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Coluna de Música do Fut Pop Clube
Foto: The Ultimate Music
Joey Belladona, o vocalista da banda Anthrax, que abre o show do Iron Maiden neste sábado, no Allianz Parque, ganhou uma camisa do time de futebol americano do Verdão, Palmeiras Locomotives. O pesadíssimo Anthrax é de Nova York e é contemporâneo da geração de bandas como Metallica, Slayer e Megadeth, com quem forma o Big 4 do thrash metal americano. Belladona, Scott Ian, Frank Bello, Charlie Benante e Jon Donais estão na turnê do álbum For All Kings, o 11º da banda.
No sábado, dia do show, o pessoal do Iron Maiden, headliner da noite de peso no estádio do Palmeiras, deve ganhar uma camisa do alviverde.
Neste post, vamos ver a repercussão da morte de Johan Cruyff. “El Flaco”, o Holandês Voador, morreu nesta quinta-feira, 24 de março de 2016, aos 68 anos, de câncer de pulmão. A começar pelas capas de alguns jornais esportivos que vão para as bancas nesta sexta-feira.
Tive o privilégio de tê-lo como treinador quando joguei pelo Barcelona.
Ele foi, sem dúvida, o melhor treinador que tive, seus ensinamentos serão eternos na minha vida.
Costumo dizer que ele me desafiava muito como jogador e eu buscava ganhar sempre! Até porque seu objetivo era colher bons resultados para a equipe.
Ele sabia como poucos valorizar e explorar o que cada membro da sua equipe tinha de melhor e ele sabia que minha habilidade era fazer gols.
Ele também era uma pessoa justa. Lembro que eu sofria um pouco pela distância de casa. Naquela época, eu era o único jogador do Barcelona de fora da Europa. Ele, então, me concedia alguns dias a mais de folga para que eu pudesse descansar em casa.
Ele se foi precocemente, mas seu legado para o esporte fica. Hoje o futebol perde um de seus maiores ícones e eu perco um amigo.
Descanse em paz, mestre Cruyff.”
Morreu Johan Cruyff, 68 anos de rebeldia e revolução. O franzino “El Flaco” tinha forte personalidade, a ponto de tirar uma das listras das mangas do belo uniforme cor de laranja porque o seu patrocinador não era o mesmo da seleção holandesa, que liderou na campanha do vice-campeonato mundial, em 1974, na Alemanha. Eram os tempos do Futebol Total– sua Laranja Mecânica, o Carrossel Holandês, deu um banho nas maiores seleções sul-americanas naquele Mundial. No Ajax, já tinha sido campeão de tudo – seis vezes campeão holandês, quatro da Copa da Holanda, tricampeão europeu, campeão do mundo (Copa Intercontinental, em 1972). No Barça, virou o holandês voador por causa deste gol aqui. contra o Atlético de Madrid, e o gigante azul e grená voltou a ser campeão espanhol depois de 14 anos! Jogou também nos EUA (LA Aztecs, Washington Diplomats), no Levante, de Valência, pertinho da Catalunha, e voltou a ser campeão holandês no Ajax e no rival Feyenoord. Retornou ao Camp Nou como técnico, tetracampeão espanhol, e pela primeira vez o Barça foi campeão europeu com o Dream Team treinado por Cruyff. Seu estilo de jogo está no DNA do Barça pra sempre.
Pra sempre, Cruyff vai ser o camisa 14, titular do time dos sonhos de todos os tempos.
A trajetória de “El Flaco” é brilhantemente contada numa animação do canal Campeones, na série Draw My Life.
O samba campeão de Neguinho da Beija-Flor poderia ter sido alterado neste 20 de março de 2016:
Domingo/eu vou ao … Pacaembu“
E trinta mil pessoas foram ao Pacaembu para torcer pelo time de que são fãs, ou simpatizantes, ou ainda para testemunhar um Fla-Flu histórico. Sem Maracanã nem Engenhão, Flamengoe Fluminensejogaram pela segunda vez na história no estádio Paulo Machado de Carvalho, a mais de 400 km do Rio. Um clássico que mostrou o potencial de atração do futebol carioca. Seja no Maraca, em Brasília, Manaus ou Sampa.
A torcida tricolor ficou no tobogã
Pacaembu quase todo rubro-negro
As torcidas deram as caras, especialmente a rubro-negra. Mas sem as bandeiras que fazem a colorida festa no Maraca – os mastros são proibidos nos estádios de Sampa, o futebol ficou devendo. Verdade que tinha um sol para cada jogador, pra cada torcedor, numa tarde de Pacaembu carioca – faltou o mate e o biscoito Globo. E gols, ao menos. Um 0x0 como em 1942.
O Cosmos, atual campeão da NASL, divisão do “soccer” logo abaixo da MLS, está com nova fornecedora de material esportivo. A Under Armour apresentou os novos uniformes do time de Nova York esta semana.
Atlético de Madrid nas quartas de final da Champions.
Se faltou gol nos 210 minutos deste mata-mata com o bravo PSV treinado pelo Cocu, não faltou emoção. Nem cobranças de pênalti bem convertidas, até o oitavo batedor do PSV.
Cruzeiro, Racing Club, seleção argentina e River Plate manifestaram luto pela morte do seu ex-zagueiro Roberto Perfumo– os millonarios jogaram com tarja preta na manga da camisa no empate (1-1) contra o São Paulo, no Monumental de Nuñez. O Mariscal morreu hoje, aos 73, depois de cair de uma escada, num restaurante de Puerto Madero!
O #Cruzeiro está de luto. Morre Roberto Perfumo. Um dos maiores que com tanta raça defendeu nossas cores.
Os campeões mundiais de 1967 IMAGEM Página do Racing Club no Facebook
Na Raposa, jogou ao lado de gente como Raul, Nelinho, Procópio, Wilson Piazza, Darci Menezes, Zé Carlos, Eduardo, Roberto Batata, Dirceu Lopes, Palhinha, Joãozinho. Foi tricampeão mineiro (72, 73 e 74). Antes de pendurar as chuteiras, em 1978, Perfumo também foi tri pelo River (Metropolitano 1975, Nacional 75 e Metropolitano 77). Vestiu a camisa albiceleste da Argentina37 vezes, atuando em duas Copas del Mundo (1966 e 1974). Nas finais da Libertadores de 1976, contra seu ex-time (Cruzeiro 4×1, 1×2 e 3×2 River), o zagueiro argentino usou de toda a sua malícia pra tirar o furacão Jairzinho do 3º e decisivo jogo. Perfumo já não ia jogar mesmo em Santiago, por causa de uma lesão. Na malandragem, provocou o furacão da Copa de 70 e conseguiu a expulsão do cruzeirense. Mas no fim das 3 partidas aquele Cruzeiro espetacular levou a melhor…
O marechal também foi técnico e comentarista. O arquirrival do Racing, o Independiente, também rendeu homenagem ao Mariscal Perfumo. Continuar lendo “Roberto Perfumo, ‘El Mariscal’ (1942-2016)”→
O Camp Nou, maior estádio da Europa, projeto de Francesc Mitjans inaugurado em 1957 que hoje comporta 99 mil culés, vai aumentar um pouco mais. Ele é assim:
Impressionante o panorama do Camp Nou lotada durante o dia. FOTO Marta Becerra / FCB | http://www.fcbarcelona.com
E vai ficar assim, com capacidade para 105 mil blaugranas:
O projeto escolhido é o da equipe japonesa Nikken Sekkei e do escritório Joan Pascual i Ramon Ausió Arquitectes. Dá pra ver nas imagens abaixo que parte do estádio será coberta, mas na fachada do gigantesco estádio haverá aberturas para o entorno do novo Camp Nou. Segundo o Barça, é uma proposta “aberta, elegante, serena, mediterrânea e democrática”, que se destaca pela relação com o entorno, dando profundidade, gerando sombras e fazendo com que os sócios sejam os protagonistas da fachada e participem do espaço livre.
acebook.com/fcbarcelona
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Preço da reforma? 400 milhões de euros! Começa em maio de 2017 e o fim dos trabalhos está previsto para fevereiro de 2021. O Barça seguirá jogando no Camp Nou, com fechamento de alguns setores ao longo dos quatro anos de obras.