Um jogo que começou no ritmo rock do AC/DC e terminou com o sambalanço de “Meu Esquema”

Rivaldo Maravilha depois de mandar mais um gol. Golaço! O quarto do tricolor paulista FOTO WAGNER CARMO Vipcomm

“Hell´s Bells”! Por influência do goleiro-artilheiro, capitão e futuro manda-chuva Rogério Ceni, que gosta de rock, o São Paulo tem entrado em campo ao som dessa pauleira do AC/DC (que tocou em novembro de 2009 no estádio do Morumbi – leia meu post anterior). O tricolor começou mesmo em ritmo de hard rock, com uma grande chance de gol, a 1 minuto e meio de partida. Mas dormiu no ponto e chegou a levar um sufoco do Ceará, agora treinado por Estevam Soares, que aprontou lá pelo lado direito da defesa paulista. No finzinho do primeiro tempo, os dois laterais são-paulinos – Juan e o paraguaio Piris – deram a vantagem e a tranquilidade do tricolor.

Dois vira, quatro acaba? Talvez não fosse tão simples assim, não fosse a entrada de Rivaldo, experiente camisa 10 do São Paulo, no lugar do jovem centroavante Henrique, antes do primeiro terço do segundo tempo. Casemiro fez o terceiro gol, num tirambaço de fora da área.

Outra pintura: jogada de Lucas, bastante atuante, cruzamento de Juan e chute de primeira de Rivaldo. Golaço! O pentacampeão mundial ainda deu mais show, com ótimos lançamentos, assistências – proporcionou com toque de classe uma clara chance de gol desperdiçada por Cícero.

Quando vejo Rivaldo brilhar, não tenho como não pensar na belíssima balada pentacampeã do grupo pernambucano Mundo Livre S/A, “Meu Esquema”.  Que cita Rivaldo no meio dos galanteios a uma princesa, galega guapíssima. “Ela é o que meu médico receitou/Rivaldo Maravilha mandando um gol”, na chapação do samba camisa 10 do Mundo Livre.

Mas como este é um blog mais de comportamento do que de resultados, não tenho como não mencionar a quantidade impressionante de mascotinhos que entram em campo acompanhando o goleiro-roqueiro Rogério Ceni. Nas arquibancadas, o pessoal sorri com a imagem da molecadinha em disparada para o túnel, antes de o jogo começar.

Agora, o marketing do São Paulo deveria pensar seriamente num plano para que o Morumbi não recebe menos de 22 mil pessoas (público de hoje) daqui até o fim da carreira de Rogério Ceni. Tem que ser trabalhado isso. O mito está na sua última centena de jogos, aproximadamente. Podem faltar umas 50 partidas apenas com o Rogério Ceni no gol tricolor. Já pensou nisso, torcedor são-paulino, ô “da poltrona”? Deixa o rock rolar! Continuar lendo “Um jogo que começou no ritmo rock do AC/DC e terminou com o sambalanço de “Meu Esquema””

A motivação de Rogério Ceni

“…Eu quero ser campeão brasileiro de novo! Eu estou no fim da carreira, quero ganhar e vocês têm obrigação no começo de ganhar também!”.

Palavras do goleiro-artilheiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, antes da partida de domingo contra o Inter, no Beira-Rio, que terminou com a vitória dos visitantes por 3×0. Impressionante a determinação do capitão tricolor, que bate no peito enquanto fala. Sete pontos atrás do líder, passado o primeiro quarto do campeonato. Será que dá pro hepta tricolor? A ver, como diriam os espanhóis. Veja a íntegra da impressionante “preleção” de Rogério no vídeo abaixo, do canal oficial do São Paulo FC   no You Tube, que inclui a apresentação do técnico Adilson Batista ao elenco são-paulino.

E quando eles pendurarem as luvas?

Foto: Fábio Menotti/divulgação Palmeiras
Foto: Fábio Menotti/divulgação
Capa do DVD Rogér100 Ceni, que o Lance! começou a vender nas bancas

Como serão o dia, a semana, os meses seguintes ao que Marcos aposentar a camisa 12 de goleiro do Palmeiras?
O que será do São Paulo no dia em que o Rogério Ceni pendurar a camisa 01, de goleiro-artilheiro? Confesso que, se fosse possível,  torceria para esses dias nunca chegarem… Continuar lendo “E quando eles pendurarem as luvas?”

Jogada Ensaiada do portal Cultura Brasil

Tempo de decisão no Campeonato Paulista (aliás, finalmente, já era hora de termos alguma emoção no estadual; estamos em abril!). Aproveito para dar um alô sobre o excelente especial Jogada Ensaiada que o portal Cultura Brasil fez sobre músicas que falam dos quatro maiores times paulistas – e os ídolos do Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo. Golaço! Os links para ouvir: Continuar lendo “Jogada Ensaiada do portal Cultura Brasil”

O 10 e o 01

Foto: Wander Roberto/VIPCOMM

Rivaldo Maravilha estreou mandando um gol, belo gol – o do empate do São Paulo na virada suada sobre o Linense. Impressionante o ceticismo do torcedor tricolor com a contratação do pentacampeão. Mas aposto que com uma sequência de boas atuações, o público começará a ir ao estádio para ver o camisa 10 como o tricolor não tinha desde Raí (Hernanes era mais um 8, um 8 nota dez, diga-se). D e m o r o u para a diretoria do São Paulo fazer alguma campanha para levar o torcedor ao Morumbi. E tem mais um motivo: Rogério Ceni, pelas contas do clube, 97 gols, com o de falta que fez hoje. Faltam 3! Ou 5, nas contas mais pessimistas.

30 anos do Paulistão de 1980… e 4 do Brasileirão 2006

Está no site Calendário Tricolor de hoje, 19 de novembro. Nessa data, em 2006, depois de empatar com Atlético Paranaense no Morumbi, o São Paulo acabou com um jejum de 15 anos sem título do Brasileirão… e partiu pro tri/hexa, tema do filme Soberano-Seis Vezes São Paulo (breve em DVD). E em 1980, o tricolor derrotou duas vezes o Santos por 1×0 e ficou com o título paulista. O timaço campeão contava com Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Dario Pereyra, Aírton, Almir, Heriberto e Renato, mais dois excelentes pontas – Paulo César na direita e Zé Sérgio na esquerda – e um polêmico centrovante do tipo rompedor: Serginho Chulapa (às vezes, substituído por Assis). Técnico: Carlos Alberto Silva. Continuar lendo “30 anos do Paulistão de 1980… e 4 do Brasileirão 2006”

Tri Mundial

Publicado em outubro de 2010
Rogério Ceni, Fabão, Lugano, Edcarlos, Cicinho, Mineiro, Josué, Júnior, Danilo, Amoroso e Aloísio (depois Grafite).

São-paulino, esse time dá saudade, não dá? Em 18 de dezembro, o tricolor comemora o aniversário do tricampeonato mundial de clubes: aquela dramática “goleada de um a zero” contra Gerrard e a forte armada espanhola do Liverpool comandado por Rafa Benítez, em 2005. E o Daniel Perrone, que publica o Blog do Torcedor do São Paulo no globoesporte.com,  escreveu seu relato da conquista: o livro Tri Mundial(Editorama). Olha o Blatter aplaudindo o São Paulo! Acima dele, o meio-campo Denílson. Continuar lendo “Tri Mundial”