A gente falou aqui do estande do Fluminense, na Bienal do Livro, que está bombando no Riocentro.
Pois bem. Esta semana o Botafogo lançou o livro “General Severiano – 100 Anos de um Campo Glorioso” (BB Editora). Este mês ainda vai rolar outra noite de autógrafos, na zona sul do Rio.

Pela BB Editora, estão saindo vários livros sobre futebol.
Outro lançamento recente foi o livro que mostra as imagens do título paulista de 2013 do Corinthians, em fotos em fotos de Daniel Augusto Jr. O título é bom: “Ganha Muito”. Boa sacada.
Categoria: Livros sobre futebol
De letra: o estande do Fluminense na Bienal do Livro.
Sugestão e produção: Sérgio Duarte, do programa Rock Flu
Dica do Sérgio Duarte, do programa Rock Flu. O Fluminense vai ser o primeiro clube de futebol a ter um estande na Bienal do Livro, no Riocentro, que começa nesta quinta-feira e vai até 8 de setembro. Lá no estande tricolor, vão rolar lançamentos, relançamentos, homenagens e bate-papos com jornalistas e escritores (programação completa no site do clube).
A Bienal também terá um Placar Literário, para debater a literatura boleira. Curadoria do jornalista João Máximo. 10!
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Um livro sobre o Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto.

O jornalista Igor Ramos lançou ontem, em Ribeirão Preto, um livro sobre um dos clássicos mais tradicionais do interior paulista: “Come-Fogo – Tradição e Rivalidade no Interior do Brasil”.
Quem teve acesso aos livros anteriores de Igor Ramos, sobre o Botafogo e sobre o Comercial, já pode imaginar a qualidade do material.
Parabéns ao autor e aos torcedores da Pantera e do Leão. Viva o Come-Fogo! Continuar lendo “Um livro sobre o Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto.”
Os primeiros uniformes do Bayern de Munique
Publicado em agosto de 2013
A primeira camisa do Bayern de Munique, fundado em 27/02/1900, era azul celeste! Cor do clube de ginástica Münchner TurnVerein 1879, de onde vieram os jogadores que fundaram o Bayern. Está no livro “A História das Camisas dos 10 Maiores Times da Europa”, de Maurício Rito e Rodolfo Rodrigues, lançado pela Panda Books.
Dois anos depois da fundação, o FCB adotou o branco. O vermelho veio em 1906, com a fusão com o Münchner Sport Club. Entre 1909 e 1912, o Bayern usou listras azuis e vermelhas – imagens das ilustrações abaixo, feita por Mauricio Rito, no capítulo do Bayern do livro.

É todo assim o livro, que mostra: no final dos anos 30, o Bayern, então presidido e treinado por judeus, foi obrigado a usar o símbolo do partido nazista entre 1938 e 45. O capítulo do gigante vermelho da Baviera tem até os uniformes usados na temporada 2013-2014 da Bundesliga, o começo da nova era Guardiola, com Bayern x Borussia Mönchengladbach, na Allianz Arena – aliás, como o início da temporada 2011-12 ! Continuar lendo “Os primeiros uniformes do Bayern de Munique”
“Nós Acreditamos”
Eis a capa do livro “Nós Acreditamos”, que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting escreveram, sobre a campanha do Galo, campeão da Libertadores 2013. Lançamento pela BB Editora. Tarde de autógrafos em São Paulo: domingo 13 de outubro, no Bar do Parque, onde a Galosampa se reunirá para ver o clássico contra o Cruzeiro: Rua D. Germaine Burchard, 283, na Barra Funda. Continuar lendo ““Nós Acreditamos””
Eu acredito, tu acreditas, eles acreditam. Nós acreditamos…
- Nos últimos meses, os torcedores do Galo conjugaram o verbo acreditar à beça, não? A gente já mencionou aqui o livro que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting escrevem, sobre a primeira Libertadores atleticana. Chama-se “Nós Acreditamos” e sai no mês que vem, pela BB Editora.
- A editora Panda Books e a rádio I t a t i a i a, de Belo Horizonte, preparam um audiolivro. “Eu Acredito! Atlético Campeão da Libertadores 2013“. São 3h de áudio, com a narração de todos os 29 gols da campanha campeã, as defesas milagrosas que levaram à beatificação e canonização de Victor para os atleticanos, e a íntegra da emocionante final contra o Olimpia, no Mineirão. Narração de Mário Henrique Caixa. Capa abaixo. Fica pronto em 12 de agosto e já está em pré-venda no site da Panda.

* 1971 * O(s) Ano(s) do Galo * 2013
_ Galooo!
É praticamente impossível passar um tempo em Belo Horizonte sem ouvir esse grito, às vezes do nada.
Imagine nesta semana em que o Atlético ganhou de forma indiscutível sua primeira Copa Libertadores. Indiscutível barra emocionante barra épica!

Antes da estranha e política unificação dos títulos nacionais, que misturou campeonatos e copas, o Atlético Mineiro era considerado o campeão do primeiro Brasileirão. Em “1971 – O Ano do Galo”, o jornalista Marcelo Baêta relata essa campanha, de um Galo comandado por Telê Santana. Pé frio? O mestre foi campeão brasileiro no começo da carreira! E resolveu pagar uma promessa com uma caminhada de quase 80 quilômetros entre Belo Horizonte e Congonhas do Campo, interior de Minas Gerais. Só que não. O mestre não conseguiu completar o percurso a pé, não. Também está na linda biografia de Telê escrita por André Ribeiro, “O Fio de Esperança”.
Dizem por aí que alguns torcedores estão terminando de pagar, agora em 2013, a promessa que o mestre Telê inventou em 1971… De BH a Congonhas do Campo!
E não é pra menos. Tem mais é que agradecer a graça alcançada, mesmo, conquistar essa pantera… Libertadores, sua linda! Obscuro objeto do desejo não só de Luís Buñuel como de todos os sul-americanos. Na primeira fase, o “Galo Doido” tocou um metal arrasa-quarteirão. Venceu o São Paulo (campeão da Sul-Americana 2012) no Horto, goleou duas vezes o Arsenal (campeão do Clausura 2012 na Argentina) , superou o Strongest outras duas vezes, só perdeu para o São Paulo no Morumbi quando a classificação e a melhor campanha já estavam garantidas.
Nas oitavas, o Galo atropelou o confuso São Paulo de Ney Franco, que entrou em crise que parece interminável.
Nas quartas, o imponderável começou a entrar em campo. Na partida de ida, no México, o Tijuana saiu na frente, chegou a abrir um confortável 2×0, mas o Galo empatou. O Atlético e um ofensivo Tijuana empatavam em 1×1 na partida de volta, no Horto, o que dava a classificação para o Galo. Pênalti para o Tijuana no finalzinho do jogo. Se convertido, teria o peso de um “gol de ouro” para os mexicanos, morte súbita para os mineiros. A defesa que elevou o goleiro Victor a categoria de santo valeu como um goooooolllllll!!!!!!!!
Semifinais: em Rosário, o Newell´s de Gerardo Tata Martino (agora o novo técnico do Barcelona) fez 2×0. Você pensa: ferrou para o Galo. Qual o quê? No jogo do Yes We C.A.M., Bernard marcou logo. Aí você pensa. Vai ser mais fácil do que se esperava. Qual o quê? O segundo gol, que levava a partida para os pênaltis, só saiu nos acréscimos. Jô e Richarlyson isolaram… mais os argentinos também desperdiçaram… e Victor operou o segundo milagre! Na primeira partida da final, no Paraguai, R10 pouco jogou. O Galo parecia contente com 0x1, aí tomou o segundo gol nos últimos instantes. O mosaico da torcida do decano Oimpia – “El Rey de Copas quiere la quarta [Copa Libertadores] – parecia mais real que mosaico 3D de time alemão.
Só que a massa atleticana disse “Eu Acredito” e lotou não o Horto, mas o Mineirão, que comporta o triplo de crédulos. Os gols saíram no segundo tempo… Jô logo no começo da etapa final. E quando Leonardo Silva marcou o segundo, parecia que o terceiro era questão de tempo. Qual o quê? Cuca, Alexandre Kalil e o grito de Galooooooo tiveram que esperar mais 30 minutos de prorrogação e os pênaltis. Ô boca a minha no Twitter: “Hora de Victor entrar em ação”.
- Essa saga – a história louca do Galo campeão da Libertadores 2013, que deixou o técnico lelé da Cuca na beira do gramado, festejando como ‘jogador’ de video-game – será muito melhor contada, com muito mais informação, detalhes e graça no livro que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting estão escrevendo. Vai se chamar “Nós Acreditamos” e deve sair pela BB Editora em agosto.
Centenário do Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre.

Neste 14 de julho, o Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre, completa 100 anos. Diferentemente do Cruzeiro Esporte Clube, de Belo Horizonte, o torcedor do Cruzeiro de POA se chama cruzeirista. O clube estrelado foi campeão gaúcho em 1929, da segundona estadual em 2010 e de vez em quando apronta no campeonato estadual. Um dos apelidos do Cruzeiro é Leão da Montanha, referência a um dos muitos estádios que o clube já possuiu (e teve que deixar). O estádio da Montanha, na “Colina Melancólica”, assim chamada por ser uma região de cemitérios porto-alegrenses. Não deu outra. Em 1970, o Cruzeiro teve que se despedir da Colina e o estádio da Montanha virou um cemitério vertical. Ainda hoje o cemitério João XXIII tem uma parte da arquibancada, o que pode ser visto neste vídeo aqui. Essa história foi lembrada por um dos mais célebres cruzeiristas, o escritor Moacyr Scliar (1937-2011), no livro “A Colina dos Suspiros”, uma ficção inspirada no Cruzeiro e seu campo mais famoso.
Catalogado como literatura infanto-juvenil, A Colina dos Suspiros (Editora Moderna) é uma leitura leve e divertida – na real, indicada a todos que se interessam por ficções sobre futebol. Conta a história do Pau Seco, seu estádio, numa colina, vendido a um cemitério, pagamento em jazigos, jogadores negociados em troca desses túmulos- como a história o Cruzeiro, do coração de Moacyr Scliar – a rivalidade com o União e Vitória, coronéis, empresários, exportação de jogadores…Ironia e tragédia se misturam. Final surpreendente. Recomendado!
Depois da morte de Moacys Scliar, o Cruzeiro entrou em campo com uma tarja preta de luto, na partida contra o Grêmio, pela semifinal da Taça Piratini (1º turno do campeonato gaúcho), em 2011. O escritor herdou a paixão do pai, José Scliar. Em 2010, Moacyr escreveu uma coluna no jornal Zero Hora, festejando a volta do Leão à elite do futebol gaúcho. Na crônica (leia aqui), Moacyr Scliar cita o livro A Colina dos Suspiros.
A venda do estádio da Montanha coincidiu com um período de decadência do tradicional clube estrelado, até a retomada, nessa década. O campo seguinte, o Estrelão, já não pertence ao Cruzeiro. No ano do centenário, sobe a Arena Cruzeiro, em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre. Deve ter capacidade para 15 mil cruzeiristas.
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Livro conta a história das camisas de alguns dos maiores times da Europa
Publicado em julho de 2013

Você sabia que durante a Segunda Guerra, o Bayern de Munique (que tinha presidente e técnico judeus) foi obrigado a usar o escudo do Partido Nacional Socialista, dos nazistas?
Por que o FCB do distintivo do Barça virou CFB entre 1939 e 1974?
Em que período da vida política italiana a Internazionale de Milão virou Ambrosiana e usou uma camisa branca com a cruz vermelha símbolo da cidade, depois relançada em 2007?
Você sabia que o durante o período fascista na Itália, o Milan (nome da cidade de Milão em inglês, em homenagem aos fundadores do clube) foi obrigado a “italianizar” o nome, para Milano, e teve que ostentar um distintivo fascista em amistosos internacionais?
E que o Corinthian inglês (que inspirou nome e camisa do Corinthians Paulista) também influenciou a escolha da camisa, branca, do Real Madrid, em 1902?
E que o Arsenal, fundado em 1886, só começou a usar o tradicional uniforme vermelho com as mangas brancas em 1933?
Quando o Manchester United adotou seu uniforme vermelho?
Quais eram as cores do Liverpool, quando foi fundado, em 1892?
Que clube inglês influenciou o uniforme “bianconero” da Juve, depois que a Vecchia Signora usou uma ‘malha rosa’, em seus primeiros passos?
“Blue is the colour, football is the game”. Mas em que ano o Chelsea, fundado em 1905, adotou o azul-royal?
Tudo isso está no livraço “A História das Camisas dos 10 Maiores Times da Europa” (Panda Books), de Mauricio Rito e Rodolfo Rodrigues, que acaba de chegar às livrarias.
Cada mudança importante no “manto” dos clubes citados, desde o ano de suas fundações, é mostrada pelas ilustrações de Mauricio Rito e pesquisa de Rodolfo Rodrigues, no padrão de lançamentos anteriores da Panda, como “A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil” e “A História das Camisas de Todos os Jogos das Copas do Mundo”. Mais de 1.400 camisas foram reproduzidas – já tem os uniformes da temporada 2013/2014, como as cores da ‘senyera’ no uniforme 2 do Barça. Detalhes como mudanças de escudo, de fornecedores de material esportivo e patrocinadores não são esquecidos. Há ainda um capítulo especial sobre as decisões da Copa/Liga dos Campeões, desde 1956 – com o desenho dos uniformes usados pelos finalistas, claro!
Veja o flyer da noite de autógrafos dentro do post.
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Lançamento: “O Velho e a Bola”

A seção Flyer informa: foi lançado na sede do Botafogo, em General Severiano, um livro de 40 crônicas sobre Nilton Santos, o lateral-esquerdo chamado de ‘Enciclopédia do Futebol’, porque sabia tudo do tal esporte bretão. “O Velho e a Bola – A Trajetória de Nilson Santos nas Crônicas de Jacinto de Thormes (Maquinária Editora)”. Jacionto de Thormes era um pseudônimo do jornalista Maneco Muller (que morreu em 2005), que escreveu os textos depois de conversas com o ‘Enciclopédia’. As crônicas foram publicadas originalmente na “Última Hora” e reunidas agora pelo alvinegro Rafael Casé. Mais do que interessante! Continuar lendo “Lançamento: “O Velho e a Bola””









