Ruy Castro e Marcos Eduardo Neves… Craques da literatura estão no bate-papo da série Brasil, Futebol e Livros Continuar lendo “Garrincha, Heleno de Freitas e outros craques”
Mês: abril 2010
Tem figurinha?

Júlio César, Maicon, Daniel Alves, Lúcio, Juan, Luisão, André Santos, Josué, Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano, Kaká, Robinho, Nilmar, Luís Fabiano, Adriano e … Ronaldinho Gaúcho! Se depender das figurinhas, esses 17 estão na Co.., digo, no álbum oficial da Copa do Mundo… São os “convocados” pela editora, que não tem como esperar a lista final dos 23 que efetivamente vão à África do Sul, por questões industriais. Uma pena. Sempre tem uma ou mais figurinhas carimbadas que não vão para o Mundial, seja por opção do técnico, seja por alguma contusão. É o álbum com asteriscos!
Segundo o álbum, entre os 17 “figuras” da nossa primeira adversária, a Coreia do Sul, 7 são jogadores do April 25 (time das forças armadas coreanas), 3 do Amrokgang, 2 do Pyongyang City, mais 1 de Sobaeksu, Rimyongsu e três atuam fora (um no Rostov, da Rússia, um no Omiya Ardija, do Japão, e outro no Kawasaki Frontale, do Japão).
O caldo começa a engrossar quando analisamos o segundo adversário, a Costa do Marfim. Continuar lendo “Tem figurinha?”
“Zico na Rede”

Eu quero ver gol. Se você pensa como a música do Rappa, o documentário Zico na Rede é uma boa pedida. O doc de Paulo Roscio tem 170 dos 831 (!!!) gols de Zico, muitos deles comentados, analisados, explicados. E é cada golaço… O mais bonito, para o próprio Galinho de Quintino, é o tal do gol escorpião(veja!), pelo Kashima Antlers, do Japão: Zico passa da bola, dá um peixinho e, de calcanhar, encobre o goleiro. Continuar lendo ““Zico na Rede””
Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.
Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.
- AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
- Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
- Ba-Vi: Bahia x Vitória.
- Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
- Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
- Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.

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- Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).

- Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
- Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
- Clássico Bisavô: America do Rio x Bangu, desde 1911.
- Clássico da Ilha: o clássico de Florianópolis, Avaí x Figueirense – dica do Cleiton.
- Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
- Clássico da Linguiça: Concórdia x Chapecoense.
- Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Veja a explicação de Juca Kfouri sobre a expressão.
- Clássico da Soja: Cascavel x Toledo.
- Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
- Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário. Agora Clássico dos Clássicos, dica do leitor Roberio.
- Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
- Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
- Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
- Clássico das Multidões (AL): CSA x CRB.
- Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
- Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
- Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
- Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
- Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
- Clássico do Cariri: Icasa x Guarani de Juazeiro, outra dica do leitor Roberio.
- Clássico do Carvão: Criciúma x Próspera.
- Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville.
- Clássico do Vale (Santa Catarina): Metropolitano x Brusque – dica do Cleiton.
- Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
- Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.

- Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
- Clássico dos Gigantes: nome escolhido pelo jornal “Lance!” para Flu x Vasco. Mas não ‘pegou’, certo?
- Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
- Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
- Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
- Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
- Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
- Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
- Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
- Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
- Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.
- Dérbi citadino: Tubarão x Hercílio Luz.
- Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).

- Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão, “Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
- Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
- Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
- Derby rio-clarense ou Briga de Galos: Rio Claro (Galo Azul) x Velo Clube (Galo Vermelho) – dica do Michel.
- DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
- Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.

- Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987). E agora, o filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”
- Ga-Leão: o dérbi limeirense, entre o Independente (Galo) e a Inter de Limeira (Leão) – dica do Michel.
- Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
- GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.

- Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
- Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
- Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
- Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
- Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
- Para-Tiba: Paraná x Coritiba – dica do Cleiton.
- Para-Tico: Paraná x Atlético Paranaense.
- Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
- Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
- Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
- Re-Pa:
Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa. - RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
- SAC-Dino: Sumaré Atlético Clube x Paulínia FC, o “Dino Paulino”
- SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão AC também é conhecido como Clássico Vovô, por ser o mais antigo do estado.
- San-São: Santos x São Paulo.
- Super Clássico: Moto Clube x Sampaio Corrêa
- Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continuar lendo “Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.”
México 1970
Estamos a praticamente 2 meses do pontapé inicial da Copa do Mundo 2010. Chegou às bancas (na sexta-feira) o primeiro DVD da Coleção Copa do Mundo Fifa 1930-2006, lançada pela Abril. E nada mais tentador do que começar a série do que o mítico Mundial de 70, no México. Brasil tri e com show de bola. “Dream team”, apelida o Dossiê preparado pela Placar que vem junto com o filme (veja a capinha mais à direita; o formatinho é de gibi, as informações são valiosas). E o DVD propriamente dito é o filme oficial da Copa de 70, “The World At Their Feet” – com todos os seus problemas (excesso de narração em off, ausência de replays, historinha dispensável – menino fanático que viaja ao México escondido da mãe) e vantagens: filmagem muito boa, em película, e a própria
Copa de 70. Além do show das feras que o Saldanha preparou e o Zagallo comandou na hora H, teve o que é considerado o melhor jogo da história dos Mundiais: Itália 4×3 Alemanha, na semifinal que apontou a Squadra Azzurra como adversária do Brasil na grande final. Até os uniformes das seleções de 70 parecem os mais maneiros de todos os tempos. Repare como o Tostão jogou bola… é brincadeira o que ele faz no lance contra a Inglaterra que terminou com o gol de Jairzinho, o furação da Copa. E as jogadas de Pelé que não terminaram com a bola no fundo da rede, mas entraram para a coleção de imagens clássicas do esporte mundial.
O primeiro volume da Coleção Copa tem ainda 2 extras: biografias de Ronaldo Fenômeno e Roberto Baggio, mais um Top 10 dos gols de longa distância.
Na semana que vem, sai mais um DVD: o filme da Copa de 2002.
LISTA DOS TRICAMPEÕES E A CAMPANHA DO BRASIL:
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Brasil nas Copas: “Nos tempos da Ditadura”
Quinta rodada de Brasil nas Copas, tabelinha de primeira da entrosada dupla MemoFut/Museu do Futebol. No papo deste sábado, as Copas de 1974, na Alemanha, e de 1978, na Argentina. “Nos Tempos da Ditadura” é o tema da vez. Os convidados são os jornalistas Valmir Storti, coautor do livro Todos os Jogos do Brasil (editado pela Abril/Placar em 2006), e Rafael Casé,que escreveu
O Artilheiro que Não Sorria – Quarentinha, o Maior Goleador da História do Botafogo. Certamente vão falar muito sobre a decepcionante campanha da seleção brasileira, detentora do título, no Mundial de 74, ditadura aqui… Lá, show de bola do carrossel holandês, e vitória da azeitada máquina alemã capitaneada por Beckenbauer. E 1978? Copa disputada num país sob uma ditadura (como em 1934, aliás). Estranha goleada dos hermanos sobre o Peru… Brasil, “campeão moral” – menos, menos, porque não jogamos tanto assim). A verdade é que Kempes deu um show. E a Azzurra se preparava para 1982…
Brasil nas Copas rola no Museu do Futebol, no Pacaembu, sábado, a partir de 10h. É de graça, mas convém chegar uns 30 minutos antes para pegar senha.
Um derby de 1945 virou livro
Publicado em 9/4/2010 e atualizado em 27/10/2011
É do deputado – agora ministro do Esporte – Aldo Rebelo (PCdoB-SP) o livro Palmeiras x Corinthians 1945 – O Jogo Vermelho (editora Unesp). Se um time é alviverde e o outro, alvinegro, por que o derby de 1945 é chamado de “o jogo vermelho”? Na época, Palmeiras e Corinthians fizeram um amistoso para ajudar a campanha do Partido Comunista a favor de uma Assembleia Nacional Constituinte. O livro já foi tema de coluna do Ugo Giorgetti no Estadão. O diretor dos filmes Boleiros I e II conta que Aldo Rebelo teve a ideia de pesquisar o tema ao se deparar, na sala de troféus do Palestra Itália, com uma taça que dizia: “Homenagem do Movimento Unificado dos Trabalhadores – 13 de outubro de 1945 – Palmeiras x Corinthians”.
Bayern x Lyon. Destino: estação Santiago Bernabéu.

Um clube alemão, um francês, um italiano e um espanhol que fala catalão são os semifinalistas da Champions League. O Lyon eliminou o atual campeão da liga francesa, o Bordeaux – que hoje ganhou por 1×0 (placar agregado: Lyon 3×2). Já o Bayern de Munique… esse fez a festa em pleno teatro dos sonhos do Manchester United. Eu estava no carro, ouvia a transmissão pela rádio Eldorado/ESPN aqui de São Paulo, e com 6 minutos, o placar de Old Trafford já marcava dois a zero para o time da casa. O Manchester massacrou no começo do jogo. Aos 40, chegou a 3×0. Nani arrebentava, fez 2 golaços! Fatura liquidada? Qual o quê!!! Um golzinho do croata Olic (não é a cara do Ben Linus do “Lost“?) no final do primeiro tempo manteve o Bayern vivo. O goleirão do Manchester, o holandês Van der Sar (a cara do Salsicha, não é Scooby Doo?) começou a fazer das suas. Acho que Van der Sar é um excelente goleiro, está no meu Top 5 mundial. Mas o holandês não fez milagre e, aos 28 do 2º tempo, seu compatriota Robben fez um golão, golão, golão. Segundo do Bayern, contra os 3 do ManUtd. Gol da classificação do time da Baviera para uma semifinal da Liga depois de 8 anos! Agora sim podemos dizer que Bayern – que ganhou o jogo de ida, de virada – se vingou do ManUtd, que venceu a final da Europa em 1999 numa virada inacreditável nas “últimas voltas do ponteiro”. Detalhe: dois holandeses dispensados pelo RealMadrid, Sneijder e Robben, marcaram gols decisivos nestas quartas de final da Champions (o Real nem está mais). E com Inter e Bayern podem chegar à final, marcada exatamente para o Santiago Bernabéu, do Real Madrid, num sábado, 22 de maio. Será que um deles impedirá o bi/tetra do Barcelona de MegaMessi? Façam suas apostas, digo, comentários!
P.S. – Nenhum time inglês nas semifinais. Nas três últimas Ligas, havia 3 clubes ingleses entre os 4 melhores.
Imagens das flâmulas: lojas virtuais do Lyon e do Bayern.
Barça x Inter: quem vai a Madri?
Foi mais um espetáculo de Messi, SuperMessi, “Díos del Fútbol”, de outro mundo, como vibrou a imprensa esportiva da Espanha (Barcelona e Madri!) em outra oportunidade, quando o melhor do mundo marcou “apenas” três gols. Contra o bom time do Arsenal, o argentino marcou quatro, fora o show. 2×2 semana passada, mais 4×1 hoje. Placar agregado: 6×3. O Barcelona segue no caminho de Madri. Destino: estação Santiago Bernabéu, 22 de maio.
No meio do caminho, há uma barreira chamada Internazionale, de José Mourinho, Júlio César, Lúcio, Cambiasso, Sneijder… Eto´o… A Inter despachou o CSKA (2×0 no placar agregado) e volta a uma semifinal da Liga depois de 7 anos.
Vários desafios: o cracaço argentino contra a parede brasileira, Barça x Inter, campeões espanhóis contra italianos, Guardiola x Mourinho, Ibra x Eto´o… e como se não bastasse, podemos ter ainda um confronto entre irmãos: os argentinos Gabriel e Diego Milito. Gabi, defensor azulgrana. Diego, atacante nerazzurri.
Figurinhas
Daqui até o junho é Copa do Mundo em tudo quanto é lugar. TV, rádio (hoje começaram boletins do Max Gehringer sobre os Mundiais na Globo AM e CBN, As Copas de Max), centros culturais como o do Banco do Brasil, no Rio (dia 13/4 tem Ruy Castro e Marcos Eduardo Neves)… a série de palestras Brasil nas Copas, que volta este sábado ao Museu do Futebol, em SP… e até em universidades. A Gama Filho promove uma série de encontros a partir desta quarta-feira, 16h, na Treze de Maio, 681, Bela Vista, SP. No 1º encontro, José Renato Santiago, do MemoFut, fala de futebol e sociedade. É de graça e também pode ser visto no site www.phortetv.com.br. E para quem também gosta de trocar figurinhas, literalmente, está chegando às bancas o álbum oficial da Copa do Mundo. Em 2006, foi uma febre! A capinha que ilustra este texto é de um livro que ouvi falar pela primeira vez na coluna do Dapieve, em O Globo. Il Grande Album dei Mondiali Di Calcio, da editora italiana Rizzoli, reproduz todos os álbuns de figurinhas das Copas editados pela Panini entre 1970 e 2002.
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