YNWA 96

15 de abril de 1989. 96 torcedores do Liverpool morreram no estádio Hillsborough, em Sheffield, numa semifinal de Copa da Inglaterra contra o Nottingham Forest. Na rodada que antecedeu o dia dos 25 anos da tragédia, não foi só o Liverpool que fez homenagens aos torcedores mortos, como o memorial cheio de cachecóis (dos Reds e de outros times, acima) e o sepulcral minuto de silêncio em Anfield antes da vitória sobre o Manchester City (abaixo). Continuar lendo “YNWA 96”

Camisa 1. Ou 12. Ou 01…

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Para quem está em Sampa e curte a história das camisas de futebol: neste sábado, 12 de abril, tem mais um encontro de colecionadores, no Museu do Futebol. Desta vez, os uniformes de goleiros são os temas. Tive a oportunidade de passar lá quando o tema foram as camisas centenárias.

Os #goalkeepers são o tema do mês porque em 26 de abril se comemora o Dia do Goleiro. Homenagem ao aniversário de Manga, o Manguita Fenômeno, goleiro da seleção de 1966, do Sport, Bota, Nacional do Uruguai, do Inter campeão de 75, Operário-MS, Coritiba, Grêmio, Barcelona de Guayaquil.
Cola lá. Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu, até 17h deste sábado. Continuar lendo “Camisa 1. Ou 12. Ou 01…”

Um #app para marcar as figurinhas e ajudar a completar o álbum da Copa.

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O álbum de figurinhas oficial da Copa veio encartado no jornalão no fim de semana. Na segunda-feira, já tinha gente trocando cromos, fazendo listas das figurinhas que tem, das que faltam e até ‘maluco’ completando o álbum.
Que febre! Toda Copa é a mesma coisa.
Taí uma coleção que gente que passa quatro anos nem aí pra futebol fica fissurado para completar. Vai entender…
Um desses maníacos pelo álbum da Copa me deu a dica do aplicativo da editora Panini, que publica o álbum.
Você baixa o Panini Collectors App no celular ou no tablet, passa em cima de cada figurinha obtida, para digitalizar, confirma… E o #app conta as que você já tem, as que faltam, os cromos repetidos. Dá para comaprtilhar e facilitar a troca com os amiguinhos.
O app da Panini Collectors pode ser baixado tanto pelos applemaníacos  como pelos adeptos do Android.

E não é que funciona, mesmo?
Embora no meu caso, tenha aparecido a cara do Podolski quando tentei digitalizar o Ozil! E um uruguaio no lugar do Thomas Müller! Hahaha.

Veja o vídeo explicativo da Panini.

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Astros da bola retratados como superstars da música, na série #LPFC (Long Play Football Club).

Publicado em abril de 2014

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S e n s a c i o n a l  a série LPFC do designer James Taylor, no site Pennarello Design. LP é de LP, mesmo, long play, o velho disco de vinil que virou uma coqueluche para os colecionadores, sustentando feiras, lojas e sites. Pois bem. O artista gráfico imaginou como seriam as capas de discos “gravados” por craques da bola, do doutor Sócrates ao Valderrama. Também estão na imaginária coleção de vinil de James Taylor artes sobre Pelé, Zico, Zidane, Maradona, Beckham, Ronaldo, Eusébio, Beckenbauer, George Best, Cruyff, Kempes, Jairzinho, Maradona, Platini, Bobby Charlton, Gerd Müller, Van Basten, Roger Milla, Baggio etc.

Que requinte, o detalhe dos selos. Sire no caso do “disco” do doutor… Blue Note, no caso de Ronaldo Fenômeno, um dos destaques entre os craques brasileiros retratados pelo designer (veja na galeria abaixo).

Alguns desses craques gravaram músicas realmente, de memória lembro de Pelé, Sócrates e Zico, que batucou com Raimundo Fagner. Uma lista muito mais completa está no livro “Futebol no País da Música”, de Beto Xavier.

Sem esquecer do samba gravado por Júnior para a Copa de 1982, que fez um sucesso danado com o refrão “Voa Canarinho”. Vendeu muito.

A série de ilustrações LPFC já está disponível para compra: http://society6.com/jamescampbelltaylor. Confira aqui a série toda.

 

Time – e torcida – de guerreiros.

Ganar, ganar, ganar y volver a ganar“,o  lema de Luis Aragonés, ídolo dos #rojiblancos como jogador e técnico (morreu há 2 meses), foi lembrado pelo mosaico da torcida no Calderón.

http://clubatleticodemadrid.com/
http://clubatleticodemadrid.com/

Depois de 40 anos, o Atlético de Madrid volta a uma semifinal de Champions. A principal competição europeia ainda se chamava Copa dos Campeões quando o Atleti chegou. Na temporada 1973/74, perdeu a final da Europa para um tal de Bayern. Mas os colchoneros disputaram a Copa Intercontinental (ou Mundial de Clubes, ao gosto do freguês) porque os bávaros desistiram. E em duas partidas contra o então o bicho-papão da Libertadores, Independiente de Avellaneda, cá e lá, o Atlético foi campeão do mundo. Na virada do milênio, o Atlético (que nunca tinha caído na liga espanhola) passou duas temporadas no inferno da segundona. Nos últimos anos, voltou a ganhar copas. Liga Europa (2 vezes), Supercopa de Europa (outras duas), uma Copa do Rei (2013). O time em que brilharam os brasileiros Luís Pereira, Leivinha e Juninho Paulista, hoje tem o excelente zagueiro Miranda, o lateral Filipe Luís e os Diegos (Costa e Ribas – o ex-santista foi importantíssimo nestas quartas de final). O grande e tradicionalíssimo clube espanhol voltou a crescer, no meio da dicotomia Real Madrid x Barça. E nesta temporada (2013-14), o time de guerreiros de Diego Simeone voltou a disputar pra valer a liga espanhola, com chances reais de título. Lidera a competição neste momento. Mas a última partida é fora de casa. Contra o Barcelona que o #Atleti eliminou hoje da Europa. Koke, 1×0. Fora o show de bolas na trave. Este bravíssimo Atleti está entre os quatro melhores da Europa, ao lado do campeão Bayern, que eliminou o Man United, do Chelsea e do vizinho Real Madrid, que tem um quintal bem maior e eliminou um também bravo Borussia Dortmund. Sorteio das semifinais na sexta-feira. 7h, horário de Brasília. Boa sorte, guerreiro! Continuar lendo “Time – e torcida – de guerreiros.”

“História (do penta) em quadrinhos”

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O site do Estadão começou a contar “História (do penta) em quadrinhos“. Casos reais envolvendo personagens dos cinco títulos mundiais do Brasil foram quadrinizados. Na primeira HQ virtual, Didi, o gênio da folha-seca, líder do escrete campeão em 1958, se vê em apuros. Rubens Paiva e Eduardo Asta assinam a  quadrinização; Daniel Franco responde pelos desenho e cores; a pesquisa e o roteiro são do jornalista Fábio Soares, do blog amigo Futebol de Campo. Maneiro!

Próximas quadrinizações: Garrincha (Copa de 1962), Gerson (1970), Ricardo Rocha (1994) e Ronaldo & Rivaldo (2002). Continuar lendo ““História (do penta) em quadrinhos””

Futebol, política e rock´n´roll

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image001Democracia em Preto e Branco“, o longa-metragem de Pedro Asbeg sobre o curto mas marcante período da democracia corintiana, vai passar no festival de documentários É Tudo Verdade.

  • Quinta, 10 de abril, 21h, cine Livraria Cultura (Conjunto Nacional, metrô: Paulista / Consolação)
  • Sexta, 11 de abril, 15h, no mesmo cinema.

Imperdível. Continuar lendo “Futebol, política e rock´n´roll”