa da bola, dá um peixinho e, de calcanhar, encobre o goleiro.  LEIA MAIS… Continuar lendo “Zico, 57 anos”

Para Leônidas, o homem de borracha

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O homem de borracha no Memorial do SPFC"

24 de janeiro. 6 anos sem Leônidas da Silva. O primeiro brasileiro a terminar uma Copa do Mundo como artilheiro: a de 1938, na França, com 7 gols, segundo site da Fifa. Virou homem de borracha, para os franceses, encantados. Seu apelido brasileiro, diamante negro, virou nome de chocolate, inspirou o título da ótima biografia escrita por André Ribeiro. O “Pelé” antes da era Pelé, jogou (e aprontou!) no Sírio e Líbanes, São Cristóvão, Bonsucesso, Penãrol, Vasco, Botafogo, Flamengo (campeão nos 3 grandes grandes cariocas onde jogou),  São Paulo (cinco títulos paulistas na década de 40!) e Seleção Brasileira. Também é personagem de um belo samba eternizado por Carmen Miranda, regravado por Marcos Sacramento, Deixa Falar, e do CD Coração de 5 Pontas, recém-lançado por Hélio Ziskind.

Leia mais sobre grande craque aqui.

Top 5: craques gringos da década no Brasil

É o Pet! É o Pet! FOTO Maurício Val - VIPCOMM

O blog Fut Pop Clube perguntou aos mesmos convidados do texto acima: “quais são os cinco estrangeiros que jogaram mais bola no futebol brasileiro entre 2000 e 2009?”. E os cinco mais votados foram:

O sérvio Petkovic, o argentino Carlitos Tévez (ambos com 12 votos), o também hermano Sorín (9 votos), o uruguaio Lugano (8) e o chileno Valdívia (5).

2009: Sorín se despediu em grande festa

Também foram bem lembrados: o paraguaio Gamarra e os hermanos Guiñazu e Conca, todos com 4 votos. Rincón, Maldonado e Aristizábal foram mencionados duas vezes. O lateral Arce, o volante Mascherano e o zagueiro Schiavi foram citados uma vez.

Esta taça é sua, Lugano! FOTO: site oficial www.saopaulofc.net
Lugano, em 2005. FOTO site oficial do São Paulo http://www.saopaulofc.net

Votaram os jornalistas Abel Neto, Bruno de Almeida, Mauro Beting, Fernando Galvão, Marcelo Monteiro, Mário Marra, Menon, Maurício Noriega, Emerson Ortunho, André Rizek, Roberto Sander e Beto Xavier, e o colecionador Domingos D ´Angelo, do grupo MemoFut. Confira as escolhas de cada um aqui.

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Flamengo campeão

Esta flâmula é do campeão brasileiro de 2009. A maior torcida do Brasil festeja o príncipal título do país do futebol depois de 17 anos.

Que última rodada foi essa! Ora Flamengo campeão, ora Internacional campeão. Enfim, Flamengo campeão. Mas o rubro-negro virou contra o mistão do Grêmio, que valorizou a vitória do hexa. Parece difícil tirar a Bola de Ouro do Brasileirão e outros prêmios de melhor do campeonato de Pet, o sérvio que voltou ao Fla debaixo de contestação e liderou ao lado de Adriano e do treinador Andrade uma arrancada histórica e heroica.

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Os hexacampeões. FOTO MaurícIo Val/VIPCOMM

Kit torcedor/leitor

Brasileirão pega fogo, Natal está aí… e kits tentadores para quem gosta de ler sobre a história do time  invadiram livrarias. É a coleção Paixão entre Linhas, da Editora Leitura. Os kits vêm numa embalagem com as cores do time, um livrinho em quadrinhos para os guris, um livro de bolso da série “O Time do Meu Coração”, um marcador e outro livro, maior, com a história do time. Hoje e nos próximos dias, rolam noites de autógrafos dos livros sobre o Botafogo, Flamengo, São Paulo, Palmeiras, Vasco e Fluminense. Clique para saber mais e ver os convites dos lançamentos.

Continuar lendo “Kit torcedor/leitor”

Noite de Obina

Três vezes Obina. Um de David Sacconi. O Palmeiras goleou o Goiás na noite de garoa em São Paulo, fez as pazes com a vitória e reassumiu a ponta do Brasileirão de muitas e muitas finais, que ficou com o tricolor por menos de 24 horas. Após a 32ª rodada, o Palmeiras lidera com 57 pontos. O São Paulo tem 55. O Atlético-MG, que perdeu do Fluminense no Maracanã por 2 a 1, tem 53.  O Internacional seguiu com 52. Disparado o melhor do returno, o Cruzeiro vem em quinto com 51. Mesma pontuação do Flamengo, o sexto. Em sétimo, Grêmio, com 47 (a 10 do líder e a 5 da zona de classificação à Libertadores). Goiás é o 8º, também com 47. Continuar lendo “Noite de Obina”

Telê na tela

Praça com o nome do mestre, no Rio. FOTO Fut Pop Clube
Praça com o nome do mestre, no Rio.

Telê Santana (1931-2006) é muito lembrado pelas dezenas de conquistas do São Paulo na primeira metade da década de 90, incluindo dois terços das glórias continentais e mundiais do tricolor paulista. Agora que o Atlético Mineiro está mais do que na briga pelo segundo título nacional, quem se lembra quem era o técnico do Galo forte e vingador, campeão do Brasileirão de 71? Ele mesmo, o mestre, tema do documentário das jornalistas Ana Carla Portela e Danielle Rosa: Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte. Volto ao tema porque o doc, em fase de finalização, está cadastrando fãs interessados.  Continuar lendo “Telê na tela”