Máquina de bater faltas

Irado o comercial da Under Armour para lançar a camisa comemorativa dos 25 anos de Rogério Ceni no São Paulo e o novo terceiro uniforme do tricolor. A estreia dos novos kits (que já estão nas lojas) é na partida deste domingo, contra o Vasco, às 16h, no Morumbi, rodada 31 do Brasileirão 2015.

A camisa de goleiro ficou realmente bonita -vai vender bem- e a camisa 3 é diferente de tudo o que o São Paulo já vestiu (mas com o calção da mesma cor, vai ficar bem estranho).

No jogo de despedida de Ceni, os uniformes vão ser invertidos; o goleiro usa a bordô e os jogadores de linha usam o uniforme grafite, dedicado ao goleiro-artilheiro.
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No meio do maior #barraco da história tricolor, começa a pré-venda da terceira camisa do São Paulo.

Finalmente, parceiros da Fifa que são gigantes em suas áreas, como a Coca-Cola e a Visa, acordaram e fizeram pressão por reformas na gestão do futebol mundial. Do jeito que está, não dá para ficar. E isso deveria valer pra um clube que virou um barril de pólvora como o São Paulo. Empresas que investem seu dinheiro no tricolor não devem gostar nem um pouco de ver o nome do clube em notícias que estão quase saindo das páginas esportivas para as policiais. Quase todo dia, surge uma notícia negativa pro clube do Morumbi.

Num momento em que os holofotes deveriam estar nos últimos jogos do capitão Rogério Ceni com a camisa 01 do São Paulo, o foco são as brigas internas (não mais restritas ao velho jogo da situação vs oposição), a dança das cadeiras na diretoria, o toma-lá-dá-cá de cargos, negócios questionados e a troca de técnico na reta final do Brasileirão e às vésperas de um complicadíssimo clássico San-São na semifinal da Copa do Brasil.

A saída de Juan Carlos Osorio pro México representa o fim de um dos poucos pontos elogiados pela crônica esportiva na atual gestão tricolor. Um técnico de ideias novas (no futebol do Brasil), muitas delas polêmicas (como o rodízio de jogadores), que teve a coragem de assumir que barrou a volta do ídolo Lugano. Osorio não tinha o apoio de Carlos Miguel Aidar, que antes também não apoiava Muricy. Aliás, será mesmo que Carlos Miguel Aidar realmente gosta de futebol ou só gosta do poder?

Nem parece, mas faltam de 9 a no máximo 13 jogos oficiais para a despedida do goleiro-artilheiro, o maior ídolo da história recente do São Paulo. Não se ouve falar de nenhuma ação para lotar o Morumbi nessa despedida anunciada. Por enquanto, a única homenagem parte do lançamento pela Under Armour de uma rara camisa 3, bordô para os jogadores de linha e grafite para o arqueiro tricolor. A estreia é no jogo do dia 18, contra o Vasco, no Morumbi, 16h. Este terceiro uniforme será usado em mais algumas partidas este ano e no começo de 2016. Confira.
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Novos uniformes do São Paulo, os primeiros da Under Armour no Brasil.

O tricolor paulista e a Under Armour, fabricante de origem americana, apresentaram no Morumbi os uniformes que o São Paulo vai usar a partir de agora. As imagens são dos perfis do São Paulo e da Under Armour nas redes sociais.

O volante Souza, a modelo são-paulina Nivea Kalmar e o meia Paulo Henrique Ganso mostraram o uniforme nº 1, que estreia na partidaça de quarta-feira, contra o Cruzeiro, bicampeão brasileiro, pelas oitavas da Libertadores. Casa cheia. A camisa vestida pelo Ganso é  versão jogador, em que as listras horizontais vermelha e preta não dão a volta completa. Essa versão vai custar inacreditáveis R$ 349.,90. A versão torcedor é um pouco mais em conta – R$ 229,90 – e as listras são contínuas.

Detalhe do uniforme I do São Paulo: https://www.facebook.com/UnderArmourBrasil
Detalhe do uniforme I do São Paulo: https://www.facebook.com/UnderArmourBrasil

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