Max Gehringer vai dar uma palestra no Museu do Futebol, 27 de fevereiro, às 10h. A palestra não é sobre mercado de trabalho ou problemas de condomínio. Max Gehringer vai falar sobre as Copas de 1930, 1934 e 1938.
Cartaz da Copa de 1930Cartaz da Copa de 1934Cartaz da Copa de 1938
Comentarista da Rádio CBN e consultor do Fantástico, Max também pesquisa futebol e em 2006 escreveu uma série de 9 fascículos sobre a história da Taça Jules Rimet, publicada pela revista Placar. “As Copas do Pré-Guerra” são os primeiros temas de uma série de oito palestras organizadas pelo Museu do Futebol e pelo grupo MemoFut, “O Brasil nas Copas”, sempre aos sábados pela manhã.
Quarta-feira é dia de futebol. 13 de julho é o dia do rock. Talvez você não ligue o nome, mas se frequenta estádios, já deve ter ouvido alguma versão de “Seven Nation Army”, do White Stripes, um hit nas arenas esportivas. O rock do disco Elephant, de 2003, logo foi adotado por torcidas europeias, virou hino não-oficial da galera na Euro 2008 (aquela que a Espanha ganhou) e há algum tempo chegou a estádios brasileiros. A melô do “ô ô ô ô ô ô”, no ritmo da batida de Meg White e da guitarrada de Jack White (uma das três estrelas do filmeA Todo Volume), ganhou letras que declaram amor a times, como o Internacional de Porto Alegre, entre muitos outros. Lá fora, o argentino Javier Mascherano, “o chefe”, ganhou uma homenagem de uma torcida do Liverpool, no ritmo da grande melô do White Stripes. Por tudo isso, nesta quarta-feira de rock e bola rolando, “Seven Nation Army” é o Som do Dia do FutPop Clube /Coluna de Música. Se você gosta, pode se interessar pelo documentário sobre o White Stripes (saiba mais aqui). Ô ô ô ô ô ô…
No ano passado, parte da torcida e mídia verde-amarela festejou quando 4 brasileiros ficaram entre os 8 da Libertadores 2009. “Ah, tá no papo, o Boca foi eliminado”. E o que se viu foi o Estudiantes faturando o tetra, dentro do Brasil. Em 2010, sem Boca nem River, corre-se o risco de repetir a mesma confiança exagerada. É bom reparar que o copeiro Estudiantes está de novo na área. Tem o Vélez Sarsfield, que já mostrou suas garras jogando no alçapão de José Amalfitani. Conta de novo com el tanque Santiago Silva, campeão do Apertura 2009 com o Banfield. E lidera o Clausura 2010 (campeonato argentino do primeiro semestre), como mostra o widget abaixo, que descobri no excelente site Futebol Portenho, e é atualizado jogo após jogo. [clearspring_widget title=”FIFA.com – Ligas Mundiais” wid=”4b0d3946b95a0845″ pid=”4b71e6ad88938744″ width=”300″ height=”400″ domain=”widgets.clearspring.com”] O torneio Clausura 2010 está só começando. Mas que ninguém se engane: de maneira geral, os clubes argentinos priorizam claramente as copas, como a Libertadores.
SITE RECOMENDADO: FutebolPortenho.com.br – sempre nos links favoritos, debaixo da retranquinha Futebol Internacional
Na 22ª rodada, o Barcelona conheceu sua primeira derrota na liga espanhola, para o Atlético de Madrid, que lutava para se afastar da zona de rebaixamento – o 2×1 no Vicente Calderón fez a festa do arquirrival de ambos, o Real Madrid de Cristiano Ronaldo goleador e Kaká garçom. Desfalcado, o Barça perdeu Keita, machucado, no começo do jogo. O Atleti abriu 2×0. Um belo gol de Forlán e uma falta muito bem batida por Simão Sabrosa. Ibra diminuiu ainda no 1º tempo. [clearspring_widget title=”FIFA.com – Ligas Mundiais” wid=”4b0d3946b95a0845″ pid=”4b788a38c744935f” width=”300″ height=”400″ domain=”cs89.clearspring.com”] P.S. o widget do site Fifa.com acima, que descobri no Futebol Portenho, é atualizado rodada a rodada.
Hoje é o Dia do Botonista. Informa o site Clube do Botão que 14 de fevereiro é data de nascimento de Geraldo Décourt, que inventou o futebol de mesa, em 1930.
Outra dica de site: Meu Time de Botão, link sempre entre os favoritos do blog.
Neste sábado de samba e rodada de futebol nos campeonatos estaduais – tem até semifinal de Taça Guanabara! – a dica de música do blog é o volume 4 da série “Samba Social Clube – Ao Vivo” (DVD/CD da EMI). Tem Jorge Loroza num medley de “O Mundo é uma Bola”, samba-enredo da Beija-Flor vice-campeã em 1986, de Betinho e Jorge Canuto, e “O Campeão (Meu Time)”, clássico de Neguinho da Beija-Flor e das arquibancadas. O grupo Casuarina contribui com uma boa versão cantada de “Na Cadência do Samba (Que Bonito É)”, clássico absoluto de Luiz Bandeira e da MPB que fala de futebol e samba (ah, que saudade da vinheta da rádio Globo que usava trecho dessa letra logo depois dos gols, nas históricas transmissões do pai da matéria, Osmar Santos). O flamenguista Moraes Moreira toca outra cover: “Samba Rubro-Negro (O Mais Querido“), de Wilson Batista e Jorge Castro. Teresa Cristina e o ex-lateral Júnior cantam a inédita “Samba Bom de Bola”, repetida com Moacyr Luz, autor da música junto com Paulo César Pinheiro, homenageado em roda de samba nos extras do DVD. Mas “Samba Social Clube” 4 tem tem mais clássicos. Confira: Continuar lendo ““Na Cadência do Samba (Que Bonito é)””→
Se a camisa azul da Seleção Brasileira vai ser apresentada no carnaval do Rio e por Brown em Salvador, a Umbro escolheu o rock para mostrar ao mundo a camisa 2 da Inglaterra para a Copa do Mundo. O vocal da boa banda Kasabian, Tom Meighan, usou esta mítica camisa vermelha, num estilo retrô para lembrar o uniforme da final da Copa de 66, diante de roqueiros … franceses, no bis de um show no Olympia, de Paris… O site da banda tem um clip, que você pode ver (e ouvir a vaia que o cara tomou) aqui.
Como dá para perceber nos posts anteriores, estou lendo o livro “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos“. Aprendi, no texto do jornalista e narrador Milton Leite, que o zagueiro Orlando Peçanha, titular em todas as seis partidas da seleção campeã do mundo em 1958 na Suécia, não foi ao Mundial do Chile conquistar o bi. O colega de zaga do capitão Bellini na seleção e no Vasco (o niteroiense Orlando atuou em São Januca de 53 a 61) jogava em 1962 pelo Boca Juniors. E explica Marcelo Monteiro na coluna Memória EC, quem atuava fora do país sabia que abria mão da seleção. Em 65, Orlando voltou ao futebol nacional. Para o Santos, que defendeu até 1969. Era do Peixe quando foi convocado para mais uma Copa, a de 66, na Inglaterra. E lá perdeu a única das 7 partidas que disputou em Copas (para Portugal). Ao todo, Orlando Peçanha de Carvalho usou a amarelinha ou o manto azul da seleção em 34 partidas. Venceu 25, empatou 7 e só perdeu aquela, para a seleção de Eusébio e cia. Um campeão do mundo que nos deixou hoje, 10 de fevereiro de 2010, aos 74 anos. Continuar lendo “Orlando Peçanha”→