Livro: “À Sombra de Gigantes”

Livro: “À Sombra de Gigantes”

Madri. Paris. Londres. Berlim. Lisboa. Cinco dos principais destinos turísticos na Europa. E mais: Munique, Hamburgo, Roterdã, Turim e Glasgow. Em 50 dias, o jornalista Leandro Vignoli, gaúcho de Canoas, acompanhou os jogos de treze clubes especiais, em 10 cidades, de 8 países europeus. O foco não eram os grandes como Real Madrid, PSG, Arsenal, Chelsea, Bayern ou Juve. Mas sim aqueles que lutam para sobreviver, “À Sombra de Gigantes – Uma Viagem ao Coração das Mais Famosas Pequenas Torcidas do Futebol Europeu” – título e subtítulo do livro recém-lançado por Vignoli.

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É interessante, bem escrito e tem muita informação. Os ídolos, a história dos clubes, os estádios, os bairros, o perfil dos torcedores, os rivais. Cada capítulo, um time: St. Pauli, Union Berlin, Munique 1860, Fulham, Millwall, Leyton Orient, Queen’s Park (Escócia), Sparta Rotterdam, Rayo Vallecano, Espanyol, Belenenses, Torino e Red Star, de Paris. Ou seja, a viagem de Leandro Vignoli (com muitas horas de ônibus, hospedagem em hostel e dale fast food, pra economizar) é a trip dos sonhos de quem usa a hashtag “Ódio Eterno ao Futebol Moderno” e qualquer louco por futebol alternativo. Com uma pergunta em mente. Por quê? Por que torcer para times que nunca ganham títulos, ou não ganham há muito tempo?

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Tributo a Cruyff (1947-2016)

Neste post, vamos ver a repercussão da morte de Johan Cruyff. “El Flaco”, o Holandês Voador, morreu nesta quinta-feira, 24 de março de 2016, aos 68 anos, de câncer de pulmão. A começar pelas capas de alguns jornais esportivos que vão para as bancas nesta sexta-feira.

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Na página oficial de Romário no Facebook, o baixinho falou do ex-treinador:

Tive o privilégio de tê-lo como treinador quando joguei pelo Barcelona.
Ele foi, sem dúvida, o melhor treinador que tive, seus ensinamentos serão eternos na minha vida.
Costumo dizer que ele me desafiava muito como jogador e eu buscava ganhar sempre! Até porque seu objetivo era colher bons resultados para a equipe.
Ele sabia como poucos valorizar e explorar o que cada membro da sua equipe tinha de melhor e ele sabia que minha habilidade era fazer gols.
Ele também era uma pessoa justa. Lembro que eu sofria um pouco pela distância de casa. Naquela época, eu era o único jogador do Barcelona de fora da Europa. Ele, então, me concedia alguns dias a mais de folga para que eu pudesse descansar em casa.
Ele se foi precocemente, mas seu legado para o esporte fica. Hoje o futebol perde um de seus maiores ícones e eu perco um amigo.
Descanse em paz, mestre Cruyff.”

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Johan Cruyff. Camisa #14 do time dos sonhos de todos os tempos.

Johan Cruyff. Camisa #14 do time dos sonhos de todos os tempos.

Imagem destacada (acima): https://www.worldofjohancruyff.com/

Morreu Johan Cruyff, 68 anos de rebeldia e revolução. O franzino “El Flaco” tinha forte personalidade, a ponto de tirar uma das listras das mangas do belo uniforme cor de laranja porque o seu patrocinador não era o mesmo da seleção holandesa, que liderou na campanha do vice-campeonato mundial, em 1974, na Alemanha. Eram os tempos do Futebol Total – sua Laranja Mecânica, o Carrossel Holandês, deu um banho nas maiores seleções sul-americanas naquele Mundial.  No Ajax, já tinha sido campeão de tudo – seis vezes campeão holandês, quatro da Copa da Holanda, tricampeão europeu, campeão do mundo (Copa Intercontinental, em 1972).  No Barça, virou o holandês voador por causa deste gol aqui. contra o Atlético de Madrid, e o gigante azul e grená voltou a ser campeão espanhol depois de 14 anos! Jogou também nos EUA (LA Aztecs, Washington Diplomats), no Levante, de Valência, pertinho da Catalunha, e voltou a ser campeão holandês no Ajax e no rival Feyenoord. Retornou ao Camp Nou como técnico, tetracampeão espanhol, e pela primeira vez o Barça foi campeão europeu com o Dream Team treinado por Cruyff. Seu estilo de jogo está no DNA do Barça pra sempre. 

Pra sempre, Cruyff vai ser o camisa 14, titular do time dos sonhos de todos os tempos.

A trajetória de “El Flaco” é brilhantemente contada numa animação do canal Campeones, na série Draw My Life.

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Um minuto de aplauso, aos 14 do primeiro tempo.

No futebol holandês, o eterno camisa 14 da Laranja Mecânica foi ídolo do Ajax e no fim da carreira também foi campeão pelo Feyenoord. Mas na partida contra o Ajax, o estádio todo do Vitesse também aplaudiu Johan Cruyff no minuto 14. O holandês voador sofre de câncer no pulmão, sabe-se agora. As imagens da Ajax TV, canal do clube de Amsterdam no You Tube, são impressionantes (dá pra ver o técnico Frank De Boer aplaudindo na beira do gramado e o cracaço Marco Van Basten nas tribunas).

PSV Eindhoven 2015-16

PSV Eindhoven 2015-16
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Novo uniforme 1 do PSV, by Umbro.

O atual campeão holandês começou a temporada com mais uma taça. A Supercopa da Holanda, que hoje também leva o nome do maior ídolo da história do rival (veja post anterior). O PSV Eindhoven é o maior colecionador da supercopa holandesa (10). E com 22 títulos da liga nacional pode usar duas estrelas sobre o escudo. O time da Philips entra direto na fase de grupos da Champions. Que conquistou em 1987-88, quando o principal título europeu de clubes se chamava Copa dos Campeões.

  • > Chegaram >: Gastón Pereiro (meia ofensivo, ex-Nacional do Uruguai); Davy Pröpper (meio-campo, ex-Vitesse);  Nicolas Isimat-Mirin (zagueiro, ex-Monaco). Fonte: Transfermarkt.
  • < Principais saídas <: Memphis Depay (Manchester United);  Georginio Wijnaldum (Newcastle); Oscar Hiljemark (Palermo), Przemyslaw Tyton (Stuttgart); Nigel Bertrams (Willem II).
  • *** Estrelas *** : Andrés Guardado (ala da seleção mexicana, agora pertence ao PSV); Luuk de Jong, Adam Maher.
  • Técnico: Phillip Cocu.
  • Uniformes: agora o PSV veste Umbro, depois de duas décadas com a Nike.

    Home kit. PSV 2015-16.
    Home kit. PSV 2015-16.

Mais detalhes das 3 camisas do PSV na galeria dentro do post.
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Feyenoord 2015-16

O pessoal da Adidas na Holanda costuma caprichar na apresentações dos uniformes.


Não foi diferente com as novas camisas do Feyenoord.

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Confira mais detalhes do segundo uniforme do Feyenoord. Beeem legal!

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O clube de Roterdã trouxe de volta o bom atacante Dirk Kuyt e comprou Marko Vejinovic, do Vitesse.

 Técnico: Giovanni van Bronckhorst (que jogou como lateral no próprio Feyenoord, Arsenal, Barça).11112835_10152745305606816_6354232005833624634_o
Estádio: De Kuip. Mais de 15 mil torcedores fizeram uma festa danada no primeiro treino do clube na temporada que começa. É tradição no De Kuip. Veja no Twitter do canal Copa90. Caracas!

O elenco, com numeração, dentro do post.
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