Museu do Chelsea: cultura de futebol e música pop.

Museu do Chelsea: cultura de futebol e música pop.

Publicado em 12 de maio de 2017 e atualizado em 2019

Tours por estádios e museus de times são um clássico para o torcedor/simpatizante de algum time e para o fã de futebol de modo geral. Fiz a visita ao Chelsea Football Club em março de 2017 e este post aqui é sobre a parte do museu dos #blues neste tour, que pode incluir uma visita (guiada) pelo interior do estádio Stamford Bridge, com acesso ao vestiários, setor de imprensa e beirinha do gramado. Adultos pagavam 19 libras pela tour que junta estádio e museu (mais recomendando para quem não conhece Stamford Bridge). Metrô: Fulham Broadway. O ponto de encontro da tour fica ao lado da Matthew Harding Standing, uma das tribunas do estádio.

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Um bom espaço é dedicado ao elenco que conquistou título europeu, a Champions League 2011-12. Na Europa, o Chelsea também tem duas Recopas, uma Supercopa e agora duas Ligas Europa.

Com a conquista da Premier League 2016-17, o Chelsea tem seis títulos ingleses de primeira divisão. O primeiro foi o da temporada 1954-55, quando a Football League Division I era a elite. De 2004-05 para cá, foram cinco ligas. Na época da visita, eram quatro as taças da Premier League no museu.

A Premier League de 2016-17 já já se junta a estas quatro copas.

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Bom programa!

Revista mensal (“Inside United”) e programa oficial de jogo do ManUtd (“United Review”), março de 2017.

Na gigantesca cultura de futebol na Inglaterra, alguns dos itens altamente colecionáveis são os programas oficiais dos jogos – revistas bacanudas que os clubes mandantes vendem a cada partida, seja de Premier League, de Copa da Inglaterra ou de Champions League. Estatísticas, histórico, tabelas, recados dos torcedores (como aniversários), lista dos jogadores relacionados para a partida em foco, as cores dos uniformes, reportagens – inclusive sobre o time adversário. É de babar para o torcedor de um “país do futebol” que praticamente só publica um jornal esportivo de alcance nacional (“Lance!”) e duas revistas de futebol (“Placar”, “Corner”).

A maioria dos grandes clubes também conta com revistas mensais, como você vê aqui na fotos com publicações do Man United e do Liverpool. Sem falar nas revistinhas independentes, editadas por torcedores, praticamente fanzines.

Revista mensal do Liverpool e programa oficial (“This is Anfield”) do jogão contra o Arsenal – março de 2017.

O Chelsea foi o primeiro clube a produzir um programa oficial consistente para dias de partida, segundo um painel informativo no museu de Stamford Bridge, que o blog visitou em março. Isso, já em setembro de 1905! Chelsea FC Chronicle era o nome do programa, editado por Fred Parker. A revista da partida de Copa da Inglaterra contra o Brentford, em janeiro de 2017, fez uma homenagem ao Chronicle de Fred Parker, com uma capa retrô. Muito legal.

O programa oficial do jogo do Chelsea contra o Brentford pela Copa da Inglaterra teve capa retrô – 28 de janeiro de 2017.

Ainda segundo o museu do Chelsea, na temporada 1912-13 o clube vendeu mais de 341 mil cópias. Em 1948, o programa chegou a 16 páginas. E segundo o Chelsea as vendas na temporada 1972-73 atingiram 99 por cento dos espectadores de Stamford Bridge. E isso o que representa para um clube de futebol? Recurso$$$$$$, claro. Desde 1905! Os clubes brasileiros certamente considerariam apenas uma despesa.

Programa oficial de um jogo de Champions que o torcedor do Arsenal certamente quer esquecer.

Cada programa custa entre 3 e 3,50 libras nas megalojas dos clubes ou em stands na frente dos estádios. E claro, na era da internet é possível baixar versões digitais dos programas, por um preço mais em conta. No fim do post, publico os sites de alguns programas dos clubes mostrados aqui.

Folheando revistas inglesas, a gente descobre sites especializados em revender essas revistinhas. Como escrevi no começo do post, uma memorabilia altamente colecionável. Bela lembrança de um jogaço, de uma grande vitória, de uma campanha campeã.

Programa do jogo do City contra o Huddersfield Town pela Copa da Inglaterra – março de 2017

Alguns links:
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Um dérbi basco ao cair da tarde em Mendizorrotza 

Um dérbi basco ao cair da tarde em Mendizorrotza 

Com um gol do atacante brasileiro Deyverson, o Deportivo Alavés venceu o dérbi basco da rodada 28 de La Liga, contra a Real Sociedad. 

Dezenove mil e oitocentas pessoas lotaram o estádio Mendizorrotza. 

Tremendo ambiente, clima muito amistoso entre os fãs dos dois times bascos e espetáculo da grada de animação do Deportivo Alavés. Que vibrou os 90 minutos e ainda fez uma bela homenagem à Chapecoense durante pelo menos 2 minutos. O “Vamos, vamos Chape”… 

As torcedoras participam bastante. Fiquei entre uma empolgada fã do Alavés, que cornetou o jogo todo, e de uma torcedora da Real Sociedad, que foi embora com a filha depois que o juiz deu segundo amarelo e “tarjeta roja” pro Granero, da Real. “¡Que verguenza, que verguenza!”

Passeio do Bayern em Londres

Passeio do Bayern em Londres


Emirates Stadium, 7 de março de 2016 – Uma classificação já quase definida no jogo de ida, em Munique. Mesmo assim, no começo da partida de volta, em Londres, o Arsenal ainda deu alguma esperança à sua torcida. Fez um gol (Theo Walcott) e teve outras oportunidades no primeiro tempo.

Javi Martínez e Hummels fizeram uma primeira etapa quase perfeita garantindo um placar ainda muito tranquilo para o time alemão.

Lewandowski: ‘ele, a bola, o goleiro e o gol’.

No segundo tempo, de cara deu para perceber que o Bayern de Ancelotti voltou com outra postura – antes mesmo antes do lance capital da noite. 1×1 e Arsenal com um jogador a menos.

A partir daí, então, o que se viu foi o jogo de um time só, um show do Bayern, com sua armada toda, Ribery, Robben, Lewa, Thiago, Vidal, Rafinha, Alaba, Xabi Alonso, é uma seleção mundial – Douglas Costa entrou no decorrer do segundo tempo e entrou bem. Que passeio. Continuar lendo “Passeio do Bayern em Londres”

Últimos capítulos da era Luis Enrique no Barça

Últimos capítulos da era Luis Enrique no Barça
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Esta cobrança do Messi bateria na trave.

CAMP NOU, março de 2017 – Uma notícia esperada, mas que no dia do seu anúncio pegou todo mundo de surpresa. Depois da tranquila goleada contra o Sporting de Gijón – com direito a golaços de Messi, Suárez e Neymar (numa bela cobrança de falta), Luis Enrique avisou que não será o treinador do Barça na temporada 2017-18.

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Está chegando ao fim a era Lucho, que em três temporadas de contrato já conquistou oito títulos (em dez possíveis) – em 2015 o time comandado por Luis Enrique foi campeão de quase tudo:

  • La Liga 2014-2015
  • Copa do Rei 2014-2015
  • Champions 2014-2015
  • Supercopa da Europa 2015
  • Mundial de Clubes 2015
  • La Liga 2015-2016
  • Copa do Rei 2015-2016
  • Supercopa de Espanha 2016

Três ainda podem ser conquistados: La Liga Espanhola (Barça lidera com 1 ponto e 1 jogo a mais que o Rel Madrid), a Copa do Rei (decide a copa contra o Deportivo Alavés, 27 de maio, Vicente Calderón) e a Champions … bem, esta é uma missão muito complicada, já que o Barça perdeu a primeira partida das oitavas para o PSG por 4 a 0.

Aos 17:19 de cada tempo, a torcida organizada puxa o grito pela independência da Catalunha.
Aos 17:19 de cada tempo, a torcida organizada puxa o grito pela independência da Catalunha.

Estiveram no Camp Nou 56.605 espectadores, para ver Barcelona 6-1 Sporting de Gijón (onde o asturiano Luís Enrique começou a jogar).

Camp Nou, 01/03/2017. Quando está
Camp Nou, 01/03/2017. Quando está “vazio”, tem 56 mil pessoas!
Três vira...
Três vira…

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Sábado de Carnaval na rua Javari

Sábado de Carnaval na rua Javari

O visitante já foi campeão brasileiro, em 1978, até hoje o único time de cidade do interior a vencer a primeira divisão do Brasileirão. O dono da casa venceu a Taça de Prata, uma espécie de série B, em 1983.

No sábado de Carnaval, o Juventus recebeu na Mooca o Guarani, pela série A2 do futebol paulista.

Gols só no movimentado segundo tempo.

O Moleque Travesso marcou primeiro.

Festa grená no gol do Juve

O Bugre criou chances, empatou com Fumagalli e quase virou.

Mil e oitocentas pessoas pagaram os ingressos, que são caros. 40 reais pela coberta, 20 a descoberta, série A2, gente? Hello…

Bom número de torcedores do Guarani. Clima de paz entre as torcidas.

O Guarani está em sétimo. O Juve em décimo-oitavo.

Estádio Ramón Sánchez-Pizjuán, do Sevilla, a ‘bombonera de Nervión’.

Estádio Ramón Sánchez-Pizjuán, do Sevilla, a ‘bombonera de Nervión’.
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RSP, maio de 2016, semifinal da Liga Europa.
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Depois da semifinal contra o Shakhtar, Liga Europa, maio de 2016.

Como fã de futebol, lamento profundamente que o teletransporte da clássica série Jornada na Estrelas não passe de ficção científica. Porque muitas vezes me pego desejando um teletransporte rápido para algum estádio do mundo, para ver alguma partidaça como o Sevilla 2×1 Real Madrid da semana passada. O time de Jorge Sampaoli – que virou, mais do que ídolo, objeto de culto na parte vermelha de Sevilha, o ‘sampaolismo’- quebrou uma invencibilidade de 40 jogos do atual campeão da Europa e do mundo.

O Sevilla de Sampaoli fez a segunda melhor campanha do primeiro turno de La Liga 2016-17. Está nas oitavas da Champions (recebe o Leicester em 22 de fevereiro). Tem cinco títulos recentes de Liga Europa. Um clube que sabe comprar e vender bem seus atletas.

Mas uma coisa que tenho certeza é que, junto com um grande técnico, um elenco muito bom e um ótimo planejamento, joga junto uma afición (torcida) das mais fanáticas da Espanha e o estádio, Ramón Sánchez-Pizjuán, RSP, um caldeirão, tanto que é conhecido também como a “Bombonera de Nervión”, nome do bairro em que está situado. Um estádio que ferve, onde é muito difícil jogar até para dois dos três times mais ricos do mundo. O Sevilla vende caro pontos perdidos para Barça e Real Madrid, isso quando perde esses pontos, em sua casa. Que tem também uma belíssima fachada, um mosaico com um gigantesco distintivo do Sevilla e flâmulas de clubes visitantes do mundo todo, inclusive do Brasil. Obra de Santiago del Campo, para o Mundial de 82.

RSP, maio de 2016
RSP, maio de 2016
Reconhecimento da torcida de Sevilha como jogador 12 da seleção espanhola
Reconhecimento da torcida de Sevilha como jogador 12 da seleção espanhola

E a afición sevillista canta forte o hino do centenário do clube, composto por Javier Labandón, El Arrebato, em 2005. Virou grito de guerra no RSP.

Y es por eso que hoy vengo a verte,
sevillista seré hasta la muerte,
la Giralda presume orgullosa
de ver al Sevilla en el Sánchez Pizjuán

A Giralda, campanário da catedral que é um dos cartões portais de Sevilha, se orgulha de ver o Sevilla no RSP! E como brasileiro, lamento que Paulo Henrique Ganso não tenha ainda maravilhado a Giralda e o RSP. Será que vai emplacar?

O blog Fut Pop Clube fez duas visitas ao caldeirão que é o RSP, por coincidência ambas em partidas de Liga Europa. Em 2011, o dono da casa foi eliminado pelo Hannover 96. Em 2016, depois de quase um dia todo de viagem de ônibus a partir de Lisboa, vi o time de Unai Emeri bater o Shakhtar Donnetsk por 3×1 na segunda partida da semfinal e avançar rumo ao quinto título da Sevilla League, ooops, digo, Europa League.img_20160506_120004

Noite de casa cheia, chuva, tensão no ar e, por fim, festa sevillista.

  • Dos minutitos, senõres – gritava perto de mim um torcedor ansioso para o fim da partida e classificação pra final contra o Liverpool.

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O primeiro de 1.283 gols do Rei Pelé

Camisas retrôs da Seleção, do Cosmos e do Santos, feitas pela Athleta, só na loja do Museu Pelé.
Camisas retrôs da Seleção, do Cosmos e do Santos, feitas pela Athleta, só na loja do Museu Pelé.

Sete de setembro de 1956. Um mês depois de chegar ao Santos, o jovem nascido em Três Corações (MG) estreou com a camisa do alvinegro praiano. No amistoso em que o Santos goleou por 7 a 1 o Corinthians FC de Santo André, o garoto entrou no segundo tempo, no lugar de Del Vechio, e marcou o sexto gol santista – o primeiro de mais de um milhar de gols que permite que toda a torcida brasileira cante hoje, a plenos pulmões:

Mil gols, mil gols, mil gols, só Pelé, só Pelé…

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, não tinha nem 16 anos.
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Grenal 410

Grenal 410

FutPopClube em Porto Alegre, 3 de julho de 2016

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Gre-Nal 410. Gre-Nal das onze. Gre-Nal do almoço – ou do café da manhã, dependendo do horário que o torcedor está acostumado a acordar num domingo. No caso deste que vos bloga, Gre-Nal das bodas de ouro de tios queridos, data que me levou a Porto Alegre. Mas para o bem ou para mal, dependendo do lado, o grande dérbi gaúcho e brasileiro da ensolarada manhã deste domingo de inverno vai é ficar conhecido mesmo como o “Gre-Nal do trator”. Os colorados mais supersticiosos não devem ter gostado nada do teor do áudio que vazou, do técnico Argel, falando em passar um trator sobre o Grêmio. Eita comentário perigoso na véspera de um clássico…  Serviu pra apimentar ainda mais um dos dérbis de maior rivalidade do mundo. Duvido que o técnico Roger não tenha usado a declaração para motivar seus atletas. Se é que Gre-Nal com os dois rivais brigando lá em cima precisa de motivação…

Pois logo aos 19 minutos do primeiro tempo, foi o ataque gremista que veio como um trator  sobre os donos da casa. Rebatida de Muriel, Douglas mandou a bola pro fundo das redes).

E se o Grêmio esteve muito bem no primeiro tempo, depois do intervalo o Inter voltou com tudo, empurrado também pela torcida, que cantou mais forte no segundo tempo. Pressão total. O colorado teve um bom número de chances pra empatar, mas o trator colorado não conseguiu entrar na fazenda gremista.

Foi muito legal ver alguns gremistas chegando e saindo junto com colorados, de boa, na paz; e saber que existe um setor de torcida mista. Claro, não faltam gozações, como os “memes” de internet em cima da questão do trator.

20160703_125334Curiosidade: no fim do jogo, enquanto a torcida do Grêmio esperava a hora de sair da casa do rival, o pessoal do Beira-Rio colocou o hino do Inter no talo, pra tentar abafar os cantos dos visitantes.

Isso é Gre-Nal! E esse foi o Gre-Nal 410, o “Gre-Nal do trator”.

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Museu Benfica | Cosme Damião

Museu Benfica | Cosme Damião
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Sport Lisboa + Grupo Sport Benfica = Sport Lisboa e Benfica

O Museu Benfica | Cosme Damião está no complexo do estádio da Luz, que inclui megalojas (uma só da Adidas e outra do Benfica), restaurantes, 2 pavilhões (ginásios), piscina coberta. Foi idealizado em 2009 e inaugurado em 2013, gestão de Luis Filipe Vieira, atual presidente benfiquista. E quem foi o Cosme Damião? Jogador, técnico, cartola e, claro, torcedor, foi um dos fundadores do Sport Lisboa e Benfica em 1904 (“mil, novecentos e quatro” é um dos refrões dos adeptos encarnados).

O Benfica tem poucos sócios???? Painel fotografado em maio de 2016.
O Benfica tem poucos sócios???? Painel fotografado em maio de 2016.

Aliás, o torcedor benfiquista é o tema de uma plataforma elevatória com projeção em videowall. Bela homenagem!DSC08851

O agora tetracampeão português (atualizado em maio/2017) tem o estádio da Luz como ‘catedral’. O atual estádio (para 65 mil pessoas) foi inaugurado em 2003 e já sediou uma final de Eurocopa (2004: deu Grécia contra Portugal) e uma de Champions (2014, no dérbi madrilenho em que o Real bateu o Atlético na prorrogação).DSC08812

A versão anterior da Luz era bem ao lado da atual catedral e chegou a comportar 120 mil adeptos!

Maquete da velha #catedral da Luz, pnde o Benfica jogo entre 1954 e 2003.
Maquete da velha #catedral da Luz, onde o Benfica jogo entre 1954 e 2003.

Aliás, a seção “Chão Sagrado” mostra num mapa de Lisboa todos os campos que o Benfica usou, das Terras do Desembargador, da Feiteira, de Sete Rios, do bairro Benfica e de Amoreiras ao Campo Grande, antes da Luz.DSC08872

Há uma linha do tempo do Benfica e de Lisboa. Num corredor, o visitante relaciona a história do clube com acontecimentos mundiais.

Muitas telas interativas mostram as campanhas, os elencos, os números das grandes conquistas do Benfica, como a Taça dos Clubes Campeões Europeus, nome que os portugueses davam ao que hoje é a Champions. O Glorioso SLB foi bicampeão europeu, dois títulos seguidos, em 1960-1961 (ainda sem Eusébio) e 1961-62, já com o Pantera Negra.

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Como não poderia deixar de ser, o craque nascido em Moçambique merece um destaque todo especial na visita ao museu. Eusébio fez 614 jogos pelo Benfica. Com centenas de golos, ganhou duas Chuteiras de Ouro como maior artilheiro europeu e uma Bola de Ouro. Faturou 11 campeonatos portugueses.

#Camisola da época de Eusébio
#Camisola da época de Eusébio
Estátua do King Eusébio: para os portugueses, o Pantera Negra foi, é e sempre será um rei.
Estátua do King Eusébio: para os portugueses, o Pantera Negra foi, é e sempre será rei.

E como tem taça!

Taça do primeiro campeonato português (Primeira Liga) conquistada pelo SB: 1935-36.
Taça do primeiro campeonato português (Primeira Liga) conquistada pelo SLB: 1935-36.

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