Museu do Futebol: 2 anos

Na grande área do Museu
Na grande área do Museu

Um passeio no Museu do Futebol (mais de 820 mil visitantes) é um programa muito interessante para torcedores de todas as idades, bandeiras e estados. Já entrou até nos pacotes de turismo cultural por São Paulo.
O museu está acima de clubismos e bairrismos. Um clube da série C tem ficha do mesmo tamanho dos grandes campeões nacionais. Pode ser lembrado de igual para igual na primeira sala, Na Grande Área que lembra visual de bar temático. Destaque para os jogos interativos (motivos de alegria da criançada e muita fila), tributos a Pelé, Garrincha e Copas do Mundo. Confira algumas lembranças de minhas muitas visitas. Continuar lendo “Museu do Futebol: 2 anos”

Gylmar dos Santos Neves, 80 anos

O goleiro Gylmar dos Santos Neves – 80 anos neste 22 de agosto – foi campeão de tudo pela Seleção Brasileira e pelo Santos. E pediu bis. Só que antes também ganhou títulos pelo Corinthians (aliás, defendia o alvinegro quando foi campeão do mundo na Suécia, em 1958, inscrito com a camisa 3). No aniversário do grande goleiro, que começou no Jabaquara, lembro do livro Tributo a Gylmar, Matrix editora, de Marcelo Mello. Continuar lendo “Gylmar dos Santos Neves, 80 anos”

Livro: “Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro”

Publicado em 18 de março de 2010
Dizem que onde eles jogam não nasce nem grama. Sim, eles jogam com a camisa 1. Um deles foi inscrito com a 3 na Copa do Mundo de 1958. Outro, que costuma ser comparado a santo, atua com a 12, que o consagrou. E um contemporâneo desse santo goleiro, de tanto fazer gols na linha de frente, adotou o número 01 nas costas. Sim, vem aí Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro. Texto de Luís Augusto Símon, o Menon, repórter da Revista ESPN  que já lançouTricolor Celeste e Nascido para Vencer!. Menon convocou Barbosa, Castilho, Gylmar, Raul, Leão, Taffarel, Zetti, Rogério Ceni, Marcos, Júlio César e Dida. Muito boas as escolhas. Continuar lendo “Livro: “Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro””

Corinthians, 99

FielGente com camisa do Corinthians no trabalho, bandeira do Corinthians na janela, bandeira do Corinthians estendida no carro. Tem jogo hoje? Não, não. Muitos corintianos lembraram  do 99º aniversário do time de coração. Na contagem regressiva para o centenário do clube do Parque São Jorge, começa uma série de lançamentos, como “Fiel 100 anos”, de Lázaro Simões Neto, o Lalau, “sobre a torcida que tem um time”. Já algum tempo nas estantes, existe o livro do Celso Unzelte para a coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora, Os Dez Mais do Corinthians. Na opinião do 0001-22júri de ilustres corintianos consultados para o livro do Unzelte, os “10 mais” são: o goleiro Gylmar, os laterais Zé Maria e Wladimir, os meias Luizinho, Sócrates, Neto, Marcelinho Carioca e Rivellino e os atacantes Baltazar (“cabecinha de ouro”) e Cláudio Pinho. Uma proposta aos amigos leiitores corintianos. Na sua opinião, quais são os 11melhores jogadores da história do alvinegro?

Museu do Futebol II. Anjos barrocos.

museu4Gilmar (ou Taffarel), Djalma Santos (80 anos), Carlos Alberto Torres, Nilton Santos, Roberto Carlos; Falcão, Didi e Zizinho; Garrincha, Pelé e Ronaldo. Ou que tal um meio com Gérson (Zico), Sócrates e Rivellino (Zagallo)? E um ataque com Romário, Tostão e Rivaldo? Esse timaço virtual que  joga na sala Anjos Barrocos, do Museu do Futebol, ainda conta com Ronaldinho Gaúcho, Bebeto, Jairzinho, Julinho Botelho e Vavá.

Outra sala que emociona no percurso do torcedor é a dos gols. Depoimentos de craques da mídia sobre seus lances favoritos. E narrações de clássicos do rádio esportivo brasileiro.  Osmar Santos, o Pai da Matéria, esmerilha num gol de Jorge Mendonça, o “Jojô Beleza”. Mesmo que você não seja palmeirense, não tem como não se arrepiar. Grande Osmar. Grande Jorge Mendonça!

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“1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil”

Já saiu em DVD o filme sobre a 1ª Copa do Mundo que a Seleção conquistou
Já saiu em DVD o filme sobre a 1ª Copa do Mundo que a Seleção conquistou

“Você sabia?”… O lateral-direito Djalma Santos, bicampeão do mundo pela Seleção – que chegou bem aos 80 anos, no último sábado – só jogou uma partida na Copa de 1958 (o são-paulino De Sordi sentiu uma contusão antes da final, contra os suecos, donos da casa). Djalma, então atleta da Portuguesa (jogaria ainda no Palmeiras e Atlético Paranaense), teria que marcar o ótimo ponta sueco Skoglund. Entrou e deu conta do recado tão bem que acabou escolhido para a seleção da Copa. Essa é uma das histórias contadas no documentário “1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil”, de José Carlos Asbeg, que estreou nos cinemas no ano passado (cinquentenário da conquista) e já saiu em DVD. O filme usa usa cenas oficiais da Copa, cedidas pela Fifa, e ouve depoimentos dos campeões mundiais Djalma, Nílton Santos, Dino Sani, Moacir, Zito, Mazzola, Zagallo e Pepe, mais o preparador Paulo Amaral. Didi, em material de arquivo. Estão no filme  suecos, vice-campeões, como os que marcaram na final, Simonsson e Liedholm (o dele foi um golaço). Franceses, como Just Fontaine, artilheiro recordista, e russos. Jornalistas como Luiz Mendes, Paulo Planet Buarque (que fala a frase que dá título ao filme) e João Máximo. Peraí, não ouviu Pelé? Essa foi uma crítica feita ao filme de Asbeg. Mas quer saber? Pelé já teve um filme inteiro pra ele. E é bom ouvir um pouco mais os outros monstros da bola. Todos salientam a importância para a conquista da Taça do Mundo não só de Pelé, mas de campeões que não estão mais entre nós: Garrincha, Vavá e o vice da CBD, Paulo Machado de Carvalho, que chefiou a delegação. A produção é cuidadosa, no acabamento de artes, nos cenários de entrevistas, na qualidade das imagens, no uso de históricas gravações de rádio em cima das cenas dos jogos –  vozes de locutores esportivos clássicos como Pedro Luiz, Edson Leite e Jorge Cury (a seca narração do gol de Gigghia que deu a Copa de 50 ao Uruguai, em pleno Maracanazzo). O que ficou um pouco confuso foi amarrar o filme todo em torno da decisão – os 5×2 contra a Suécia. E no meio desse momento glorioso ir contando a história: as tristes lembranças de 1950, a folha seca de Didi que classificou o Brasil pra Copa 58 e a campanha vitoriosa na Suécia. CLIQUE AQUI Continuar lendo ““1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil””