Corinthians 2014-15

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A volta de um ídolo (Elias) e de um técnico vencedor no clube (Mano). A temporada de estreia no alçapão que é a Arena Corinthians. A força da fiel torcida. Fatores que fazem do Corinthians um dos favoritos na briga com o Cruzeiro pelo título do Brasileirão 2014 e na luta pelas vagas da Libertadores.

  • >IN>: Elias, Marcelo Lodeiro, Anderson Martins, Ángel Romero.
  • <OUT<:  Romarinho (El Jaish, do Catar), Cléber (Hamburgo), Julio Cesar (goleiro, foi pro Náutico), Guilherme (Udinese), Jocinei (Lusa).
  • Estrelas da companhia: Cássio, Gil, Ralf, Jadson, Danilo, Guerrero, Renato Augusto, Petros.
  • Técnico: Mano Menezes.
  • Estádio: Arena Corinthians (48 mil lugares). Metrô: Corinthians-Itaquera ou Artur Alvim.

Confira o rolê do blog pela Arena Corinthians na tarde do jogaço Uruguai 2×1 Inglaterra, com show de Suárez (e sem mordidas).

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  • Uniformes: as camisas do Corinthians para o segundo semestre de 2014 foram apresentadas nesta sexta-feira. A camisa 1, branca, volta a ter listras como um uniforme usado de 1971 a 73 (tempos de Rivellino, o Garoto do Parque). O livro “A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil” mostra que em 1929 , 1944,  e entre 2007 e 2009 (era Ronaldo) o Corinthians usou modelos semelhantes: basicamente branco, com listras negras mais – ou menos – grossas. O uniforme #1 alvinegro estreia no dérbi deste domingo contra o centenário rival Palmeiras – o primeiro #derby paulista da novaarena.
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Elias com a nova camisa 1 alvinegra | NikeInc.com

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Recampeão 2013

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Ainda o atual campeão da Libertadores, campeão do mundo, campeão paulista, o Corinthians agora também é o dono da Recopa Sul-Americana. Justíssima conquista, com duas vitórias no clássico Majestoso: 2×1 no Morumbi. 2×0 no Pacaembu. Que estrela, a do Tite. O cara é bom, sem dúvida. Quanto ao São Paulo, precisa começar tudo de novo, do zero. A questão é que quem tem o poder para detonar esse processo de mudança, no momento, não tem legitimidade nenhuma. Passou da hora de Juvenal Juvêncio pedir o boné. Já tem até faixa das torcidas adversárias fazendo juras de amor ao presidente são-paulino.

Algumas coincidências entre os campeões da Libertadores e da Champions League em 2012

A de 2012 é do Corinthians

No ano 102 de sua história, o Sport Club Corinthians Paulista entrou para o clube dos campeões da Libertadores (agora são 23 integrantes). Campeão invicto, com todos os méritos, logo contra o bicho-papão Boca, que jogou pouco e bateu muito (especialmente Santiago Silva e Ervitti) na segunda partida da final, no Pacaembu. Curioso é que o Corinthians já teve times muito mais galáticos do que este, mas só conseguiu o título tão cobiçado com um time de operários, de guerreiros. Um Timão de muita obediência tática e marcação. Um Timão com espírito de Libertadores. Parabéns, Tite -que também entrou de vez no rol dos grandes técnicos brasileiros. Parabéns à diretoria, que de boba não tem nada. Em cinco anos, saiu de um pesadelo para toda a glória da Libertadores. E colhe agora os frutos da manutenção do treinador. Parabéns ao bando de loucos. Em resumo: título esperado, brigado, merecido.

Nesta reta final, 1×1 arrancado em plena Bombonera e 2×0 no Pacaembu, notei algumas coincidências entre o Corinthians, agora campeão da Libertadores, e o Chelsea, vencedor da Champions League – clubes que podem se encontrar em dezembro -se não houver nenhuma zebra na semifinal- no Mundial de Clubes, que será disputado no Japão entre 8 e 18 de dezembro.

  •  Corinthians e Chelsea são dois times de tradição, torcida, muita grana, donos de títulos nacionais, mas até 2012 não tinham o maior título de seus continentes: Libertadores e Liga/Copa dos Campeões.
  •  Nas semifinais, ambos derrotaram os atuais campeões de seus continentes, algo favoritos: o Corinthians eliminou o Santos de Neymar e o Chelsea eliminou o Barcelona de Messi e cia ilimitada.
  • Nas finais, Corinthians e Chelsea derrotaram grandes colecionadores das copas: o Boca Juniors, seis Libertadores, e o Bayern de Munique, quatro Ligas/Copas dos Campeões.
  • Ambos tinham poucos jogadores “feitos em casa”, nenhum entre os titulares que entraram jogando as finais. O que em nada diminui a conquista.Pelo contrário, dadas as adversidades, o tamanhos dos rivais que foram caindo nas fases de mata-mata (o Corinthians derrubou Vasco, Santos, Boca; o Chelsea derrotou Napoli, Barça, Bayern).

Bom, em nome da emoção, tomara que tenhamos Corinthians x Chelsea na final da Copa do Mundo de Clubes.  Imagine só a invasão corintiana no Japão…