Publicado em setembro de 2016

Dezembro de 1976. Fluminense e Corinthians decidiram uma vaga na final do Campeonato Brasileiro no Maracanã. De avião, de ônibus, de moto, de kombis, de tudo quanto é jeito… milhares de corintianos foram ao Rio para ver a semifinal. Diz a lenda que 70.000 fiéis estavam no Maracanã, que recebeu 146 mil pessoas naquela tarde de domingo. O Flu (bicampeão carioca) tinha um timaço, apelidado de Máquina Tricolor. Era uma seleção… Renato, Edinho, Carlos Alberto Torres, Rodrigues Neto, Carlos Alberto Pintinho, Gil, Dirceu e o camisa 10, justamente o ex-corintiano Rivellino – e o treinador Mário Travaglini contava também com o argentino Doval. O Corinthians do técnico Duque tinha um time de guerreiros (Tobias, Superzé, o xerife Moisés, Zé Eduardo, Wladimir, Ruço, Givanildo – Basílio entrou no decorrer-, Vaguinho, Neca, Geraldão, Romeu). Tricolores e alvinegros empataram no tempo normal: 1 a 1 (gols de Pintinho e Ruço). A vaga para a grande final foi decidida nos pênaltis. E aí, deu 4 a 1 para o Corinthians. Na decisão, no Beira-Rio, o mosqueteiro não segurou o Inter de Minelli e Falcão, que se tornou bicampeão brasileiro. Mas o fim do jejum estava próximo.
Quarenta anos depois, a saga do bando de loucos que invadiu o Rio e o Maraca virou documentário: “1976 – O Ano da Invasão Corinthiana“, dirigido por Ricardo Aidar e Alexandre Boechat, para a Canal Azul Filmes, que tem lançado e (vai lançar mais) filmes sobre futebol. Estreia nesta quarta, 29 de setembro, em Sampa, Campinas e São José do Rio Preto. Veja o trailer, cinemas e horários dentro do post. Continuar lendo “1976. O ano em que um bando de loucos invadiu o Maracanã.”





Gente com camisa do Corinthians no trabalho, bandeira do Corinthians na janela, bandeira do Corinthians estendida no carro. Tem jogo hoje? Não, não. Muitos corintianos lembraram do 99º aniversário do time de coração. Na contagem regressiva para o centenário do clube do Parque São Jorge, começa uma série de lançamentos, como