Rolê do blog pelo Engenhão, numa semifinal de Taça Guanabara

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Tive o prazer de conhecer o estádio olímpico João Havelange -o popular Engenhão- numa das semifinais da Taça Guanabara 2012: Botafogo e Fluminense decidiram uma vaga na final, enquanto o Vasco esperava “de camarote”.

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“United”, Busby Babes e a tragédia do ManUtd em 1958.

No começo de fevereiro, fez 54 anos que a tragédia aérea de Munique provocou a morte de 21 pessoas, entre elas oito jogadores do Manchester United, então bicampeão inglês, com uma geração tão jovem – média de 22 anos – que recebeu o apelido de “Busby Babes”. Eram os meninos do técnico Matt Busby, que sobreviveu ao acidente, com muitos ferimentos. Outro sobrevivente, o atacante Bobby Charlton, seria um dos destaques da Inglaterra campeã do mundo em 1966, com a camisa 9 (Sir Bobby Charlton atuou ainda nos mundiais de 62 e 70).  A formação dos Busby Babes e a tragédia até hoje lembrada em Old Trafford são o tema de “United”, um drama feito para a BBC, que passou na “telly” em 2011. Continue lendo

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Napoli x Chelsea

Depois de uma segunda-feira de Carnaval acompanhando três blocos/bandas em 3 lugares distintos do Rio, nada como passar uma tarde “de molho” – e de olho numa partida digna do nome da competição, a Liga dos Campeões. O bravo Napoli conseguiu uma importante vitória na partida de ida contra o rico Chelsea. 3 a 1, de virada, no vibrante Stadio San Paolo – onde a torcida canta até o hino da Champions League. “The Champions”! Continue lendo

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La Bombonera pulsa

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Fut Pop Clube teve a oportunidade de dar um rolê por um dos estádios mais místicos do mundo, desta vez em dia de jogo. O Boca Juniors – campeão do último certame argentino, o Apertura 2011- recebeu o Olimpo, de Bahía Blanca, na abertura do Clausura.
Há um programa oficial do clube para levar estrangeiros à Bombonera, o Boca Experience, com link no site oficial. Mas embarquei num tour oferecido num flyer nos hotéis, organizado por “hinchas”(torcedores) – fanáticos, mesmo. Pegam os gringos perto de hotéis, ensinam as músicas da torcida, fazem uma festinha de pizza e cerveja e fornecem os ingressos para uma das arquibancadas atrás dos gols – do outro lado da La 12, a hinchada mais famosa do Boca.

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Estádio Centenário

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Patrimônio do futebol mundial

Eis que com 82 anos de atraso cheguei ao estádio da final da primeira Copa do Mundo. O Centenário, orgulhosamente conservado em Montevidéu. Aos poucos, atualizo o blog com a visita ao Museu del Fútbol, que fica dentro do palco da final do Mundial de 1930.

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Rolê pelo estádio Luis Franzini

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Imagine um jogo da Libertadores num estádio pouco maior que o da rua Javari.
O Defensor Sporting Club recebeu na sua “cancha” aqui em Montevideo o sempre perigoso Vélez Sarsfield. E não é que a torcida viola lotou as arquibancadas? Fila pra entrar, e lá dentro, torcedores se espremendo.
Com sua bonita camisa roxa, o Defensor tomou um gol após polêmica marcação do juiz.
No segundo tempo, só deu Vélez. 3 a 0. A torcida visitante cantou o tempo todo. A do Defensor batucou o jogo inteiro e cantou mais quando o jogo estava definido.
Ótima atmosfera.image

Fila pra entrar no estádio, que fica ao lado de um parque de diversões.

As arquibancadas do estádio do Defensor, pintadas de roxo.image

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Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.

Port Said, 1º de fevereiro de 2012. O banho de sangue durante o jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly pelo campeonato egípcio tomou conta do noticiário esportivo e internacional neste meio de semana.
Os relatos assustam: facas e bombas dentro do estádio, jogadores espancados, corpos nos vestiários, torcedores esmagados.
Os números arrepiam ainda mais: 74 mortos, quase mil feridos. Desta vez, não dá para jogar toda a conta da lamentável tragédia na bestial violência de torcidas fanáticas por futebol. Mas num país em convulsão política e social, esses grupos organizados têm um lado, uma escolha partidária.
E como as autoridades fizeram vista grossa, um estádio de futebol infelizmente acaba sendo um cenário fácil para uma batalha de ódio como a que vimos no Egito. Pelo jeito, um ano depois da revolta na praça Tahir, o Egito ainda longe da paz.

Uma dica de leitura que não fala dos conflitos no Egito, mas têm capítulos sobre o envolvimento de torcidas organizadas na política partidária, atuando como milícias: Continue lendo

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“Heleno” – 23 de março nos cinemas


O que o Rodrigo Santoro está fazendo num blog de futebol? Para quem ainda não sabe, o eclético ator brasileiro “é” Heleno de Freitas, no esperadíssimo filme “Heleno”, de José Henrique Fonseca. Filme e performance de Santoro no papel do craque de Botafogo, Vasco, Boca etc  foram elogiados nos festivais onde a “pelí” passou. Estreia prevista para 23 de março.

FOTO: ROGERIO FAISSAL
O filme foi inpirado pela biografia do craque que a torcida adversária chamava de “Gilda”: “Nunca Houve um Homem como Heleno”, de Marcos Eduardo Neves (post anterior). Abaixo, imagem do cartaz do filme “Heleno” recentemente divulgada na internet.
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Meio de Campo

ElisEscolhi “Meio de Campo“, na voz de Elis, para ouvir hoje (disco “Elis“, 1973). Música de Gilberto Gil, que a gravou no disco “Cidade do Salvador”, também de 1973 (leia letra e ouça aqui a versão de Gil). Escrita como uma carta ao “prezado amigo Afonsinho”, meio-campo que começou no XV de Jaú, se celebrizou no Botafogo e atuou ainda por Olaria, Santos, Flamengo, América-MG, Madureira e Fluminense. O jogador que lutou pelo passe livre e outros direitos dos atletas. Também ficou ótima na voz de Pedro Lima, disco “Futebol Musical Brasileiro Social Clube”, assunto do blog anteriormente.

TramaNo excelente DVD “MPB Especial – 1973-Programa Ensaio“, lançado pela Trama em parceria com a TV Cultura, Elis canta “Meio de Campo”. Bem à vontade, no fim da canção, ela comenta, meio brincando e com toda razão, que Tostão não deve ter gostado muito da letra…

Ouça trechos de “Meio de Campo aqui, link para o site Discos do Brasil.

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DVD: “Um Craque Chamado Divino”

Uma dica de filme em DVD para quem gosta da história dos grandes craques do nosso futebol (ainda que injustiçados na Seleção) e, especialmente, para a torcida do Palmeiras, feliz da vida com a espetacular virada na Vila Belmiro, no clássico dos 7 gols, tipo aqueles citados na enciclopédias do futebol, como escrevi no meu twitter. Neste domingo quente de chuva e chuva de gols, vi o DVD Um Craque Chamado Divino – Vida e Obra de Ademir da Guia, dirigido por Penna Filho(lançado pela Europa Filmes em 2007). Quando eu comecei a acompanhar futebol, Ademir da Guia era um dos grandes craques com o 10 às costas, ao lado de Pelé (já no Cosmos), Rivellino (já no Flu), Pedro Rocha (Sâo Paulo) etc etc etc. No filme, é Rocha -o grande verdugo tricolor, da Celeste e do Peñarol- quem conta: no Uruguai, os boleiros não entendiam como Ademir da Guia não era convocado para a Seleção Brasileira. Na Copa de 1974, foi… mas começou jogando apenas na decisão do 3º lugar contra a Polônia (e ainda foi sacado por Zagallo). Perdemos. Continue lendo

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Gols históricos. Narrações para sempre.

Publicado em 3 de abril de 2010

www.radioglobo.com.br

- Vai marcar, apontou, atirou, entrooou!!!
- Que lindo!
- Golaço, aço, aço! Camisa número 10!
- Golão, golão, golão!
- Gooolll legal!
Indivíduos competentes esses radialistas!
Quando eram decorridos 90 dias de 2010, a rádio Globo do Rio lançou, numa promoção com o jornal Extra, quatro CDs com narrações clássicas de gols decisivos na história dos quatro maiores clubes do Rio, nas vozes de Jorge Cury, José Carlos Araújo,  Waldir Amaral, Antonio Porto, Celso Garcia (descobridor de Zico), Doalcei Camargo, Edson Mauro, Evaldo José e Gilson Ricardo – e quando disponíveis, comentários de Mário Vianna   “carimbando” os tentos. Um rápido resumo, porque quero voltar ao tema, com mais calma:

Os CDs foram produzidos pela rádio Globo do Rio e infelizmente não são mais encontrados em bancas do Rio. As narrações do acervo da rádio são contextualizadas pelo locutor Evaldo José. Tomara que o pessoal da rádio Globo de São Paulo pegue essa onda. Seria demais ouvir (de novo ou pela primeira vez) gols clássicos dos quatro maiores clubes paulistas nas vozes de Osmar Santos, o pai da matéria, Oscar Ulisses, Oswaldo Maciel, Reinaldo Costa, Braga Júnior, Silva Júnior e muitos outros. Quem sabe, a Globo do Rio não lança depois mais um CD, com os gols históricos da Seleção Brasileira?
Agora, um teste pra ver se você manja de rádio esportivo mesmo. De quem são as vozes que costumam ou costumavam dizer os “bordões” que abrem este texto? Tá fácil!

- Vai marcar, apontou, atirou, entrooou!!!
- Que lindo!
- Golaço, aço, aço! Camisa número 10!
- Gooolll legal!
- Indivíduo competente este garoto…

LINKS INTERESSANTES:

Atualizando em 2011: pessoal, fiquei sabendo que infelizmente não há mais estoque de CDs. Agora, só com muita com sorte, em sebos.

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Clássico Vovô, GreNal, Choque-Rei e os apelidos de outros Clássicos dos Milhões

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
  • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”.
  • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
  • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
  • Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
  • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Mas não creio que seja um nome popular hoje em dia.
  • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
  • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário.
  • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
  • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
  • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
  • Clássico das Multidões: Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
  • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
  • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
  • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
  • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
  • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
  • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
  • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
  • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
  • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
  • Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
  • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
  • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
  • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro. Mario Filho criou o apelido clássico, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987).
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continue lendo

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Botafogo FC: Pantera da Mogiana

Publicado em outubro de 2010
Aguillera (depois Leonetti), Wilson Campos, Miro, Manoel e Mineiro; Mario e Lorico; Zé Mário, Sócrates, Osmarzinho (depois João Traina) e João Carlos Motoca. Com esse time, treinado por Jorge Vieira, o Botafogo de Ribeirão Preto empatou no Morumbi com o São Paulo – de Waldir Peres, Pedro Rocha (depois Muricy), Terto, Serginho, Zé Sérgio etc – já treinado por Rubens Minelli (que seria campeão brasileiro naquela temporada). O 0×0 valeu à Pantera da Mogiana o título de campeão do primeiro turno do Paulistão de 1977 (e a Taça Cidade de São Paulo). Na volta do time à Ribeirão, a cidade parou. Um dos orgulhos da história do tricolor de Ribeirão Preto, como mostra o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos (comprei o meu exemplar na loja do Museu do Futebol, algum tempo atrás).
Os 92 anos do Botafogo Futebol Clube (comemorados esta semana, em 12 de outubro de 2010) são a deixa perfeita para falar deste belo livro sobre um clube tradicional do interior paulista, neste momento em que a gente vê times mudando de uma cidade para outr. Depois do Grêmio Barueri que foi pra Prudente, agora acompanhamos o Guaratinguetá de mudança para Americana (fico imaginando o ânimo com que moradores da simpática “Guará” vão acompanhar o restante da campanha da Garça do Vale na série B do Brasileirão. É lamentável esse troca-troca).
Mas o tema do post é o Botafogo e Uma História de Amor e Glórias. O livro de Igor Ramos dedica um capítulo a grandes jogadores que passaram pelo Botafogo (a maioria, prata da casa). Como o meia Tim (Elba de Pádua Lima), o zagueiro Baldochi (que seria campeão do mundo na Copa 70, no México), o lateral Eurico (depois do Palmeiras, Grêmio, Seleção), o zagueiro Manoel (xerife de 1977), o ponta Zé Mário (que morreu precocemente, de leucemia), Paulo César (outro bom ponta, que jogou no São Paulo), o artilheiro Geraldão Manteiga (depois, do Corinthians). Sem falar nos irmãos Raí (vice-campeão da Taça São Paulo de juniores em 1984 com o Bota) e Sócrates (há uma lista de todos os jogos e gols do doutor pela Pantera, de 1972 a 78, e no finzinho da carreira, em 1989). Entre as muitas curiosidades e estatísticas do livro, há uma lista dos gols do Rei Pelé contra o Botafogo, as excursões internacionais e uma relação (atualizada até 27/02/2008) do Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto, contra o Comercial. Continue lendo

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Comercial Futebol Clube

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Flâmula com o escudo tradicional do Comercial de Ribeirão Preto, que fez 100 anos em 10 de outubro de 2011! Em setembro, o jornalista ribeirão-pretano Igor Ramos (que já havia escrito um livro sobre o Botafogo de Ribeirão) lançou  ”Comercial – Uma Paixão Centenária“. 420 páginas de pesquisa. Acabamento tão caprichado como o livro sobre o arquirrival no clássico Come-Fogo. Continue lendo

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Camp Nou | Estádio do FC Barcelona

Atualizado em fevereiro de 2012

Verso de flâmula comemorativa dos 50 anos do Camp Nou, em 2007

Bilheteria na temporada 2009/2010

Aproveito o aniversário do FC Barcelona (112 anos em 2011) para um post sugerido por Domingos D´Angelo, amigo do blog, sobre o estádio Camp Nou. Campo novo, em catalão.
O estádio – desenhado pelos arquitetos Francesc Mitjans Miró e Josep Soteras Mauri, com colaboração de Lorenzo García – para substituir o velho campo de Les Corts, erguido em 1922 e sucessivamente ampliado, mas que ficou pequeno na era Kubala. O novo campo começou a ser construído em 1954 e ficou pronto em 1957. Foi inaugurado em 24 de setembro de 1957, num amistoso entre o Barça e uma seleção de jogadores de Varsóvia. Os donos da casa ganharam por 4 a 2 e o brasileiro Evaristo de Macedo fez um dos gols. A arena era oficialmente chamada de Estadi del FC Barcelona até a temporada 2000/2001 – quando, enfim, o nome mais querido pela torcida foi oficializado. É Camp Nou e pronto, ponto.
A capacidade atual do estádio é de 99.354 pessoas, segundo a página sobre o Camp Nou no site do Barça. Do total de sócios (mais de 173.000), mais de 86 mil são “abonados”, ou seja, contam com carnê para toda a temporada. Comprar ingresso para jogos decisivos não é nada fácil!
O Camp Nou recebeu a abertura da Copa do Mundo de 1982 (veja post sobre o Mundial), a final do futebol nos Jogos Olímpicos de 1992, as finais da Copa?liga dos Campeões da Europa em 89 e 99, da Recopa 72 e 82, Copa de Feiras de 64 e das Copas do Rei de 1963, 70 e 2010 (deu Sevilla). Dentro do post, republico o Rolê do Fut Pop Clube pelo Camp Nou e Museu do Barça, que está dentro do maior estádio europeu.  Continue lendo

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Euro 2012: Grupo A

As bolinhas deixaram para o Grupo A a Polônia, dona da casa, a Rússia (a União Soviética ganhou a 1ª Eurocopa, em 1960), a Grécia -campeã em 2004-e a República Tcheca  (a Tchecoslováquia  foi campeã em 1976). Jogos em Varsóvia e Wroclaw. As duas seleções que se classificarem do A que se classificarem para as quartas cruzam com as duas melhores do “grupo da morte”, o B. Vencedor de A pega o 2º do B. 2º do A pega o 1º do B.

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Euro 2012 | Grupo D

Dureza para a outra dona da casa. A Ucrânia pegou Inglaterra, Suécia e França (vencedora em 1984 e 2000). Escudinhos do site Distintivos.com.br.

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Euro 2012 | Grupo C

A atual campeã europeia e mundial, a Espanha, caiu num grupo com a Itália, a Croácia e a Irlanda. Jogos em Poznan e Gdansk, na Polônia. La Roja ganhou também a Eurocopa de 1964. A Squadra Azzurra foi campeã em 1968. As duas melhores seleções do grupo C cruzam com as duas classificadas do grupo D nas quartas de final.

Todos os escudinhos são do site http://www.distintivos.com.br/

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Euro 2012 | Grupo B. Mas pode chamar de “grupo da morte”.

A Holanda, campeã em 1988, com a maravilhosa geração de Gullit, Rijkaard e Marco Van Basten, atual vice-campeã do mundo, é uma cabeça-de-chave bem pé-fria. Terá pela frente a Alemanha, tricampeã europeia (1972, 80 e 96), Portugal (bateu na trave em 2004) e a Dinamarca (convidada em 1992, acabou campeã). Se tem um grupo para acompanhar “in loco” na Euro 2012, é este! Jogos disputados no estádio Metalist, em Kharkiv, e na Arena de Lviv, na Ucrânia.

Escudinhos do curioso site Distintivos.com.br.

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“São” Marcos, camisa 12 eterno do Palmeiras

www.mundopalmeiras.com.br

Oriente (é o nome da cidade do) rapaz (não tão mais rapaz assim).
Ele está no poster da seleção brasileira pentacampeã do mundo na Copa de 2002, do outro lado do planeta da redondinha.
Ele está no poster do Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 e de muitas outros títulos (veja dentro do post).
Breve, terá um busto no novo Palestra.
[530] Jogos com Ele. Por uma só camisa, aquela que tem um “P” no distintivo. Que defendeu até em momentos difíceis, pouco depois do penta, no Japão
Marcos, “São” Marcos para a torcida do Palmeiras, com toda a razão.
Ele defendeu 33 pênaltis.
E mesmo que algumas dessas defesas tenham impedido o Corinthians de alcançar a Libertadores, Marcos recebeu homenagem do arquirrival: ”… Fora as rivalidades cotidianas, o Corinthians ressalta que sempre teve esse brilhante atleta como um rival respeitoso, desafiador e muito difícil de ser batido” (veja a íntegra da nota aqui). Demonstração de grandeza. De ambos.

Horas depois, o site do São Paulo publicou uma notícia, com declarações do atacante Luís Fabiano, do vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e de Rogério Ceni:  ”O Marcos foi um grande companheiro de Seleção e um grande adversário, de tantos clássicos. Ele sempre foi uma referência nos grandes jogos, eles valiam mais, pois contavam com atletas como ele”, disse o goleiro tricolor (veja a íntegra no site do São Paulo)

Obrigado, Marcos. Por fazer do futebol aquele esporte que nós, torcedores de todas as cores, amamos tanto, independentemente de vitórias ou títulos. E que sem caras como você perde um bocado da graça. Obrigado, “São” Marcos.

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Messi. Três vezes Messi.

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Banderín (flâmula) vendida em Barcelona que tem a foto de Messi, de uma lado, e o distintivo do Barça, do outro.
“La Pulga” acaba de ganhar a Bola de Ouro pela terceira vez seguida.
Lionel Messi caminha a passos largos para se tornar o maior goleador da história do Barcelona, logo logo. Continue lendo

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Ele viu o golaço de Neymar ao vivo, na Vila.

O DIA EM QUE ENTENDI A EXPRESSÃO: “O ESTÁDIO CALOU”
Por Walace Lara

Era uma quarta-feira. Meio chuvosa. Meio nebulosa. O clima estava a cara de São Paulo. Os meus dias de férias estavam acabando. Já tínhamos viajado com um grupo de amigos para Fortaleza; já tínhamos ido para Poços de Caldas e Alfenas, no Sul de Minas. E como estou passando por uma fase “paulistanês” decidi, junto com a minha família, aproveitar os últimos dias de descanso, nessa fantástica capital, que está se tornando a residência mais fixa de toda a minha vida (são oito anos morando aqui, um recorde para alguém que tem no sangue um DNA nômade).
Naquela quarta, haveria um jogo do Santos na Vila Belmiro. Sabia que não era fácil convencer a minha mulher e o meu filho a descerem até a Baixada (moro num bairro perto da Imigrantes, mas o trânsito sempre desafia qualquer plano em São Paulo). Naquele dia, no entanto, sabe-se lá porque, estávamos muito animados.
Compramos o ingresso pela internet. O jogo era contra o Flamengo de Ronaldinho Gaúcho. Na chegada ao estádio, logo vimos que não éramos os únicos empolgados. A torcida aguardava ansiosa a volta do time – que se não me falha a memória, voltava da histórica conquista do tricampeonato da Taça Libertadores.
A bola rolou. O ataque do Santos estava ligado a 220 por hora. Logo saíram os primeiros dois gols. Um deles, uma jogada muita rápida do artilheiro Borges.
O placar elástico para um começo de partida só animava a torcida. Os lugares que compramos ficavam do lado esquerdo do ataque do Santos. Em frente aquelas enormes “janelas” de vidro, que a diretoria instalou nessa parte do estádio. Você fica muito próximo a qualquer jogada.
De repente a bola cai no pé de Neymar. A torcida se levanta – um ritual que sempre acontece quando o “moleque” pega na bola. Um, dois, lá se vai o zagueiro Angelim. E o “moleque” sai na frente de Felipe, goleiro do Flamengo. Sem chance para a defesa. A bola entra…
Curiosamente, eu não ouço o grito da torcida. O estádio emudece. Durou cinco segundos. Olhei de volta para o campo, à procura de alguma sinalização do árbitro. Será que valeu? Ele não fez nada de irregular? O bandeirinha não marcou um daqueles malditos impedimentos (que no passado, já nos tiraram um título…)?
E finalmente: Goooooooollllll…
Quando comecei a carreira no Mantiqueira, na página de Esportes, sempre algum repórter mais velho comentava comigo que determinado gol do Pelé, por exemplo, havia calado o estádio. Eu sempre achei isso um exagero. Como poderia um estádio ficar calado? Chorando (como no Maracanã na Copa de 50) talvez. Aos berros com o zagueiro, sempre. Ou
xingando o árbitro? Ah, isso é quase natural (não é correto, hein?).
Esse jogo foi tão impressionante, que no final da partida, quando estávamos todos chateados pela maneira que terminou (a partida foi 5 a 4 para o Flamengo com um show de Ronaldinho Gaúcho), eu dizia para a minha mulher e o meu filho, numa tentativa de levantar o moral da tropa: “não esquentem, pensem que hoje nós vimos uma das maiores
partidas do ano”.
E abusando do futebolês (porque hoje tudo é permitido), eu ainda disse: “olha, só o gol do Neymar, valeu o ingresso”.
E como valeu!!!!!

  • * Walace Lara é jornalista.

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Um livraço sobre o futebol carioca

Vai começar o futebol no Rio. Vamos ver como fica o estadual considerado “o mais charmoso” do país, com a presença de Vasco, Fluminense e Flamengo na Copa Libertadores 2012…

Aproveito o momento do futebol carioca para um toque rápido sobre a edição de 2010 da História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906-2010 (Maquinária Editora), livro de Roberto Assaf e Clovis Martins. Um calhamaço de 700 páginas com detalhes do primeiro ao penúltimo campeonato estadual do Rio.

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“Nunca Houve Um Homem Como Heleno”

Ediouro.com.br

A inspiração para o filme “Heleno” foi a biografia escrita pelo jornalista Marcos Eduardo Neves: “Nunca Houve um Homem Como Heleno” (Ediouro), que descreve muito bem não só a glamourosa, atribulada e curta vida do temperamental craque, como o Rio de Janeiro dos anos 40, então capital federal. Continue lendo

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Álbum Oficial Histórico do São Paulo

http://saopaulofc.net/

25 de janeiro de 1930 foi data de fundação do sucessor futebolístico do vermelho e branco Paulistano e da alvinegra AA das Palmeiras, o São Paulo Futebol Clube. Era o chamado São Paulo da Floresta, com as mesmas cores, camisa e escudo do SPFC refundado em 1935, que considera 25 de janeiro sua data-magna (veja no site do tricolor). Depois de amanhã, o São Paulo lança junto com a Panini o seu Álbum Oficial Histórico. Um álbum de figurinhas para contar a história do tricolor paulista. Continue lendo

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Escudinho da semana: Mirandés, semifinalista da Copa del Rey

Distintivo do Club Deportivo Mirandés, time da cidade de Miranda de Ebro, na província de Burgos, comunidade de Castilla e León, na Espanha. O Mirandés disputa a Segunda B espanhola – na prática, a terceirona. E se meteu nas semifinais da Copa do Rei, ao eliminar o Espanyol. Continue lendo

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“Futboleros”

A superquarta que começou com a decisão da Copinha, virada do Timãozinho pra cima de um Flu que valorizou a oitava conquista da molecada corintiana, também teve campeonatos estaduais aqui, pré-Libertadores com vitória magrinha do Colorado e derrota do Fla nas alturas e copas nacionais na Europa.
A função foi arrumar um bar pra ver o clássico de Espanha – mais um – pelas quartas da Copa do Rei. Barça x Real. No bar onde se reúne a Penya (torcida) barcelonista de São Paulo, casa cheia. Gente saindo pelo ladrão. Parecia o Camp Nou. Ouvi aplausos para Iniesta como se os fãs estivessem no estádio. Mas como não dava nem pra entrar, toquei

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Um novo São Paulo?

Wellington, Lucas e Piris comemoram o gol da vitória FOTO Gaspar Nóbrega VIPCOMM

Com Rogério Ceni fora por uns bons meses para se recuperar da cirurgia no ombro, o onze do São Paulo 2012 só tem um jogador do plantel de 2008, ano do último título nacional do tricolor: o volante Wellington, que no Brasileirão 2008 participou de uma partida. Continue lendo

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O Berro Impresso das Manchetes

No ano do centenário de nascimento do tricolor Nelson Rodrigues, uma dica de livro é o excelente “O Berro Impresso das Manchetes” (editora Agir), com as crônicas publicadas na revista “Manchete Esportiva”, entre 1955 e 59.
Voltarei ao assunto.

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O clássico do homem que batizava clássicos

O  jornalista Mario Filho foi quem batizou o agora centenário Fla-Flu, o clássico das multidões. É também autor de um clássico da literatura esportiva nacional: “O Negro no Futebol Brasileiro” (editado pela Mauad). Mario Filho acabou virando o nome do estádio que incentivou: o Maracanã. Ótima dica de leitura neste verão, comecinho dos campeonatos estaduais. Exatamente por explicar o início dessa era, na transição do amadorismo para o profissionalismo.

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Clausura 2012

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Começa hoje o Clausura 2012 do futebol argentino. O Boca, campeão do Apertura, estreia contra o Olimpo, na Bombonera. FutPopClube estará lá. Depois conto mais.

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Gre-Nal

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Rolê do FutPopClube num dos últimos Gre-Nais da história do estádio Olímpico, que será trocado pela moderna arena do Grêmio (obras mais adiantadas do que muito estádio da Copa 2014).

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