Pelezinho, um craque que (não) está no gibi.

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Atualizado em 20 de agosto de 2012
Por falar no estádio Råsunda, o cartunista Mauricio de Sousa divulgou no seu Twitter pessoal e no Facebook da Turma da Mônica uma homenagem do seu estúdio ao local da final da Copa de 1958. A arte foi criada por Flávio Teixeira de Jesus, roteirista da Mauricio de Sousa Produções, e nela volta a brilhar a estrela do Pelezinho, simpático personagem de saborosas histórias em quadrinhos, que no final dos anos 70, começo dos 80, divertiram boleirinhos como este que vos bloga.
Depois da notícia triste (a demolição do Råsunda), a boa nova: Pelezinho vai voltar aos gramados, digo, às bancas.
Segundo a página da Turma da Mônica no Face, o personagem inspirado na infância do rei do futebol retorna aos gibis pelo time da editora Panini Comics Brasil, e reestreia em plena Bienal do Livro.

Pelezinhosubiu pro time de cima em 1976, quando surgiu tirinhas diárias nos jornais. “As Tiras Clássicas do Pelezinho – Volume 1” é um dos primeiros (re)lançamentos da Panini Comis, confira a capa.

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Em 1977, pintou na área a revista Pelezinho, que circulou até 1982, pela editora Abril (fonte: site da Mônica), fora dois almanaques especiais das Copas de 1982 e 1986. A Panini Comics já (re)lançou o primeiro título, “Coleção Histórica Pelezinho” – veja a capa.

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As historinhas e os outros personagens eram inspirados nas memórias da infância de Pelé. Como a japinha Neusinha, a primeira namoradinha real. Você se lembra de outros personagens da HQ? Escreva para o Fut Pop Clube, na página de comentários. Eu começo…

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Uma “Manchete Esportiva” do tempo em que quem dava a bola era o Guarani

Reprodução: capa da “Manchete Esportiva” 08/08/1978, com a foto de Gervásio Batista

Por falar em revistas esportivas brasileiras, tirei do baú do Fut Pop Clube uma edição da saudosa “Manchete Esportiva”, do final dos anos 70. Foi uma segunda fase da publicação, que na sua primeira versão contava com as crônicas de Nelson Rodrigues (reunidas depois no ótimo livro “O Berro Impresso das Manchetes”). O exemplar cuja capa ilustra o post tem data de 8 de agosto de 1978, quando Guarani e Palmeiras se preparavam para “uma final paulista” no Brasileirão de 1978. Bugre e Verdão tinham eliminado o Vasco e Internacional nas semifinais. O Guarani venceria as duas partidas das finais, a primeira no Morumbi e a segunda no Brinco de Ouro. Continuar lendo “Uma “Manchete Esportiva” do tempo em que quem dava a bola era o Guarani”