Vuvuzela, Jabulani, Larissa, polvo…

No último suspiro das vuvuzelas (pelo menos no Mundial 2010), um rápido balanço da Copa.

Troféu E que golaços para golões, surpresas e jogaços da Copa:

  • o futebol coletivo e a linha de passe da Espanha campeã (veja a campanha no post anterior), de Casillas (Luva de Ouro) a Villa, um dos artilheiros, sem esquecer dos monstros sagrados do meio-campo em nosso tempo, Xavi e Iniesta (que calcanhar no começo da jogada do gol!)
  • o jovem time da Alemanha e sua linda camisa preta, uniforme 2 que fez sucesso de público e bilheteria. Thomas Müller, melhor jogador jovem e Chuteira de Ouro. Sem esquecer de Khedira, Scheinsteiger, Özil etc.
  • a campanha do Uruguai, 4º colocado, melhor seleção sul-americana da Copa, jogando bola, sem apelar tanto para a violência, mas com raça de sobra – e sorte, como no último lance da prorrogação contra Gana. Diego Forlán, o 10, Bola de Ouro. Fez golaços e deu assistências.  O bom atacante Suárez virou goleiro na seleção semanal feita pelo caderno Outlook do jornal Brasil Econômico
  • Sneijder, o que joga boa bola na Holanda tri vice-campeã.
  • o espírito de festa e a alegria dos sul-africanos, donos da casa.
  • o show de Maradona à beira do campo, porque como técnico, desperdiçou uma excelente geração.
  • Candidatos a jogos para sempre, ou que sejam lembrados pela emoção ao menos: Estados Unidos 2×2 Eslovênia; Eslováquia 3×2 Itália, na 1ª fase. Alemanha 4×1 Inglaterra, apesar do maior erro de arbitragem desde 1966… A decisão por pênaltis entre Paraguai e Japão. Gana 1x 1 Uruguai. Alemanha 4×0 Argentina. Paraguai 0x1 Espanha, outro jogo de arbitragem confusa. Holanda 3×2 Uruguai. Espanha 1×0 Alemanha. Alemanha 3×2 Uruguai. Espanha 1×0 Holanda, apesar da violência dos laranjas.
  • and last but not the least, as musas (holandesas, dinamarquesas – pena que voltaram para casa tão cedo! – Larissa Riquelme, Sara Carbonero – Casillas, você está de parabéns!)

Lances duvidosos: vuvuzela e Jabulani.

Gols contras:

  • os inúmeros erros de arbitragem.
  • a economia de cartões vermelhos.
  • a violência dos holandeses, especialmente na final.
  • a classificação da França para a Copa com gol de mão, a participação ridícula na África do Sul,  o barraco na delegação e a grosseria de Domenech com Parreira, que é um gentleman.
  • Wayne Rooney, Cristiano Ronaldo, Squadra Azzurra.

De almanaque: os apelidos das seleções

Seleção Canarinho x Oranje (Laranja).
Celeste x Estrelas Negras.
Albiceleste x Mannschaft.
La Roja x Albirroja.
Com uma ajudinha do “Almanaque do Futebol Sportv”, dos jornalistas Gustavo Poli e Lédio Carmona (editora Casa da Palavra), lá vai uma listinha com os apelidos das 8 seleções que disputam as quartas de final do Mundial 2010 na África do Sul. Em geral, determinados pela cor da camisa. Canarinho, você sabe, é o nosso escrete, que no entanto entra em campo nesta sexta-feira em Port Elizabeth de camisa azul. Para diferenciar da Oranje, ou Laranja, a Holanda – e de quebra, claro, vender uniformes esportivos.
Celeste, o selecionado do Uruguai. Estrelas Negras, a seleção de Gana.
Albiceleste é o apelido da seleção Argentina. Mannschaft, o onze nacional da Alemanha.
La Roja é como os espanhóis se referem à seleção deles, aqui no Brasil também chamada de Fúria. E Albirroja é uma referência à cores da camisa do Paraguai, tão bem vestida (e quiçá despida) pela modelo Larissa Riquelme, musa da selección paraguaya