
No Rio Grande do Sul, deu Colorado! O Internacional se sagrou campeão gaúcho pela 41ª vez ao derrotar o Caxias, campeão do primeiro turno, de virada. Continuar lendo “Internacional bicampeão”

No Rio Grande do Sul, deu Colorado! O Internacional se sagrou campeão gaúcho pela 41ª vez ao derrotar o Caxias, campeão do primeiro turno, de virada. Continuar lendo “Internacional bicampeão”

Flâmula do Sport Club Internacional, que neste fim de semana comemorou o quinto aniversário da conquista do Mundial de Clubes, em 2006. Adriano Gabiru saiu do banco para marcar o gol do título contra o poderoso Barcelona, campeão europeu de 2006, com Ronaldinho Gaúcho e tudo.
A ficha da decisão:

Beira-Rio, 12 de dezembro de 1976. Mais de 84 mil pessoas superlotaram o estádio colorado na finalíssima do Campeonato Brasileiro num domingo de muito calor. O Corinthians vinha em busca de seu primeiro Brasileirão, embalado pela classificação heroica contra a máquina do Flu de Riva no Maracanã lotado – o jogo da “invasão corintiana”. O time treinado por Duque era pura raça. Que o Internacional, em busca do bicampeonato consecutivo, também tinha de sobra. Tinha Falcão em campo. E Minelli no banco. Dario- o Dadá Maravilha-, no primeiro tempo, e Valdomiro, no segundo, marcaram os gols do Inter. Bicampeão brasileiro. Continuar lendo “35 anos do bi colorado no Brasileirão”
… diria Fiori Gigliotti, saudoso locutor esportivo do rádio paulista.
Ninguém pode reclamar de falta de emoção no nono Brasileirão disputado por pontos corridos.
Não tem uma final.
Tem duas “finais”, simultâneas, isso só falando da última rodada (o que houve em Floripa e no Engenhão, se não foram “finais”?). E da briga pelo título.
Pois a 38ª rodada do Brasileirão 2011, tão lotada de clássicos que dois deles vão ser disputados fora de suas cidades originais, nos reserva:

Olha lá no elenco do Internacional, campeão brasileiro de 1975. Escurinho está lá.
Olha lá no elenco do Inter, bicampeão brasileiro no ano seguinte. Escurinho está lá.
Não era titular, geralmente, mas costumava entrar e marcar gols importantes.
Lembro também que o atacante Escurinho, já jogador do Palmeiras, foi pro gol tentar defender una cobrança de pênalti, após a expulsão de Leão, a primeira partida das finais do Brasileiro de 78, conquistado pelo timaço do Guarani.
Escurinho foi ainda hepta campeão gaúcho pelo Colorado e campeão no Equador pelo Barcelona de Guayaquil.
Escurinho atacou na área musical. Em 1970, gravou um compacto com quatro sambas, inpirados em Lupicínio Rodrigues, segundo o livro de Beto Xavier.
Foi com muita tristeza que recebi a notícia da morte de Luiz Carlos Machado, o Escurinho. Parada cardíaca, depois de sofrida partida contra o diabetes. O Internacional – que já havia destinado renda de um uniforme retrô e, junto com a G7 Cinema, arrecadação do filme “Nada Vai Nos Separar” ao tratamento do ídolo – divulgou nota de pesar e uma capa especial no site. Descanse, Escurinho. Continuar lendo “Escurinho, um bicampeão”
O momento do futebol mineiro não é bom. Três times ameaçados no Brasileirão. Mas confesso que fiquei impressionado com a quantidade de torcedores / fãs com camisetas do Atlético – Galo Metal – e do Cruzeiro, no dia metal do Rock in Rio. Inclusive o guitarrista Phil Campbell, do Motörhead, usou uma do Gal, certamente presenteada pelo Paulo Xisto, baixista do Clube Atlé…, digo, baixista do Sepultura (tinha o nome de Paulo nas costas).
Também marcaram presença no clássico, ou melhor, no festival, torcedores de Flamengo, Fluminense, Vasco (felizes da vida com a fase turbinada do chamado Trem-Bala da Colina) e Botafogo, claro; de São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Coritiba, Grêmio, Internacional, Bahia, Remo, Paysandu, Santa Cruz, Sport, Náutico (Metal Alvirrubro), CSA etc etc etc… e até do Paraguai!
Agora, eu pergunto: se os torcedores falam a mesma língua, moram na mesma cidade, dividem os mesmos interesses e gostos musicais, seja heavy metal ou samba, por que se agridem, se matam tanto uns aos outros? Hein? Por que não aceitar a diferença e conviver com isso? Qual seria a graça de um campeonato estadual sem o seu maior arquirrival?
Leia meus pitacos sobre o Rock in Rio na Coluna de Música do Fut Pop Clube.
Uma das seções mais interessantes do ótimo caderno de esportes do jornal “O Globo” é uma coluna que fica na página 2: “Há 50 anos”, feita por José Figueiredo. Ótima fonte pra quem se interessa pela história do futebol. Um detalhe que me chamou atenção na leitura da coluna é: como os clubes brasileiros excursionavam pelo exterior! Hoje é figurinha rara uma excursão como a que o Internacional faz semana que vem.
Flâmula do Santos FC, campeão paulista de 2011. Bicampeão. Merecido. Incontestável. Muricy se deu bem nessa. Chegou e venceu.

Flâmula do Cruzeiro Esporte Clube, campeão mineiro de 2011.

Internacional – campeão gaúcho de 2011. Confira a evolução dos distintivos no site do Colorado.
O Santa Cruz FC é campeão pernambucano pela 25ª vez – o primeiro título desde 2005.
Bahia de Feira, campeão baiano pela primeira vez em 2011!
Atlético Goianiense, bicampeão goiano.
Chapecoense, campeã catarinense pela quarta vez.

Na Paraíba, deu Treze!