Um camisa 1 que começou a se consagrar mundialmente jogando com a 3.
Um lateral-direito que atuou em quase todas as partidas da campanha que deu ao Brasil sua primeira Copa do Mundo – menos a final, por contusão.
No mesmo fim de semana, perdemos os dois primeiros nomes da escalação do Brasil campeão em 1958. Gylmar, De Sordi…
Um mês atrás, partiu Djalma Santos, que substituiu De Sordi tão bem na final, que entrou para a seleção da Copa (mais tarde, jogou por uma seleção do mundo, com o escudo da Fifa no peito).
A Gylmar e De Sordi, seus parentes, seus fãs, seus torcedores, a homenagem dos súditos, como este blogueiro.
Muito obrigado, campeões! Continuar lendo “Gylmar e De Sordi, campeões do mundo, no time lá de cima.”

Hoje faz 51 anos que a Seleção acabou com aquele lance de “complexo de vira-lata” e levantou pela primeira vez a Copa do Mundo. 29 de junho de 1958, estádio Rasunda. Liedholm abriu o placar para a Suécia, mas o Brasil virou com gols de Vavá, Vavá de novo, Pelé, Zagallo – Simonsson diminuiu – e Pelé definiu. Brasil 5×2. Volta olímpica. O capitão Bellini ergueu a Jules Rimet e criou marca registrada. A final, o Mundial, os craques da seleção já mereceram e vão continuar merecendo muitas homenagens em livros, músicas, filmes etc. LEIA SOBRE ISSO AQUI>