Tem figurinha?

10 em 2006, Ronaldinho foi "convocado" pelo álbum oficial...

Júlio César, Maicon, Daniel Alves, Lúcio, Juan, Luisão, André Santos, Josué, Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano, Kaká, Robinho, Nilmar, Luís Fabiano, Adriano e … Ronaldinho Gaúcho! Se depender das figurinhas, esses 17 estão na Co.., digo, no álbum oficial da Copa do Mundo… São os “convocados” pela editora, que não tem como esperar a lista final dos 23 que efetivamente vão à África do Sul, por questões industriais. Uma pena. Sempre tem uma ou mais figurinhas carimbadas que não vão para o Mundial, seja por opção do técnico, seja por alguma contusão. É o álbum com asteriscos!
Segundo o álbum, entre os 17 “figuras” da nossa primeira adversária, a Coreia do Sul, 7 são jogadores do April 25 (time das forças armadas coreanas), 3 do Amrokgang, 2 do Pyongyang City, mais 1 de Sobaeksu, Rimyongsu e três atuam fora (um no Rostov, da Rússia, um no Omiya Ardija, do Japão, e outro no Kawasaki Frontale, do Japão).
O caldo começa a engrossar quando analisamos o segundo adversário, a Costa do Marfim. Continuar lendo “Tem figurinha?”

“Zico na Rede”

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Foto: Divulgação DVD "Zico na Rede"

Eu quero ver gol. Se você pensa como a música do Rappa,  o documentário Zico na Rede é uma boa pedida. O doc de Paulo Roscio tem 170 dos 831 (!!!) gols de Zico, muitos deles comentados, analisados, explicados. E é cada golaço… O mais bonito, para o próprio Galinho de Quintino, é o tal do gol escorpião(veja!), pelo Kashima Antlers, do Japão: Zico passa da bola, dá um peixinho e, de calcanhar, encobre o goleiro.   Continuar lendo ““Zico na Rede””

Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
    • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).
    • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
    • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
    • Clássico Bisavô: America do Rio x Bangu, desde 1911.
    • Clássico da Ilha: o clássico de Florianópolis, Avaí x Figueirense – dica do Cleiton.
    • Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
    • Clássico da Linguiça: Concórdia x Chapecoense.
    • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Veja a explicação de Juca Kfouri sobre a expressão.
    • Clássico da Soja: Cascavel x Toledo.
    • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
    • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário. Agora Clássico dos Clássicos, dica do leitor Roberio.
    • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
    • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
    • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
    • Clássico das Multidões (AL): CSA x CRB.
    • Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
    • Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
    • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
    • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
    • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
    • Clássico do Cariri: Icasa x Guarani de Juazeiro, outra dica do leitor Roberio.
    • Clássico do Carvão: Criciúma x Próspera.
    • Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville.
    • Clássico do Vale (Santa Catarina): Metropolitano x Brusque – dica do Cleiton.
    • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
    • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
    • Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
    • Clássico dos Gigantes: nome escolhido pelo jornal “Lance!” para Flu x Vasco. Mas não ‘pegou’, certo?
    • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
    • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
    • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
    • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
    • Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
    • Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
    • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
    • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
    • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.
    • Dérbi citadino: Tubarão x Hercílio Luz.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
  • Derby rio-clarense ou Briga de Galos: Rio Claro (Galo Azul) x Velo Clube (Galo Vermelho) – dica do Michel.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.https://www.facebook.com/flafluofilme/info
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987). E agora, o filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”
  • Ga-Leão: o dérbi limeirense, entre o Independente (Galo) e a Inter de Limeira (Leão) – dica do Michel.
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
  • Para-Tiba: Paraná x Coritiba – dica do Cleiton.
  • Para-Tico: Paraná x Atlético Paranaense.
  • Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
  • Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SAC-Dino: Sumaré Atlético Clube x Paulínia FC, o “Dino Paulino”
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão AC também é conhecido como Clássico Vovô, por ser o mais antigo do estado.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Super Clássico: Moto Clube x Sampaio Corrêa
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continuar lendo “Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.”

México 1970

Estamos a praticamente 2 meses do pontapé inicial da Copa do Mundo 2010. Chegou às bancas (na sexta-feira) o primeiro DVD da Coleção Copa do Mundo Fifa 1930-2006, lançada pela Abril. E nada mais tentador do que começar a série do que o mítico Mundial de 70, no México. Brasil tri e com show de bola. “Dream team”, apelida o Dossiê preparado pela Placar que vem junto com o filme (veja a capinha mais à direita; o formatinho é de gibi, as informações são valiosas). E o DVD propriamente dito é o filme oficial da Copa de 70, “The World At Their Feet”  – com todos os seus problemas (excesso de narração em off, ausência de replays, historinha dispensável – menino fanático que viaja ao México escondido da mãe) e vantagens: filmagem muito boa, em película, e a própria Copa de 70. Além do show das feras que o Saldanha preparou e o Zagallo comandou na hora H, teve o que é considerado o melhor jogo da história dos Mundiais: Itália 4×3 Alemanha, na semifinal que apontou a Squadra Azzurra como adversária do Brasil na grande final. Até os uniformes das seleções de 70 parecem os mais maneiros de todos os tempos. Repare como o Tostão jogou bola… é brincadeira o que ele faz no lance contra a Inglaterra que terminou com o gol de Jairzinho, o furação da Copa. E as jogadas de Pelé que não terminaram com a bola no fundo da rede, mas entraram para a coleção de imagens clássicas do esporte mundial.
O primeiro volume da Coleção Copa tem ainda 2 extras: biografias de Ronaldo Fenômeno e Roberto Baggio, mais um Top 10 dos gols de longa distância.
Na semana que vem, sai mais um DVD: o filme da Copa de 2002.
LISTA DOS TRICAMPEÕES E A CAMPANHA DO BRASIL:
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Brasil nas Copas: “Nos tempos da Ditadura”

Quinta rodada de Brasil nas Copas, tabelinha de primeira da entrosada dupla MemoFut/Museu do Futebol. No papo deste sábado, as Copas de 1974, na Alemanha, e de 1978, na Argentina. “Nos Tempos da Ditadura” é o tema da vez. Os convidados são os jornalistas Valmir Storti, coautor do livro Todos os Jogos do Brasil (editado pela Abril/Placar em 2006), e Rafael Casé,que escreveu O Artilheiro que Não Sorria – Quarentinha, o Maior Goleador da História do Botafogo. Certamente vão falar muito sobre a decepcionante campanha da seleção brasileira, detentora do título, no Mundial de 74, ditadura aqui… Lá, show de bola do carrossel holandês, e vitória da azeitada máquina alemã capitaneada por Beckenbauer. E 1978? Copa disputada num país sob uma ditadura (como em 1934, aliás). Estranha goleada dos hermanos sobre o Peru… Brasil, “campeão moral” – menos, menos, porque não jogamos tanto assim). A verdade é que Kempes deu um show. E a Azzurra se preparava para 1982…
Brasil nas Copas rola no Museu do Futebol, no Pacaembu, sábado, a partir de 10h. É de graça, mas convém chegar uns 30 minutos antes para pegar senha.

Um derby de 1945 virou livro

Publicado em 9/4/2010 e atualizado em 27/10/2011

É do deputado – agora ministro do Esporte – Aldo Rebelo (PCdoB-SP) o livro Palmeiras x Corinthians 1945 – O Jogo Vermelho (editora Unesp). Se um time é alviverde e o outro, alvinegro, por que o derby de 1945 é chamado de “o jogo vermelho”? Na época, Palmeiras e Corinthians fizeram um amistoso para ajudar a campanha do Partido Comunista a favor de uma Assembleia Nacional Constituinte. O livro já foi tema de coluna do Ugo Giorgetti no Estadão. O diretor dos filmes Boleiros I e II conta que Aldo Rebelo teve a ideia de pesquisar o tema ao se deparar, na sala de troféus do Palestra Itália, com uma taça que dizia: “Homenagem do Movimento Unificado dos Trabalhadores – 13 de outubro de 1945 – Palmeiras x Corinthians”.

Bayern x Lyon. Destino: estação Santiago Bernabéu.

Um clube alemão, um francês, um italiano e um espanhol que fala catalão são os semifinalistas da Champions League. O Lyon eliminou o atual campeão da liga francesa, o Bordeaux – que hoje ganhou por 1×0 (placar agregado: Lyon 3×2). Já o Bayern de Munique… esse fez a festa em pleno teatro dos sonhos do Manchester United. Eu estava no carro, ouvia a transmissão pela rádio Eldorado/ESPN aqui de São Paulo, e com 6 minutos, o placar de Old Trafford já marcava dois a zero para o time da casa. O Manchester massacrou no começo do jogo. Aos 40, chegou a 3×0. Nani arrebentava, fez 2 golaços! Fatura liquidada? Qual o quê!!! Um golzinho do croata Olic (não é a cara do Ben Linus do  “Lost“?) no final do primeiro tempo manteve o Bayern vivo. O goleirão do Manchester, o holandês Van der Sar (a cara do Salsicha, não é Scooby Doo?) começou a fazer das suas. Acho que Van der Sar é um excelente goleiro, está no meu Top 5 mundial. Mas o holandês não fez milagre e, aos 28 do 2º tempo, seu compatriota Robben fez um golão, golão, golão. Segundo do Bayern, contra os 3 do ManUtd. Gol da classificação do time da Baviera para uma semifinal da Liga depois de 8 anos! Agora sim podemos dizer que Bayern – que ganhou o jogo de ida, de virada – se vingou do ManUtd, que venceu a final da Europa em 1999 numa virada inacreditável nas “últimas voltas do ponteiro”. Detalhe: dois holandeses dispensados pelo RealMadrid, Sneijder e Robben, marcaram gols decisivos nestas quartas de final da Champions (o Real nem está mais). E com Inter e Bayern podem chegar à final, marcada exatamente para o Santiago Bernabéu, do Real Madrid, num sábado, 22 de maio. Será que um deles impedirá o bi/tetra do Barcelona de MegaMessi? Façam suas apostas, digo, comentários!

P.S. – Nenhum time inglês nas semifinais. Nas três últimas Ligas, havia 3 clubes ingleses entre os 4 melhores.

Imagens das flâmulas: lojas virtuais do Lyon e do Bayern.

Barça x Inter: quem vai a Madri?

Foi mais um espetáculo de Messi, SuperMessi, “Díos del Fútbol”, de outro mundo, como vibrou a imprensa esportiva da Espanha (Barcelona e Madri!) em outra oportunidade, quando o melhor do mundo marcou “apenas” três gols. Contra o bom time do Arsenal, o argentino marcou quatro, fora o show.  2×2 semana passada, mais 4×1 hoje. Placar agregado: 6×3. O Barcelona segue no caminho de Madri. Destino: estação Santiago Bernabéu, 22 de maio.

No meio do caminho, há uma barreira chamada Internazionale, de José Mourinho, Júlio César, Lúcio, Cambiasso, Sneijder… Eto´o…  A Inter despachou o CSKA (2×0 no placar agregado) e volta a uma semifinal da Liga depois de 7 anos.

Vários desafios: o cracaço argentino contra a parede brasileira, Barça x Inter, campeões espanhóis contra italianos, Guardiola x Mourinho, Ibra x Eto´o… e como se não bastasse, podemos ter ainda um confronto entre irmãos: os argentinos Gabriel e Diego Milito. Gabi, defensor azulgrana. Diego, atacante nerazzurri.

Figurinhas

Daqui até o junho é Copa do Mundo em tudo quanto é lugar. TV, rádio (hoje começaram boletins do Max Gehringer sobre os Mundiais na Globo AM e CBN, As Copas de Max), centros culturais como o do Banco do Brasil, no Rio (dia 13/4 tem Ruy Castro e Marcos Eduardo Neves)… a série de palestras Brasil nas Copas, que volta este sábado ao Museu do Futebol, em SP… e até em universidades. A Gama Filho promove uma série de encontros a partir desta quarta-feira, 16h, na Treze de Maio, 681, Bela Vista, SP. No 1º encontro, José Renato Santiago, do MemoFut, fala de futebol e sociedade.  É de graça e também pode ser visto no site www.phortetv.com.br. E para quem também gosta de trocar figurinhas, literalmente, está chegando às bancas o álbum oficial da Copa do Mundo. Em 2006, foi uma febre! A capinha que ilustra este texto é de um livro que ouvi falar pela primeira vez na coluna do Dapieve, em O Globo. Il Grande Album dei Mondiali Di Calcio, da editora italiana Rizzoli,  reproduz todos os álbuns de figurinhas das Copas editados pela Panini entre 1970 e 2002.

Links:

Ouça As Copas de Max no site da CBN.