“Futboleros”

A superquarta que começou com a decisão da Copinha, virada do Timãozinho pra cima de um Flu que valorizou a oitava conquista da molecada corintiana, também teve campeonatos estaduais aqui, pré-Libertadores com vitória magrinha do Colorado e derrota do Fla nas alturas e copas nacionais na Europa.
A função foi arrumar um bar pra ver o clássico de Espanha – mais um – pelas quartas da Copa do Rei. Barça x Real. No bar onde se reúne a Penya (torcida) barcelonista de São Paulo, casa cheia. Gente saindo pelo ladrão. Parecia o Camp Nou. Ouvi aplausos para Iniesta como se os fãs estivessem no estádio. Mas como não dava nem pra entrar, toquei

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Escudinho da semana: Mirandés, semifinalista da Copa del Rey

Distintivo do Club Deportivo Mirandés, time da cidade de Miranda de Ebro, na província de Burgos, comunidade de Castilla e León, na Espanha. O Mirandés disputa a Segunda B espanhola – na prática, a terceirona. E se meteu nas semifinais da Copa do Rei, ao eliminar o Espanyol. Continue lendo

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Álbum Oficial Histórico do São Paulo

http://saopaulofc.net/

25 de janeiro de 1930 foi data de fundação do sucessor futebolístico do vermelho e branco Paulistano e da alvinegra AA das Palmeiras, o São Paulo Futebol Clube. Era o chamado São Paulo da Floresta, com as mesmas cores, camisa e escudo do SPFC refundado em 1935, que considera 25 de janeiro sua data-magna (veja no site do tricolor). Depois de amanhã, o São Paulo lança junto com a Panini o seu Álbum Oficial Histórico. Um álbum de figurinhas para contar a história do tricolor paulista. Continue lendo

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Um livraço sobre o futebol carioca

Vai começar o futebol no Rio. Vamos ver como fica o estadual considerado “o mais charmoso” do país, com a presença de Vasco, Fluminense e Flamengo na Copa Libertadores 2012…

Aproveito o momento do futebol carioca para um toque rápido sobre a edição de 2010 da História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906-2010 (Maquinária Editora), livro de Roberto Assaf e Clovis Martins. Um calhamaço de 700 páginas com detalhes do primeiro ao penúltimo campeonato estadual do Rio.

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Meio de Campo

ElisEscolhi “Meio de Campo“, na voz de Elis, para ouvir hoje (disco “Elis“, 1973). Música de Gilberto Gil, que a gravou no disco “Cidade do Salvador”, também de 1973 (leia letra e ouça aqui a versão de Gil). Escrita como uma carta ao “prezado amigo Afonsinho”, meio-campo que começou no XV de Jaú, se celebrizou no Botafogo e atuou ainda por Olaria, Santos, Flamengo, América-MG, Madureira e Fluminense. O jogador que lutou pelo passe livre e outros direitos dos atletas. Também ficou ótima na voz de Pedro Lima, disco “Futebol Musical Brasileiro Social Clube”, assunto do blog anteriormente.

TramaNo excelente DVD “MPB Especial – 1973-Programa Ensaio“, lançado pela Trama em parceria com a TV Cultura, Elis canta “Meio de Campo”. Bem à vontade, no fim da canção, ela comenta, meio brincando e com toda razão, que Tostão não deve ter gostado muito da letra…

Ouça trechos de “Meio de Campo aqui, link para o site Discos do Brasil.

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Re-Pa, Pa-Tu, Come-Fogo, GreNal e os apelidos de outros Clássicos dos Clássicos

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
  • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”.
  • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
  • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
  • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Mas não creio que seja um nome popular hoje em dia.
  • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
  • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário.
  • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
  • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
  • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
  • Clássico das Multidões: Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
  • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
  • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
  • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
  • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
  • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
  • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
  • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
  • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
  • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
  • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
  • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
  • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro. Mario Filho criou o apelido clássico, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987).
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continue lendo

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Botafogo FC: Pantera da Mogiana

Publicado em outubro de 2010
Aguillera (depois Leonetti), Wilson Campos, Miro, Manoel e Mineiro; Mario e Lorico; Zé Mário, Sócrates, Osmarzinho (depois João Traina) e João Carlos Motoca. Com esse time, treinado por Jorge Vieira, o Botafogo de Ribeirão Preto empatou no Morumbi com o São Paulo – de Waldir Peres, Pedro Rocha (depois Muricy), Terto, Serginho, Zé Sérgio etc – já treinado por Rubens Minelli (que seria campeão brasileiro naquela temporada). O 0×0 valeu à Pantera da Mogiana o título de campeão do primeiro turno do Paulistão de 1977 (e a Taça Cidade de São Paulo). Na volta do time à Ribeirão, a cidade parou. Um dos orgulhos da história do tricolor de Ribeirão Preto, como mostra o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos (comprei o meu exemplar na loja do Museu do Futebol, algum tempo atrás).
Os 92 anos do Botafogo Futebol Clube (comemorados esta semana, em 12 de outubro de 2010) são a deixa perfeita para falar deste belo livro sobre um clube tradicional do interior paulista, neste momento em que a gente vê times mudando de uma cidade para outr. Depois do Grêmio Barueri que foi pra Prudente, agora acompanhamos o Guaratinguetá de mudança para Americana (fico imaginando o ânimo com que moradores da simpática “Guará” vão acompanhar o restante da campanha da Garça do Vale na série B do Brasileirão. É lamentável esse troca-troca).
Mas o tema do post é o Botafogo e Uma História de Amor e Glórias. O livro de Igor Ramos dedica um capítulo a grandes jogadores que passaram pelo Botafogo (a maioria, prata da casa). Como o meia Tim (Elba de Pádua Lima), o zagueiro Baldochi (que seria campeão do mundo na Copa 70, no México), o lateral Eurico (depois do Palmeiras, Grêmio, Seleção), o zagueiro Manoel (xerife de 1977), o ponta Zé Mário (que morreu precocemente, de leucemia), Paulo César (outro bom ponta, que jogou no São Paulo), o artilheiro Geraldão Manteiga (depois, do Corinthians). Sem falar nos irmãos Raí (vice-campeão da Taça São Paulo de juniores em 1984 com o Bota) e Sócrates (há uma lista de todos os jogos e gols do doutor pela Pantera, de 1972 a 78, e no finzinho da carreira, em 1989). Entre as muitas curiosidades e estatísticas do livro, há uma lista dos gols do Rei Pelé contra o Botafogo, as excursões internacionais e uma relação (atualizada até 27/02/2008) do Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto, contra o Comercial. Continue lendo

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Comercial Futebol Clube

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Flâmula com o escudo tradicional do Comercial de Ribeirão Preto, que fez 100 anos em 10 de outubro de 2011! Em setembro, o jornalista ribeirão-pretano Igor Ramos (que já havia escrito um livro sobre o Botafogo de Ribeirão) lançou  ”Comercial – Uma Paixão Centenária“. 420 páginas de pesquisa. Acabamento tão caprichado como o livro sobre o arquirrival no clássico Come-Fogo. Continue lendo

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Euro 2012: Grupo A

As bolinhas deixaram para o Grupo A a Polônia, dona da casa, a Rússia (a União Soviética ganhou a 1ª Eurocopa, em 1960), a Grécia -campeã em 2004-e a República Tcheca  (a Tchecoslováquia  foi campeã em 1976). Jogos em Varsóvia e Wroclaw. As duas seleções que se classificarem do A que se classificarem para as quartas cruzam com as duas melhores do “grupo da morte”, o B. Vencedor de A pega o 2º do B. 2º do A pega o 1º do B.

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Euro 2012 | Grupo D

Dureza para a outra dona da casa. A Ucrânia pegou Inglaterra, Suécia e França (vencedora em 1984 e 2000). Escudinhos do site Distintivos.com.br.

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Euro 2012 | Grupo C

A atual campeã europeia e mundial, a Espanha, caiu num grupo com a Itália, a Croácia e a Irlanda. Jogos em Poznan e Gdansk, na Polônia. La Roja ganhou também a Eurocopa de 1964. A Squadra Azzurra foi campeã em 1968. As duas melhores seleções do grupo C cruzam com as duas classificadas do grupo D nas quartas de final.

Todos os escudinhos são do site http://www.distintivos.com.br/

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Euro 2012 | Grupo B. Mas pode chamar de “grupo da morte”.

A Holanda, campeã em 1988, com a maravilhosa geração de Gullit, Rijkaard e Marco Van Basten, atual vice-campeã do mundo, é uma cabeça-de-chave bem pé-fria. Terá pela frente a Alemanha, tricampeã europeia (1972, 80 e 96), Portugal (bateu na trave em 2004) e a Dinamarca (convidada em 1992, acabou campeã). Se tem um grupo para acompanhar “in loco” na Euro 2012, é este! Jogos disputados no estádio Metalist, em Kharkiv, e na Arena de Lviv, na Ucrânia.

Escudinhos do curioso site Distintivos.com.br.

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Champions: mata-mata rumo à Munique

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As oitavas de final da Liga dos Campeões/Champions League foram sorteadas neste 16 de dezembro. Vários jogões, hein?

  • Lyon x Apoel
  • Napoli x Chelsea
  • Milan x Arsenal
  • Basel x Bayern de Munique
  • Bayer Leverkusen x Barcelona
  • CSKA Moscou x Real Madrid
  • Zenit x Benfica
  • Olympique de Marselha x Internazionale Continue lendo

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“São” Marcos, camisa 12 eterno do Palmeiras

www.mundopalmeiras.com.br

Oriente (é o nome da cidade do) rapaz (não tão mais rapaz assim).
Ele está no poster da seleção brasileira pentacampeã do mundo na Copa de 2002, do outro lado do planeta da redondinha.
Ele está no poster do Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 e de muitas outros títulos (veja dentro do post).
Breve, terá um busto no novo Palestra.
[530] Jogos com Ele. Por uma só camisa, aquela que tem um “P” no distintivo. Que defendeu até em momentos difíceis, pouco depois do penta, no Japão
Marcos, “São” Marcos para a torcida do Palmeiras, com toda a razão.
Ele defendeu 33 pênaltis.
E mesmo que algumas dessas defesas tenham impedido o Corinthians de alcançar a Libertadores, Marcos recebeu homenagem do arquirrival: ”… Fora as rivalidades cotidianas, o Corinthians ressalta que sempre teve esse brilhante atleta como um rival respeitoso, desafiador e muito difícil de ser batido” (veja a íntegra da nota aqui). Demonstração de grandeza. De ambos.

Horas depois, o site do São Paulo publicou uma notícia, com declarações do atacante Luís Fabiano, do vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e de Rogério Ceni:  ”O Marcos foi um grande companheiro de Seleção e um grande adversário, de tantos clássicos. Ele sempre foi uma referência nos grandes jogos, eles valiam mais, pois contavam com atletas como ele”, disse o goleiro tricolor (veja a íntegra no site do São Paulo)

Obrigado, Marcos. Por fazer do futebol aquele esporte que nós, torcedores de todas as cores, amamos tanto, independentemente de vitórias ou títulos. E que sem caras como você perde um bocado da graça. Obrigado, “São” Marcos.

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Messi. Três vezes Messi.

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Banderín (flâmula) vendida em Barcelona que tem a foto de Messi, de uma lado, e o distintivo do Barça, do outro.
“La Pulga” acaba de ganhar a Bola de Ouro pela terceira vez seguida.
Lionel Messi caminha a passos largos para se tornar o maior goleador da história do Barcelona, logo logo. Continue lendo

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Ele viu o golaço de Neymar ao vivo, na Vila.

O DIA EM QUE ENTENDI A EXPRESSÃO: “O ESTÁDIO CALOU”
Por Walace Lara

Era uma quarta-feira. Meio chuvosa. Meio nebulosa. O clima estava a cara de São Paulo. Os meus dias de férias estavam acabando. Já tínhamos viajado com um grupo de amigos para Fortaleza; já tínhamos ido para Poços de Caldas e Alfenas, no Sul de Minas. E como estou passando por uma fase “paulistanês” decidi, junto com a minha família, aproveitar os últimos dias de descanso, nessa fantástica capital, que está se tornando a residência mais fixa de toda a minha vida (são oito anos morando aqui, um recorde para alguém que tem no sangue um DNA nômade).
Naquela quarta, haveria um jogo do Santos na Vila Belmiro. Sabia que não era fácil convencer a minha mulher e o meu filho a descerem até a Baixada (moro num bairro perto da Imigrantes, mas o trânsito sempre desafia qualquer plano em São Paulo). Naquele dia, no entanto, sabe-se lá porque, estávamos muito animados.
Compramos o ingresso pela internet. O jogo era contra o Flamengo de Ronaldinho Gaúcho. Na chegada ao estádio, logo vimos que não éramos os únicos empolgados. A torcida aguardava ansiosa a volta do time – que se não me falha a memória, voltava da histórica conquista do tricampeonato da Taça Libertadores.
A bola rolou. O ataque do Santos estava ligado a 220 por hora. Logo saíram os primeiros dois gols. Um deles, uma jogada muita rápida do artilheiro Borges.
O placar elástico para um começo de partida só animava a torcida. Os lugares que compramos ficavam do lado esquerdo do ataque do Santos. Em frente aquelas enormes “janelas” de vidro, que a diretoria instalou nessa parte do estádio. Você fica muito próximo a qualquer jogada.
De repente a bola cai no pé de Neymar. A torcida se levanta – um ritual que sempre acontece quando o “moleque” pega na bola. Um, dois, lá se vai o zagueiro Angelim. E o “moleque” sai na frente de Felipe, goleiro do Flamengo. Sem chance para a defesa. A bola entra…
Curiosamente, eu não ouço o grito da torcida. O estádio emudece. Durou cinco segundos. Olhei de volta para o campo, à procura de alguma sinalização do árbitro. Será que valeu? Ele não fez nada de irregular? O bandeirinha não marcou um daqueles malditos impedimentos (que no passado, já nos tiraram um título…)?
E finalmente: Goooooooollllll…
Quando comecei a carreira no Mantiqueira, na página de Esportes, sempre algum repórter mais velho comentava comigo que determinado gol do Pelé, por exemplo, havia calado o estádio. Eu sempre achei isso um exagero. Como poderia um estádio ficar calado? Chorando (como no Maracanã na Copa de 50) talvez. Aos berros com o zagueiro, sempre. Ou
xingando o árbitro? Ah, isso é quase natural (não é correto, hein?).
Esse jogo foi tão impressionante, que no final da partida, quando estávamos todos chateados pela maneira que terminou (a partida foi 5 a 4 para o Flamengo com um show de Ronaldinho Gaúcho), eu dizia para a minha mulher e o meu filho, numa tentativa de levantar o moral da tropa: “não esquentem, pensem que hoje nós vimos uma das maiores
partidas do ano”.
E abusando do futebolês (porque hoje tudo é permitido), eu ainda disse: “olha, só o gol do Neymar, valeu o ingresso”.
E como valeu!!!!!

  • * Walace Lara é jornalista.

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Vale a pena ver de novo: “História do Futebol Carioca”.

Foi um gol de placa do pessoal do Globo Esporte Rio ! No meio de um programa esportivo, uma minissérie – de ficção, inspirada em fatos reais, uma espécie de “docudrama”. ”História do Futebol Carioca” foi ao ar no começo de 2012, em cinco capítulos:

  1. o capítulo 1 recupera o prímeiro título do Vasco da Gama na primeira divisão do futebol carioca, em 1923, vencendo o racismo e o falso amadorismo. Os comerciantes portugueses davam uma graninha para os atletas negros treinarem. Os grandes da zona sul reclamaram, reclamaram, mas o Vascão levou a melhor em 1923, na então Liga Metropolitana de Desportos Terrestres.
  2. o segundo volta a 1912 para falar do primeiro Fla-Flu, o clássico das multidões que este ano completa seu centenário.
  3. o terceiro episódio conta a história do gol que deu o primeiro tricampeonato carioca do Flamengo (1942/43/44), da então Federação Metropolitana de Futebol.
  4. o capítulo 4 fala sobre o Botafogo campeão em 1948 na Federação Metropolitana de Futebol, depois de 13 anos, seu presidente Carlito Rocha e o amuleto da sorte, o cachorrinho Biriba.
  5. e o quinto capítulo contou a história do Sport Clube Mangueira, que não era verde-e-rosa, mas rubro-negro. E a contrário da Estação Primeira e do rubro-negro mais famoso, era um saco de pancadas…

Veja abaixo o primeiro episódio, sobre a bela história do Vasco da Gama, também retratada no clássico livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, de Mario Filho, vulgo Maracanã...

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Mönchengladbach x Bayern, na volta da Bundesliga

A bola volta a rolar no campeonato alemão 2011/12. Nesta sexta-feira, o Bayern de Munique – “campeão” de inverno, e que inverno! – visita o Borussia Mönchengladbach, quarto colocado no turno, quatro pontos atrás do todo-poderoso Bayern. Aliás, o Mönchengladbach impôs uma das duas derrotas do líder da Bundesliga na majestosa arena de Munique (a segunda foi para outro Borussia, o Dortmund). Foi logo na primeira rodada, e Fut Pop Clube estava lá na Allianz Arena (confira o post Fussball Pop Club e o ingresso, de recordação, que ilustra o post). Pé frio? Hahaha!

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Jazz e memorabilia do futebol

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Toda segunda-feira tem jazz no bar São Cristóvão, na Vila Madalena. Ontem, o pessoal do Septeto S.A. fez um show “camisa jazz”, para combinar com milhares de fotos, flâmulas, cachecóis, pins, placas com nomes de jogadores, que enfeitam as paredes do bar.
Parte dessa memorabilia futboleira está no livro “No Campo da Memória, Jogando Música Fora”, lançado em 2010 pra comemorar uma década do bar, mas que só agora caiu nas minhas mãos. O livro tem algumas crônicas de Leonardo Prado e muitas fotos, de Stefan Schmeling. Editora Olhares.
O jazz rola toda segunda, a partir de 21h30.

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Flâmula da semana: FC St. Pauli

www.fanandmore.de

Flâmula do FC St. Pauli, que nesta temporada 2011/2012 disputa a segunda divisão do futebol alemão, a 2.Bundesliga. O clube do bairro operário de Hamburgo foi tema de interessante reportagem no Esporte Espetacular. Continue lendo

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Derby de Milão



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O time da Larissa Riquelme em Pernambuco

Distintivo do América de Pernambuco. Nesta semana, o clube contratou a musa da última Copa do Mundo para lançar o novo uniforme do “glorioso alviverde da Estrada do Arraial”. América desde criancinha no Recife… Continue lendo

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