“Washington & Assis – Recordar é viver”.

Publicado em 24 de fevereiro de 2015

Os bustos criados por Antônio Liboredo, em foto de Sergio Duarte, do Rock Flu : https://www.facebook.com/pages/Rock-Flu/1441330556101607?fref=nf
Os bustos criados por Antônio Liboredo, em foto de Sergio Duarte, do Rock Flu : https://www.facebook.com/pages/Rock-Flu/1441330556101607?fref=nf

O Fluminense inaugura nesta noite na sua sede os bustos dos ídolos Washington e Assis. Homenagem póstuma merecida a esses senhores que vestiram com muita garra as belas camisas – tanto a 1 como a 2 – do tricolor das Laranjeiras!

Também nesta terça-feira o Flu-Memória lança o livro “Washington & Assis – Recordar é viver”, obra de Heitor D´Alincourt, Dhaniel Cohen e Carlos Santoro. O livro tem 208 páginas e mais de 600 fotos, muitas ainda inéditas. É bom correr, porque a maioria vai para os tricolores que fizeram vaquinha pelo sistema de crowdfunding.
Nosso amigo tricolor das Laranjeiras, o Serginho Duarte, do Rock Flu, informa que o Casal 20 também é tema da nova exposição interativa na Sala de Troféus do Flu.
Continuar lendo ““Washington & Assis – Recordar é viver”.”

“Recordar é Viver”.

A torcida do Fluminense se mobilizou para viabilizar via “crowfunding” (uma espécie de vaquinha virtual) um livro sobre os ídolos Washington e Assis, que se entendiam tão bem dentro do campo que a dupla ganhou o apelido de “Casal 20”.
E agora os tricolores podem escolher a capa do livro “Washington & Assis – Recordar é Viver”, escrito a 6 mãos por  Heitor D’Alincourt, Dhaniel Cohen e Carlos Santoro. Veja as opções abaixo e vote neste link aqui.

https://www.facebook.com/FluminenseFC?
https://www.facebook.com/FluminenseFC?

Assis se foi. Nem um mês e meio depois de Washington.

FOTO: Bruno Haddad / Fluminense FC
FOTO: Bruno Haddad / Fluminense FC

A notícia entristeceu o domingo, especialmente para os torcedores do Fluminense e do Atlético Paranaense. Assis se entendeu tão bem com seu parceiro de ataque Washington, que a dupla ganhou o apelido de “Casal 20” (título de um seriado de TV bastante popular nos anos anos 80). Por ironia do destino, Washington morreu em 25 de maio. Assis foi embora na madrugada deste domingo, 6 de julho.

Para sacar a importância de Assis para o Fluminense campeão brasileiro em 1981 e tri carioca entre 1983 e 1985, recomendo assistir ao filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”, disponível em DVD e no canal Now. Continuar lendo “Assis se foi. Nem um mês e meio depois de Washington.”

Gols Históricos do Fluminense

Publicado em dezembro de 2010
Um CD que não contém solos de guitarra ou refrões. Mas um monte de gol, golaço, aço, aço, aço, golão, golão, golão. Que lindo! Goool legalll! Marcados por ídolos como Rivellino, Conca, Romerito, Romário, Edinho, Doval, Renato Gaúcho, Fred, Washington Coração Valente, Assis, Mickey, Thiago Neves… Narrados por Waldir Amaral, Jorge Curi, Edson Mauro, Evaldo José, José Carlos Araújo – e referendados por Mário Vianna, comentarista de arbitragem. Com este post sobre o CD 30 Gols Históricos do Tricolor, fecho a série sobre a coleção lançada em bancas pela rádio Globo do Rio no 1º trimestre de 2010, com narrações de gols dos 4 maiores do futebol carioca. Portanto, antes da vitoriosa campanha do Fluminense no Brasileirão.
Mas o CD do tricolor tem as narrações de outras três conquistas nacionais. Se o argentino Conca foi o grande craque de 2010, no Brasileirão de 1984 o ídolo era o paraguaio Romerito (ex-Cosmos) – autor do gol do título (narração: Edson Mauro), no primeiro jogo da final contra o Vasco, Maracanã tomado por mais de 63 mil pagantes. Na segunda e última partida, 0x0, diante de 130 mil no Maraca. Romerito e o técnico Parreira chegaram durante o certame. Para o treinador, no entanto, o jogo mais perfeito taticamente do Flu 84 foi a vitória sobre o forte Corinthians de Sócrates, Zenon, Wladimir e Casagrande: 2×0 na partida de ida da semifinal, no Morumbi. “A exibição do Fluminense foi um primor” (Parreira ao Estadão, 5/12/2010 ). Os gols são narrados por Jorge Curi (o de Assis) e Edson Mauro (o de Tato). Continuar lendo “Gols Históricos do Fluminense”

Troféu USAIN BOLT da 19ª rodada

E o “Troféu Usain Bolt da 19ª rodada” (*) vai para o ala Júnior César, do São Paulo. Aos 48 minutos do segundo tempo, dar aquele pique… mamão com açúcar para Hugo mergulhar e dar a vitória ao São Paulo, depois de uma segunda etapa toda levando sufoco do Sport – a defesa sem pai nem mãe acabou com Miranda e Renato Silva expulsos. O camisa 6 tricolor é outro que sob o comando de Ricardo Gomes voltou a jogar bola. Ele manteve os três zagueiros, mas agora os alas avançam… e como no gol da vitória tricolor, Júnior César saiu da esquerda e procurou espaço vazio na direita.

* Depois do comentário do Maurício Noriega hoje cedo no Bom Dia São Paulo.

Um domingo no estádio

“Bola na trave não altera o placar”, já diziam o cruzeirense Samuel Rosa e o tricolor Nando Reis. O São Paulo mandou três petardos no poste, na quinta vitória seguida no Brasileirão 2009, 3 a 1 sobre o Goiás, e por um dia pintou pela primeira vez na temporada no G4 – pelo menos até o apito final da peleja Internacional x Sport, nesta segunda-feira.

Jorge Wagner voltou a ser "o cara", com assistência e gol. FOTO divulgação VIPCOMM
Jorge Wagner voltou a ser "o cara", com assistência e gol. FOTO divulgação VIPCOMM

Pitacos sobre curiosos comportamentos de torcedor.

  • Tem sempre um mais exaltado chamando de tudo quanto é adjetivo o centroavante fixo na área. Aí o cara vai lá e faz o gol aos 46 do primeiro tempo. Sai aplaudido. Claro que estou falando do Washington. Mas poderia ser de outro centroavante trombador – e fazedor de gols, como foi Serginho Chulapa.
  • Cartão vermelho é festejado quase como gol.
  • Richarlyson voltou a jogar bem, como volante. Foi o responsável por uma das bolas na trave e em outros dois lances teve chances de ampliar. Mas a torcida se “esquece” de cantar o nome dele. Injusto.
  • 30 mil pessoas pagaram ingresso no Morumbi. A expectativa do São Paulo era maior. Mas o torcedor precisa de mais razões para ir com a família ao estádio, além da promessa de um bom futebol. O acesso ao Morumbi será difícil até pelo menos a inauguração da estação de Metrô perto do Shopping Butantã. Estacionamento? Não sai por menos de 30 reais. A menos de meia hora do começo do jogo, havia filas gigantescas nas bilheterias. A impressão é que o estádio do Morumbi está ficando cada vez mais elitista, com camarotes tomando conta do que antes era a geral. Cada dia mais. OK, é justo oferecer um produto que atraia gente com poder aquisitivo. Mas o torcedor que paga 40 reais a inteira, 20 a meia, para levar a família na chamada geral vermelha, poderia ter direito a uma lanchonete também… não apenas uns poucos vendedores ambulantes… Banheiros limpos e de fácil acesso não deveriam se restringir aos VIPs… E por que tantos claros no estádio?Por que não oferecer os setores de menor visibilidade, atrás do gol por exemplo, por preços realmente populares? A Copa é em 2014, legal que os estádios sejam modernizados, mas o torcedor que comparece e ajuda ao time em 209, 2010, 2011, 2012, 2013… merece um bom tratamento. É só tratar bem que ele volta – e traz mais gente.

Feliz ano novo, tricolor. Feliz 2009, Adriano

Estamos no último dia de maio e finalmente o São Paulo venceu e convenceu. 3×0 num adversário de muito respeito, o Cruzeiro, campeão mineiro. Se bem que desconfio que o Cruzeiro está é preocupado com o jogo de volta da Libertadores, 17 de junho, no mesmo Morumbi. Que hoje recebeu 51.800 pessoas. Jogo com (boa) promoção, é verdade, mas o grande público desmente aqueles que vivem criticando a torcida são-paulina, por não ir ao estádio, não dar bola pro Brasileirão. É só trabalhar bem o marketing que vem, sim.  Muricy surpreendeu na escalação, com Borges, Marlos e Junior Cesar. Deixou no banco Dagoberto, Jorge Wagner (!) e Hernanes (que realmente não vive boa fase). Se o elenco precisava de um choque, ver barrados dois heróis das últimas conquistas, como J.Wagner e Hernanes, a estratégia de Muricy funcionou. Tudo bem que o primeiro gol foi meio achado, mas valeu a insistência de Washington, agora com 100 gols em Brasileirões.

FotoDivulgação/VIPCOMM
FotoDivulgação/VIPCOMM

O veloz Marlos estreou muito bem. Pela direita acionou Zé Luís, outro destaque, que cruzou para Borges fazer 2×0. Gol comemorado com saltos mortais e explosão de alegria pelo artilheiro. No segundo tempo, o tricolor cozinhou o jogo, se defendendo com até 7 jogadores, formando autênticos bloqueios na área. Num contragolpe iniciado pelo goleiro Denis, Dagoberto (que entrou no lugar de W9) fez o terceiro gol (veja os 3 gols no GloboEsporte.com). Outro que foi bem: Eduardo Costa, que muitos consideram brucutu. Jogou ali na cabeça-de-área, praticamente como um líbero à frente dos três zagueiros. O tricampeão brasileiro acordou? Já não era sem tempo. Resta saber se jogará assim na volta das oitavas da Libertadores, contra o mesmo Cruzeiro, no mesmo bat-estádio.

Em outro jogo de grande público, Flamengo 2×1 Atlético Paranaense. 71 mil pessoas viram a reestreia de Adriano com a camisa do Flamengo. E foram brindados com um gol do imperador (veja). É o ano dos camisas 9? O Brasileirão vai pegar fogo? A questão é que o líder Internacional venceu mais uma (2×0 no Avaí) e, mesmo de olho na Copa do Brasil, segue 100% no campeonato. O Vitória conseguiu vitória suada e importante sobre o Grêmio e está em segundo, 3 pontos atrás do Colorado. Na Vila, o Peixei derrotou os reservas do Corinthians e também está no G-4, como o Náutico, que empatou com o Flu. O Galo deu uma brecada, ao empatar com o Santo André, sábado, no Mineirão. Obina marcou pelo Palmeiras, que ficou no 2×2 com o Barueri do Pedrão.

COPA 2014 – Confirmadas as 12 cidades que devem receber jogos da copa. Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba,  Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.  Hoje no Morumbi o povo participou da festa do anúncio de São Paulo como uma cidade-sede, com a troca de quilo de alimento por ingresso. A questão é saber se na Copa 2014 o povo brasileiro terá vez no estádios. Pelo menos isso. Porque a conta de tanta obra certamente sobrará para o bolso do contribuinte.