Los Cafeteros (Colômbia) x La Blanquirroja (Peru). La Albiceleste (alviceste, Argentina) contra a Celeste Olímpica. Começam as quartas de final da Copa América. Olhos do mundo do futebol, pelo menos do continente, mais voltados para Santa Fé, onde argentinos e uruguaios disputam uma vaga nas semifinais. Grande clássico, pena que tão cedo, mas pelo menos é garantia de emoção. Cada seleção venceu catorze vezes a competição.. Só uma permanecerá na luta para erguer a copa no Monumental de Nuñez. Por curiosidade, num 16 de julho. Data em que os uruguaios lembram os 61 anos do Maracanazo – a virada sobre o Brasil na final de outra Copa, a do Mundo, em 1950. Dentro do post, dica de um livro sobre o episódio, lançado no ano passado. Continuar lendo “Alviceleste x Celeste Olímpica”
Categoria: Livros sobre futebol
Uma seleção animal: Zoo FC
De almanaque: os apelidos das seleções da Copa América

Com uma ajudinha do “Almanaque do Futebol Sportv”, dos jornalistas Gustavo Poli e Lédio Carmona (editora Casa da Palavra), lá vai uma listinha com os apelidos das seleções que disputam a Copa América 2011. Em geral, determinados pela cor da camisa.
Argentina – Albiceleste
Brasil – Canarinho Continuar lendo “De almanaque: os apelidos das seleções da Copa América”
“A Bola Não Entra por Acaso”
Imagine Santos de Neymar, Ganso e companhia x Barcelona de Messi, Xavi, Iniesta e co. na final do Mundial de Clubes, que em 2011 volta ao Japão. Seria show, seria 10… Fãs do futebol ofensivo do Barça e do futebol “discotèque, livre, leve e solto” (copyright Osmar Santos) dos Meninos da Vila 3G devem estar esfregando as mãos de contentamento, esperando uma eventual decisão como essa – e os torcedores do Peixe começando economizar para atravessar o mundo e torcer pelo tri também do Mundial, in loco. Pois bem: que golaço aço aço marcou o Santos ao fazer o possível e o impossível para segurar Neymar e Paulo Henrique Ganso na Vila famosa. Deu no que deu: Taça Libertadores nas mãos do capitão Edu Dracena – e no Memorial das Conquistas do Santos. Tomara que consigam manter o 10 e 11 alvinegros pelo menos até enfrentar o 6, o 8 e 10 blaugranas…
Feito do clube a ser ainda mais louvado se a gente notar que o Santos não tem a maior torcida do Brasil, não tem os maiores patrocínios, não tem as maiores verbas de TV. Por outro lado, os 77 km de distância do eterno rame-rame de briguinhas do Trio de Ferro da capital talvez ajudem o Santos Futebol Clube a fazer o que faz melhor: revelar e aproveitar jogadores da base e jogar bola. Jogar muita bola.
O título deste post é uma referência a um livro -mais de gestão e negócios do que sobre bola-, mas muito interessante para saber como um dos adversários do Santos no Mundial de Clubes 2011 saiu da 13ª posição entre os times mais ricos da Europa para disputar o topo desse ranking com o arquirrival madrilenho. Sim, porque em Ligas Espanholas e Champions League, o Barcelona tem nadado de braçada nos últimos anos. Editado aqui pela Larousse, A Bola Não Entra por Acaso (La Pilota No Entra per Atzar, no título original, em catalão) foi escrito pelo empresário e consultor Ferran Soriano, vice-presidente econômico do Barça, nos cinco primeiros anos da retomada. Ajudou-me a entender como o Más que un Club que eu vi festejar como título um quarto lugar na liga espanhola 2000/2001, com um show de Rivaldo nos 3×2 sobre o Valencia (porque representava classificação para a Champions) se tornou esse bicho-papão de títulos na Espanha e Europa. Continuar lendo ““A Bola Não Entra por Acaso””
A Década de Ouro do Peixe
Publicado em 14 de junho de 2011
Uma dica para quem devora tudo sobre o Santos. A Década de Ouro é um livro repleto de dados sobre os anos 60, em que o Santos foi campeão e bicampeão de tudo – em alguns casos, até pentacampeão… Pudera: seu autor, Guilherme Gomez Guarche, é coordenador do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube. Está lá a campanha da Libertadores de 62, decidida contra o Peñarol. Estão no livro de Guilherme Guarche os detalhes da confusa segunda partida da final, na Vila Belmiro. O Santos empatou, o que já lhe daria a taça, deu volta olímpica, no dia seguinte os jornais abriram manchete… mas o juiz botou na súmula que tinha encerrado o jogo por falta de segurança quando o Peñarol vencia por 3×2… Continuar lendo “A Década de Ouro do Peixe”
20 anos do tri tricolor no Brasileirão
O São Paulo vinha de 2 vices seguidos em Brasileiros: em 89, diante do Vasco, e em 90, já com mestre Telê Santana como técnico, diante de um arquirrival, o Corinthians. Na terceira final seguida, o tricolor enfim conseguiu seu tri do Brasileirão.”Cadê o pé-frio?”, perguntou Telê, lembra o recém-lançado livro de Orlando Duarte e Mário Vilela, São Paulo FC – o Supercampeão (Companhia Editora Nacional), que tem os detalhes dessa e muitas outras conquistas.
Primeiro jogo no Morumbi contra o Bragantino de Carlos Alberto Parreira: 1×0 magro, gol de Mário Tilico, que era opção no banco.
O segundo jogo, num 9 de junho como hoje, foi em Bragança Paulista, diante de pouco mais de 12 mil pagantes. O 0x0 deu, enfim, o tricampeonato ao São Paulo (que no fim do ano ganharia o Paulista também). A taça das bolinhas erguida pelo capitão Raí foi o passaporte para saltos aindas maiores: a conquista da América e do mundo, com a Libertadores e o Mundial Interclubes, em 1992. E o espetacular time de Telê Santana ainda daria bis, em 1993. Continuar lendo “20 anos do tri tricolor no Brasileirão”
“Gigantes do Futebol Brasileiro”
Um perfil de Ronaldo Fenômeno é um dos “extras” da nova edição de Gigantes do Futebol Brasileiro (editora Civilização Brasileira). Editado pela primeira vez em 1965 com perfis de 13 craques (Friedenreich, Fausto, Domingos da Guia, Leônidas, Tim, Romeu, Zizinho, Heleno de Freitas, Danilo, Nilton Santos, Gérson, Garrincha e Pelé), o livro ganhou agora textos sobre duas ausências da “convocação” de 65: Didi e Ademir Marques de Menezes, mais o citado R9, Romário, Zico, Falcão, Tostão e Rivellino. A essa lista de craques, adiciono os nomes dos dois autores dos ótimos textos: João Máximo e Marcos de Castro. Vale a leitura. Mesmo.
Palmeiras de roupa nova, inspirada na camisa que venceu a Copa Rio de 1951.
Publicado em 1º de junho de 2011

Aí vai a imagem da nova camisa do alviverde. As novidades são a gola V e o distintivo só com o “P”, como o uniforme usado pelo Verdão que venceu a Copa Rio 1951 – que para o clube de Palestra Itália e muitos pesquisadores foi um mundial de clubes.
No lançamento,a presença de um dos heróis de 1951: o goleiro Oberdan Cattani.
O Palmeiras usou esse distintivo com o “P” na camisa entre 1942 e 1959, quando o emblema atual (que já era símbolo institucional desde 1942) ganhou lugar no lado esquerdo do peito. Um pouco confuso? O site do Palmeiras tem a linha do tempo dos distintivos de camisa e símbolos oficiais.
Dentro do post, o novo uniforme nº 2, com referência às cores da bandeira italiana… e dica de um livro recém-lançado sobre a conquista da Copa Rio de 1951.
O comercial do fornecedor de uniformes é criativo e muito bem feito. Saca só.
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Ao mestre Telê Santana, com carinho
21 de abril. 5 anos que Telê Santana nos deixou. Gostaria de lembrar de um documentário e de um livro sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Está para sair em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho, Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme: Continuar lendo “Ao mestre Telê Santana, com carinho”
Livro: “Os Dez Mais do Vasco da Gama”
Mais um toque de letra do colecionador Domingos D´Angelo: saiu o livro “Os Dez Mais do Vasco”, da coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora. Claudio Nogueira e Rodrigo Taves escrevem sobre os 10 escolhidos: o goleiro Barbosa, o capitão Bellini, Orlando Peçanha, Danilo Alvim, Juninho Pernambucano, Edmundo, Ademir Marques de Menezes (o “Queixada”), Romário, Vavá e Roberto Dinamite. Quantos atacantes! Noite de lançamento: 28 de março, às 19h30, na Saraiva do Botafogo (!) Praia Shopping. Posts sobre outros livros da coleção: Continuar lendo “Livro: “Os Dez Mais do Vasco da Gama””