Zidane, Ronaldo, Figo, Roberto Carlos, Beckham, Casillas, Raúl, Guti… Não faz tanto tempo que todas essas feras jogavam no Real Madrid. Em 23 de abril de 2005, os galáticos receberam o Villarreal. Jogo escolhido pela produção do filme Zidane, Um Retrato do Século XXIpara um documentário hi-tech sobre o cracaço de bola. Nada menos que 17 câmeras foram usadas pelo escocês Douglas Gordon e pelo Philppe Parreno, argelino radicado em Paris. Continuar lendo “Futebol-arte: “Zidane – Um Retrato do Século XXI””→
Ufa! Como diria Silvio Luís, “encha o peito, solte o grito da garganta e confira comigo no replay”: Brasil campeão da Copa das Confederações. Tricampeão! Se bem que o primeiro tempo mostrou uma seleção americana arrasadora no contra-ataque. PARA LER TUDO, CLIQUE AQUIContinuar lendo “No país das vuvuzelas, Brasil campeão”→
Hoje tem Seleção. Brasil x Estados Unidos decidem a Copa das Confederações. Numa recente visita a uma loja de discos, achei um CD lançado na época da última Copa do Mundo. Play Brazil, da WEA Latina, acredito que para o mercado internacional. Apesar da capa bem clichê, vale conferir, especialmente pelo repertório, 10! Começa bem com Gilberto Gil e o Balé de Berlim. LEIA TUDO CLICANDO AQUI. Continuar lendo “Toca, Brasil”→
Como vocês sabem, Luxemburgo caiu no Palmeiras. Muricy e Abel são os nomes mais cogitados. Curiosamente, um dia antes da demissão do treinador campeão paulista de 2008, saiu a edição de julho da revista Placar, que chegou às bancas paulistas com pergunta na capa: “Trio de Ferro?” e fotos de Muricy, Mano Menezes e Luxemburgo. A reportagem de Ricardo Perrone e Arnaldo Ribeiro convida o leitor a descobrir “por que nem os três melhores treinadores do país têm estabilidade de emprego”.
Na sua 4ª passagem pelo Palestra Itália, Luxemburgo venceu 60 partidas, empatou 25 e perdeu 25. Somando as quatro passagens – 93/94, 196, 2002 e 2008/09 – são 221 vitórias, 81 empates e 65 derrotas (aproveitamento de 67,5% – infos do Palmeiras.)
Foto Divulgação/VIPCOMM
Pelos lados do Morumbi, em tarde fria e chuvosa, Ricardo Gomes estreou com vitória: 2×0 sobre o Náutico. Em Barueri, o Galo mineiro perdeu a invencibilidade -4×2 para o Barueri- mas segue na ponta. De olho na final da Copa do Brasil, o Corinthians perdeu na Arena da Baixada. Furacão 1×0. E de olho na semifinal da Libertadores, o Cruzeiro fez 1×0 no Avaí no Mineirão. Surpresa do sábado: a goleada do Goiás sobre o Bota, em pleno Engenhão: 4×1. Na série B, o Guarani permanece invicto e lidera. Completam o G4: Brasiliense, Atlético Goianiense (3 vitórias seguidas) e a grande rival do Bugre, a Ponte Preta – seguida de muito perto por Lusa e Vasco (6º lugar).
Está para sair (em 7 de julho) um livro muito interessante para quem se interessa pelas evolução dos uniformes de grandes clubes brasileiros (os 12 listados aí em cima nas tags). A História das Camisa dos 12 Maiores Times do Brasil – golaço do admistrador de empresas Paulo Vilhena Gini, um dos maiores colecionadores de uniformes do mundo, e do jornalista quase xará de goleiro uruguaio Rodolfo Rodrigues, que já lançou vários almanaques e livros como Escudos dos Times do Mundo Inteiro. Mais de 1.900 uniformes ilustram o livro, que infelizmente não sai muito barato: R$ 64,90. Mas que é um belo presente, ah, isso é. Continuar lendo ““A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil””→
O capitão do São Paulo, Rogério Ceni, já faz corridinhas em volta do gramado, no centro de treinamento do tricolor.
Foto Divulgação/VIPCOMM (26/06/09)
O goleiro-artilheiro fraturou o tornozelo esquerdo em 13 de abril, foi operado em seguida e o tempo de recuperação é estimado em três, quatro meses. Ou seja, ainda falta pelo menos um mês para a volta do capitão tricolor. Por falar em Rogério, o SPFCpedia (excelente blog de curiosidades tricolores feito pelo Michael Serra) publicou uma lista de pênaltis defendidos por Rogério Ceni. Incompleta, salienta o Michael. A relação considera bola rolando e disputas de pênaltis. O SPFCpedia lista pelo menos 33 defesas, desde uma partida contra o Tenerife pelo torneio de Santiago de Compostela, na Espanha – uma das primeiras de Rogério no time de cima do São Paulo (o titular era Zetti). Continuar lendo “O camisa 01 volta a treinar”→
Cruzeiro e Estudiantes saíram na frente nas semifinais da 50ª Libertadores. A Raposa leva para o Olímpico de Porto Alegre o 3×1. Aquele golzinho do Souza (golzinho? golão, diria o amigo gremista), de falta, pode fazer diferença. Como o Souza faz uma falta danada pro São Paulo. Em La Plata, o Estudiantes venceu por um a zero e na quarta-feira pode empatar com o Nacional no Centenário.
A África do Sul de Joel Santana resistiu (e levou p e r i g o !) durante 88 minutos. Mas aquela falta sofrida por Ramires era meio gol para um grande cobrador como Daniel Alves, camisa 13 amarelinha, lateral-direito que acabara de entrar no lugar do lateral-esquerdo André Santos. Bola parada vale. Bola parada decidiu, mais uma vez. E que bola! Brasil na final da Confederations Cup contra os surpreendentes Estados Unidos. Domingo, 15h30. E os surpreendentes sul-africanos disputam o 3º lugar contra a Espanha.
Viva São João, como disse uma amiga logo cedo. E como não tenho blogado muito sobre música, aí vai um alô sobre uma recente aquisição. Sua Majestade – Rei do Ritmo (EMI,selo Copacabana). Inclui sucessos como a minha predileta do Jackson do Pandeiro: “1×1”, um rojão de Edgar Ferreira. Que agradou a torcedores do Santa, Náutico, Sport e demais tricolores, rubro-negros e alvirrubros do Brasil. Leia outros textos sobre Jackson do Pandeiro aqui.
Nesta data querida, 51 primaveras atrás, a Seleção Brasileira eliminou a França do artilheiro Just Fontaine e se classificou para a final do Mundial disputado na Suécia.
Já em DVD o filme de José Carlos Asbeg
O doc 1958, o Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil dedica o capítulo 6 (no DVD) à goleada de 5×2 (gols de Vavá, Fontaine, Didi-golaço!, Pelé, Pelé e de novo Pelé e Piantoni). Com direito a chororô dos franceses, que reclamam até hoje da entrada de Vavá no zagueiro Jonquet – capitão da França, que teve fratura do perônio. E como naquele tempo não havia substituição durante jogo, a seleção francesa jogou o finzinho da primeira etapa e todo o segundo tempo com um atleta a menos.