Port Said, 1º de fevereiro de 2012. O banho de sangue durante o jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly pelo campeonato egípcio tomou conta do noticiário esportivo e internacional neste meio de semana.
Os relatos assustam: facas e bombas dentro do estádio, jogadores espancados, corpos nos vestiários, torcedores esmagados.
Os números arrepiam ainda mais: 74 mortos, quase mil feridos. Desta vez, não dá para jogar toda a conta da lamentável tragédia na bestial violência de torcidas fanáticas por futebol. Mas num país em convulsão política e social, esses grupos organizados têm um lado, uma escolha partidária.
E como as autoridades fizeram vista grossa, um estádio de futebol infelizmente acaba sendo um cenário fácil para uma batalha de ódio como a que vimos no Egito. Pelo jeito, um ano depois da revolta na praça Tahir, o Egito ainda longe da paz.
Uma dica de leitura que não fala dos conflitos no Egito, mas têm capítulos sobre o envolvimento de torcidas organizadas na política partidária, atuando como milícias: Continuar lendo “Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.”

Com uma ajudinha do transado
16 gols na primeira rodada. Média (excelente) de 4 por jogo. A Copa das Confederações 2009 começou bem – não vi nada do empate sem gols entre a dona da casa, a África do Sul do papai Joel Santana e o Iraque. Depois, foi aquele chocolate da Espanha sobre a Nova Zelândia. 5 a 0! Com os 3 gols do Fernando Torres, assim, de cara, não contava Luís Fabiano -louquinho para ser artilheiro e garantir a camisa 9 verde-amarela em 2010… A Fúria, campeã da Eruro 2008, é uma das grandes favoritas agora (mesmo sem Iniesta) e daqui a 360 dias. Mas também que grupinho baba pegou… A chave do Brasil é bem mais equilibrada. Que o diga este 4×3, depois de virar 3×1 e deixar o Egito empatar!