Caiu na rede é peixe… No festival de 1 ano de blogosfera, Fut Pop Clube pede bis para uma das praxes aqui do blog, que são “fichinhas” de preferências gentilmente preenchidas por músicos. A primeira foi com integrantes da banda curitibana Copacabana Club, como a vocalista Cacá, o guitarrista Alec, o Tile e a Claudinha. Tem espaço para o pessoal do Metalmorphose e pro homem-multimídia que liderava o Dorsal Atlântica e hoje toca o Mustang, o Carlos Lopes. E ainda o sambista Marcos Sacramento. Com as respostas dessa turma toda, conheci um monte de sons a mais!
Também faço aqui um greatest hits dos meus pitacos sobre alguns dos melhores shows que vi no ano: Manu Chao em Sampa, Iron Maiden na praça da Apoteose, Kiss, Living Colour, Faith No More… Ou sobre a invasão de documentários musicais no cinema e no DVD.


Quinze dias para o show do AD/DC no Morumbi! Na contagem regressiva, começo a lembrar de
Cinco anos antes da derrubada do muro de Berlim e do colapso dos regimes comunistas do Leste Europeu, em 1984, os papas do heavy metal britânico abriram em países da Cortina de Ferro a gigantesca World Slavery Tour, excursão do discaço “Powerslave” (que embalaria a 1ª vinda do Iron Maiden ao Brasil, em janeiro de 85, no Rock in Rio I). Behind the Iron Curtain é um doc sobre o rolê da “Donzela de Ferro” pela Polônia e Hungria (o quinteto passou ainda pelas então chamadas Tchecoslováquia e Iugoslávia). Lançado em VHS (!) em abril de 85 e rodou direto em sessões de vídeo lotadas de maidenmaníacos brasileiros.
o “Headline”, fanzine que eu publicava com ajuda de pai, mãe e irmão em formato tablóide (e o FNM foi destaque na capa do “Headline” nº 2, lançado às vésperas do Rock in Rio 2 e que ilustra este post, 18 anos depois…). Rock in Rio 2 que marcou a grande explosão do FNM e Sepultura no Brasil (época de lançamento do “Arise”, um dos melhores discos do grupo mineiro-paulista-americano). Sepultura que também tocou no Maquinária, num sábado de calor e pancadas de chuva em São Paulo. E você já pode ver os caras detonando “Territory”, versão do show de ontem, no You Tube.
Começou a
Ele é “o cara” no eletrizante blues urbano Chicago style. Bela notícia hoje nos jornais: o guitar hero e vocalista (e que vocalista!)
Não, a tarde/noite do verão carioca de 1991 do título não foi a data de algum clássico inesquecível do futebol. Mas sim uma das melhores noites do Rock in Rio II, o único dos 3 festivais da Artplan no Brasil disputado, digo, realizado no Maracanã. O Hanói Hanói abriu, com dia claro. Em seguida, os Titãs arrebentaram. A primeira banda importada da noite foi a americana Faith No More. Enquanto Bush-pai bombardeava o Iraque, na primeira guerra contra esse país, o FNM bombardeou o Maraca com quase todos os petardos do discão cuja capa ilustra este post. “The Real Thing” já era o terceiro LP / CD do FNM, mas o primeiro com Mike Patton e o primeiro a dar as caras no Brasil. Eu já conhecia o disco todo, já tinha escrito no meu fanzine “Headline” que era praticamente um greatest hits, de tanta música boa atrás da outra, já devia ter visto algo do FNM ao vivo na TV. Mas olha… Mike Patton, Jim Martin, Billy Gould, Mike Bordin e Roddy Bottum superaram qualquer expectativa. O FNM matou a pau! Com “From Out of Nowhere”, “Epic”, “Falling to Pieces”, o protótipo do funk-o-metal “We Care a Lot”, “The Crab Song, “The Real Thing”, a cover de “War Pigs”… Peso (muito), baixo funky e muita loucura, no palco e na plateia. O grupo ainda fez bons discos de estúdio, mas que eu saiba o show do Maracanã foi o ponto mais alto da história do quinteto, que meses depois voltou para uma turnê nacional.
O quarteto que o Dave Grohl fundou após o fim do Nirvana lança hoje, 3 de novembro, a coletênea “Greatest Hits”, com quase todos os “greatest hits” do Foo Fighters, “Everlong” e cia + 2 novas (o velho golpe da coletânea com 2 inéditas…). Para promover a compilação, tem apresentações ao vivo no