Lançamento: “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.

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No fim de semana, teve Come-Fogo e Majestoso no futebol paulista. Numa das semifinais da Copa do Nordeste, tem Clássico das Multidões. Se você tá boiando neste post, uma leitura curiosa pode ser o livro “”Os Clássicos do Futebol Brasileiro“, de José Renato Santiago e Marcelo Unti. “Mil e uma” curiosidades sobre 201 dérbis dos  estados e dos estádios do Brasil.

A noite de autógrafos é nesta quinta, 13 de março, às 19h, no São Cristóvão – um clássico dos bares da Vila Madalena, em São Paulo.

Na orelha do livro, o jornalista Maurício Noriega cita Vinicius:

Jogos comuns, vocês que me perdoem, mas os clássicos são fundamentais – Nori.

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“Almanaque do São Paulo” + “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.

ImageProxyDois livros muito curiosos.

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O José Renato Santiago, autor do texto do post anterior sobre o #Ferrim (clique aqui), que tem a maior coleção de livros e artigos de futebol segundo o Guinness World Records, está acrescentando mais dois livros na biblioteca, e o nono e décimo de autoria dele mesmo. De interesse mais dos são-paulinos, “Almanaque do São Paulo” é um calhamaço elaborado a 4 mãos com Raul Snell, que faz um levantamento histórico de todos os jogos disputados pelo tricolor paulista, desde a estreia do São Paulo da Floresta, em 1930, até o fim de 2013. A noite de autógrafos foi em 25 de fevereiro, no sempre movimentado bar São Cristóvão, na Vila Madalena – praticamente um museu do futebol informal.

O outro livro é indicado para quem curte as curiosidades do futebol em todos os estados brasileiros. “Os Clássicos do Futebol Brasileiro“, que José  Renato Santiago escreveu com Marcelo Unti, tem mais de mil informações sobre 201 dérbis de todos os estados, de 1902 até hoje. Opa! Boa ideia! Zé Renato e Marcelo Unti autografam este livro em 13 de março, também no bar São Cristóvão. Continuar lendo ““Almanaque do São Paulo” + “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.”

Ferrim: um gigante que cai. O Ferroviário acaba de ser rebaixado.

Um gigante que cai…o Ferroviário acaba de ser rebaixado.

Texto de José Renato Santiago, publicado originalmente no Memória Futebol.

ferroviario

Fundada em 9 de maio de 1933, a equipe cearense do Ferroviário Atlético Clube nasceu alvinegra.
A iniciativa de criação do Ferrim partiu do Sr. Waldemar Cabral Caracas que propôs o desenvolvimento de atividades esportivas que pudessem promover a distração e a integração dos operários da linha ferroviária do estado do Ceará, que trabalhavam no setor da manutenção de trens, e que possuíam horas vagas entre um reparo e outro.
Pois bem, tive a felicidade de conhecer o Sr. Waldemar Caracas, centenário fundador, nascido em 9 de novembro de 1907.
Ele era vizinho do meu avô, Osvaldo.
Ao longo de muitas de nossas conversas, ele comentou comigo sobre a razão das cores e distintivo do Ferroviário.
Durante a década de 1940, Caracas veio para São Paulo a trabalho.
Em um dia de folga, foi ao estádio do Pacaembu assistir o Diamante Negro, Leônidas.
Se apaixonou pelo Tricolor, maior equipe brasileira daquela década.
No dia seguinte foi até uma loja de esportes e comprou um conjunto de camisas do São Paulo.
Levou os uniformes para Fortaleza e decretou que, a partir daquele dia, o Ferroviário passaria a usar as cores do São Paulo, bem como o distintivo.
Com o tempo o Ferrim, ou Ferrão, passou a fazer frente aos grandes e mais antigas equipes do estado: Maguary, Ceará e Fortaleza.
Desde então foram 9 conquistas estaduais: 1945, 1950, 1952, 1968, 1970, 1979, 1988, 1994 e 1995.
O principio dos anos 1950, sobretudo, foi dominado pelo Ferrão.
Equipes fantásticas foram montadas.
Recebeu a alcunha de o “Clube das Temporadas”.
Era a única equipe do estado a fazer frente aos grandes do sul do país que por lá excursionavam.
O Tubarão da Barra sempre foi temido.
A última equipe cearense campeã invicta foi o Ferroviário em 1968.
Os anos 1990 marcaram seus últimos grandes momentos.
Uma equipe que disputou várias edições da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.
Tudo isso ficou no passado.
Más administrações.
Preferência ao interesse pessoal em detrimento da entidade.
E muuuuuuiiiitos erros.
Amadorismo irresponsável fantasiado de profissionalismo competente.
Em 2012, a salvação ao rebaixamento em campo se deveu a erros na escalação irregular de jogadores por parte da equipe do Crateús.
O susto não serviu para coisa alguma.
Um crime às cores tricolores.
Domingo o Ferroviário foi rebaixado do campeonato estadual pela primeira vez em sua história.

um grande abraço,
José Renato Santiago

Um Top 10 internacional do livro “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo”

Publicado em 28/09/2011
Fut Pop Clube pediu para um dos autores do livro “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo” um Top 10 dos escudinhos mais curiosos do futebol internacional. José Renato Santiago escolheu os seguintes emblemas:

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Esporte de Patos, o terror do sertão

Distintivos.com.br

Escudo do Esporte Clube de Patos, um dos destaques da entrevista de José Renato Santiago ao Programa do Jôa propósito do lançamento de “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo” (Panda Books). O divertido livro começou com Luiz Fernando Bindi (“o Pelé dos distintivos“) e, após a prematura morte desse louco por futebol, foi concluído por José Renato. O escudo do Esporte de Patos passou por algumas mudanças – a que aparece ao lado é a do site Distintivos, criado por Bindi e hoje tocado por seus amigos.

“Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo”

A seção Flyer informa: é nesta segunda-feira, 19 de setembro de 2011, o lançamento do livro “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo“. Luiz Fernando Bindi gostava tanto de curiosidades do futebol como os emblemas que lançou o site www.Distintivos.com.br. José Renato Santiago Jr, outro super curioso, terminou o livro depois da morte de Bindi. 360 distintivos estão no livro, que certamente será uma das minhas próximas compras. Confira mais no site da editora Panda Books. Voltarei ao tema. Continuar lendo ““Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo””

Brasil nas Copas, 8ª rodada

O 1º livro do Milton Leite

A série Brasil nas Copas (tabelinha MemoFut/Museu do Futebol) chegou ao seu oitavo sábado de palestras. Milton Leite e José Renato Santiago falaram das Copas do Século XXI: a de 2002, a de 2006 e a que começa no dia 11!
O jornalista Milton Leite, vibrante narrador do Sportv, lançou este ano seu primeiro livro, “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos“.

O livro de José Renato e Gustavo Longhi de Carvalho

O engenheiro José Renato Santiago, coordenador do MemoFut, que agora também tem um blog sobre o seu Ceará de coração, é o coautor de “Copa do Mundo – das Eliminatórias ao Título”.

Gentilmente, José Renato respondeu por e-mail algumas perguntinhas do Fut Pop Clube sobre temas debatidos na série Brasil nas Copas e os planos do MemoFut, grupo que discute literatura e memória do futebol. Foi jogo rápido!
FUT POP CLUBE – Decorridas 7 das 8 “rodadas” da série “Brasil nas Copas”, qual foi o tema mais polêmico?
JOSÉ RENATO SANTIAGO
– Ainda acho que a Copa de 1950 ainda não está bem resolvida, o que para mim é um grande equívoco, pois talvez seja a Copa mais bem explicada por belos livros.
FUT POP CLUBE – E o que mais te surpreendeu nos assuntos discutidos?
JOSÉ RENATO
– Curiosamente, a despeito de termos tido brilhantes apresentadores, a palestra do Geneton Moraes Neto apresentou muitas curiosidades inéditas devido principalmente as entrevistas que ele fez com os jogadores da Copa de 1950.
FUT POP CLUBE – Como pesquisador, autor de livros, você acha que alguma participação da Seleção em Copas do Mundo poderia ser melhor documentada em livros, filmes, vídeos etc?
JOSÉ RENATO
– Pessoalmente a de 1982, ainda não há uma obra de vulto sobre este assunto…particularmente ainda acho que o Brasil irá empatar aquela partida contra a Itália.
FUT POP CLUBE – Percebi na palestra do Geneton e do Roberto Muylaert, sobre o Complexo de Vira-Lata – as derrotas nas Copas de 50 e 54- uma tendência de “anistiar”, perdoar, 60 anos depois, o goleiro Barbosa e outros personagens do “Maracanazo”. Concorda com essa sensação? Talvez tarde demais, afinal, os “condenados” já morreram, não?
JOSÉ RENATO
– Particularmente discordo, a morte dos atletas não pode servir de anistia aos erros cometidos… Houve falhas que devem sempre ser lembradas para que possamos evitar que as mesmas ocorram novamente…isso não quer dizer que não devamos perdoar esses erros.
FUT POP CLUBE – Por outro lado, ainda existe uma caça às bruxas, busca de culpados pela “tragédia do Sarriá”. Waldir Peres, Luisinho, Toninho Cerezo, Serginho… Mesmo o saudoso Telê, ainda leva umas indiretas de gente ligada à atual Seleção e detratores… Sem falar no meião do Roberto Carlos em 2006… Precisa morrer para ser perdoado pela torcida e mídia, José Renato?
JOSÉ RENATO
– Como discordei do comentário anterior… eu concordo com a lembrança dos erros… no entanto, sem que haja a caça às bruxas.
FUT POP CLUBE – Dá para adiantar para os leitores do Fut Pop Clube quais são os próximos passos do MemoFut?
JOSÉ RENATO
– Temos algumas surpresas, principalmente envolvendo o próximo centenário do Corinthians e Noroeste e a Copa de 2014…

Obrigado pela entrevista e toda atenção!