
Eu disse “Jogão” no título do último texto de segunda-feira à noite? Amigos, perdão, errei. Chelsea e Liverpool fizeram um jogaço! Que o comentarista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, uma enciclopédia ambulante de futebol, já incluiu no Top 5 da rica história da copa europeia de clubes. O primeiro tempo foi do Liverpool. Dois gols de bola parada. Um do brasileiro Fábio Aurélio (ex-São Paulo e Valência), em cobrança de falta na meia direita. Peter Cech partiu atrasado para bola. Xavi Alonso ampliou, de pênalti. Faltava um para a classificação do Liverpool. Eis que no começo da segunda etapa, jogada pela ponta de Anelka, leve desvio de Drogba, e a bola acabou empurrada para as próprias redes pelo arqueiro Reina (sim, os melhores goleiros do mundo também erram; não são robôs). O Chelsea empatou (Alex, de falta), e virou (Lampard, no meio da pequena área, depois de assistência de Drogba, lado esquerdo da área). Lucas chutou de fora da área e fez o 3º gol “brasileiro” da noite londrina, 3º do Liverpool. 3×3. Ainda dá, ainda dá, devem ter imaginado todos os torcedores vermelhos. E não é que Riera foi à linha de fundo e cruzou para Kuyt virar de novo o placar? Liverpool 4×3. De novo, faltava 1 só para a classificação de Fernando Torres e cia. Mas em nova descida pela ponta, desta vez pela direita, com Anelka, o capitão Lampard deu um toque de classe. A bola beijou as traves e definiu o placar. 4 a 4. Veja os gols neste link para a página da ESPN Brasil. Numa opinião de torcedor que gosta de acompanhar a bola pelo mundo, acho que hoje a diferença entre o futebol brasileiro e o europeu, no campo, é o jogo pelas pontas. Repare no número de gols em jogadas pelos lados. Repare nos grifos do texto acima. Quatro jogadas. Outros 3 foram de bola parada e um no chute do ex-gremista Lucas.
O Chelsea -que começou sua campanha na Champions com o brasileiro Felipão no banco – está na semifinal contra o maravilhoso ataque do Barcelona. E o time azul, agora treinado por Guus Hiddink, jogará a 2ª partida em casa. Para a posteridade, a ficha do jogaço… Continuar lendo “Jogão? Jogaço!”
Será que alguma seleção nacional possui um ataque tão poderoso como o desse “best of” multinacional sediado na maravilhosa capital da Catalunha? Acho que não, né? Talvez a Argentina chegue perto, já que tem um terço do tridente ofensivo do Barça, e logo o melhor jogador do mundo 2009: “Lio” Messi. No papel, o Brasil pode chegar lá (a propósito, Alexandre Pato, Keirrison, Luís Fabiano e Robinho foram os mais votados na enquete do blog sobre quais deveriam ser os 4 atacantes da nossa seleção na Copa). A verdade é que dá gosto de ver o Barcelona atuar. Muitas jogadas de linha de fundo, seguidas por cruzamentos pra trás… que pegam as zagas adversárias sem pai, nem mãe. Tanto é que muitas vezes os zagueiros acabam empurrando a bola pras próprias redes. Também impressiona como Messi e amigos passam bolas açucaradas para os lados das áreas congestionadas de defensores. Assim, goleou o Bayern de Munique por 
