Semana Iron Maiden no blog, semana Ronaldo na mídia esportiva brasileira e, por que não dizer, mundial. Um dos “pratos” prediletos aqui do FutPopClube são as películas sobre futebol. Já abordei algumas, que você pode ler/reler nesta tag. Esta semana eu revi um documentário sobre o começo da carreira de Ronaldo, feito em vídeo. Ronaldo: Manual de Vôo (mantive o acento já que se trata do título da obra feita antes da reforma ortográfica). É uma produção hispano-brasileira de 1997, exibida muito tempo atrás pela ESPN Brasil, e que no passado assisti no Canal Brasil, graças a uma dica da coluna do crítico de cinema Amir Labaki, no jornal Valor. Continuar lendo “Fenômenos de mídia”
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Estreia cinco estrelas

- FOTO: divulgação/VIPCOMM
O pop Samuel Rosa e toda a torcida cruzeirense sorriem à toa. O Cruzeiro (com sua belíssima e tradicional camisa azul com as estrelas soltas no lugar do escudo) venceu o Estudiantes de La Plata por 3×0, no Mineirão, na primeira partida de ambos pelo grupo 5 da Libertadores. Os gols saíram no segundo tempo. Em cobrança de pênalti, Fernandinho encheu o pé. Kleber, ex-São Paulo, Dínamo Kiev e Palmeiras – que tinha acabado de entrar – fez mais dois. Estreia cinco estrelas também para Kleber, não fosse um detalhe: ele levou cartão vermelho depois de sua fulminante atuação. E desfalca a Raposa no dia 25, contra o Deportivo Quito, no Equador.
A primeira Libertadores do Cruzeiro

O ano, 1976. Na primeira fase, o Cruzeiro -então vice brasileiro- pegou o Internacional, de Minelli, Falcão e cia, e dois times do Paraguai: o Sportivo Luqueño e o Olimpia. O Cruzeiro também tinha um timaço: no gol, Raul, que seria campeão do mundo pelo Fla em 81. O lateral-direito Nelinho tinha aquela bomba, capaz de chutar bola fora de estádios grandes como o Mineirão. Piazza e Jairzinho ganharam a Copa 70 no México. Palhinha fazia muitos gols (seria campeão paulista pelo Corinthians em 77). Na ponta-direita, Roberto Batata, ídolo da torcida cruzeirense, morreria num acidente de carro durante as semifinais. O ponta-esquerda era o infernal Joãozinho. Bom, o Cruzeiro ganhou as duas do Inter (5×4 e 2×0) e do Sportivo Luqueño (3×1 a 4×1). Com o Olimpia, um empate fora de casa (2×2) e uma goleada no Mineirão (4×1). Na fase semifinal, mais gols, muitos gols mais: 3×1 e 4×1 na LDU de Quito. 4×0 e 7×1 no Alianza de Lima (foi depois dos 4×0 contra o Alianza, no Peru, que Roberto Batata morreu, quando seguia de carro para o interior de Minas para ver mulher e filha ). Na grande final, o Cruzeiro começou goleando o River Plate em BH: 4×1. Perdeu em Buenos Aires por 2×1. No desempate, em Santiago do Chile, Cruzeiro 3×2, com gol de falta de Joãozinho no fim do jogo. Nelinho se preparava para bater. Joãozinho se antecipou e cobrou sem ninguém esperasse. Nem o goleiro do River, Landaburu, que nem se mexeu. Título da Libertadores dedicado a Roberto Batata. Continuar lendo “A primeira Libertadores do Cruzeiro”