Iê iê iê

Flâmula do Everton FC, time de Liverpool que conta com a torcida do eterno beatle Sir Paul McCartney, que terminou no Morumbi  a Up and Coming Tour em gramados brasileiros (confira o set-list das duas noites em Sampa). Aliás, o site globoesporte.com publicou hoje um texto curiosíssimo da seção Meu Jogo Inesquecível. Em maio de 1968, Macca foi ao clássico estádio de Wembley para ver a final da Copa da Inglaterra, competição mais antiga do mundo, entre o seu Everton e o West Bromwich Albion (time de coração de Eric Clapton). E o Everton perdeu aquela final. Tudo bem. McCartney não é assim tão fanático pelo Everton, 9 vezes campeão inglês, 5 vences campeão da Copa da Inglaterra e uma vez da Recopa europeia.

Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!

2010
O professor Carpegiani reestreia como técnico do São Paulo Futebol Clube logo mais, contra o Vitória, na Arena Barueri. Porque hoje tem Bon Jovi no Morumbi (leve um casaco, tá com uma neblina danada e pinta de garoa). Gosto muito de Livin´on a Prayer, onde Richie Sambora brilha no talk-box (usado também por Frampton, Beck e Matthias Jabbs, entre outros – veja post anterior).

Na sexta-feira, dia 8/10/2010, o cinquentenário Morumbi recebe de volta o Rush (leia sobre show e filme). Desta vez, a turnê inclui o álbum Moving Pictures na íntegra – e muito mais.

Em 21 de novembro, a atração não é de N. Jersey nem do Canadá, mas de Liverpool. Ninguém menos do que Paul McCartney.  Antes, em 7 de novembro, a Up and Coming Tour para no Beira-Rio, em Porto Alegre. Ingressos à venda em breve aqui neste link (tanto pro show de POA como pro de Sampa).

Isso me lembra a notícia do Blog do repórter Ricardo Perrone, sobre um projeto de venda de naming rights para uma parte do Morumbi, que seria usada para shows não tão mega assim, com palco atrás de um dos gols e sem galera no gramado. Segundo o Blog do Perrone, a negociação do nome desse mini Morumbi pode ajudar a pagar a cobertura do estádio. E a “briga” será boa quando a Arena Palestra Itália estiver pronta e o Corinthians começar usar o Parque São Jorge para shows. Quem sairá ganhando com a oferta cultural em várias regiões da cidade será o público (bom, e o preço poderia não ser tão alto assim…). A cidade de São Paulo não tem áreas para shows não tão mega, entre casas como Via Funchal e Credicard Hall e os estádios de futebol. E o Pacaembu? Deixa de gerar dinheiro com o veto a shows por lá. Continuar lendo “Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!”