Espero que este não tenha sido o último gol de falta de Rogério. Depois, ele só marcou de pênalti. Confira a sequência dentro do post. A primeira foto virou até figurinha de álbum!

Continuar lendo “27 de março de 2011: o 100º gol de Rogério Ceni”
Espero que este não tenha sido o último gol de falta de Rogério. Depois, ele só marcou de pênalti. Confira a sequência dentro do post. A primeira foto virou até figurinha de álbum!

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Noite de 7 de março de 2001. Grande público no Morumbi. 34 minutos do segundo tempo. Um jovem da base do São Paulo -que acabara de entrar- empata o jogo decisivo do Rio-São Paulo 2001. E logo depois, faz mais um, ainda mais bonito, virando pra cima do Botafogo e garantindo ao tricolor seu primeiro e único título do Torneio Rio-São Paulo. Nas costas, o número 30. E o apelido ainda grafado como Cacá. Logo virou Kaká, camisa 8 do São Paulo, pentacampeão pela Seleção em 2002, infelizmente logo negociado para o Milan (onde jogou com a 22). De Millanello, onde era príncipe, saiu contra a vontade da torcida, para o Real Madrid (de novo com a 8) – onde para ser sincero, ainda não fez o que pode fazer. Tomara que Kaká volte a mostrar seu grande futebol. Continuar lendo “O “Kamisa” 8 começou a brilhar com a “Kamisa” 30″
Gostaria de lembrar de uma noite em que ouvi uma torcida gritar o nome do pernambucano tímido, um raro craque do futebol que não está nem aí para o marketing típico de muitos boleiros. “Rivaldo! Rivaldo! Rivaldo!” Só que diferentemente do coro ouvido ontem à noite no Morumbi, o sotaque era catalão, onde o V tem som de B. Já se passaram quase 10 anos. A imagem acima é da capa do caderno de esportes do diário catalão El Periódico. Na véspera, 17 de junho de 2001, Rivaldo teve uma atuação histórica com a camisa blaugrana do Barça, treinado por Carles Rexach (dá para ver o Puyol na foto, mas o capitão ainda era Guardiola. O time tinha os holandeses Frank de Boer, Cocu, Kluivert, Overmars). Rivaldo fez de falta, fez de fora da área, fez de bicicleta, aos 43 do 2º tempo! Só não fez chover. Final: Rivaldo 3 x 2 Valencia – aliás, manchete de um jornal esportivo no dia seguinte. O hat-trick classificou o Barça para a Champions League. Continuar lendo “Rivaldo! Rivaldo! Rivaldo!”

Rivaldo Maravilha estreou mandando um gol, belo gol – o do empate do São Paulo na virada suada sobre o Linense. Impressionante o ceticismo do torcedor tricolor com a contratação do pentacampeão. Mas aposto que com uma sequência de boas atuações, o público começará a ir ao estádio para ver o camisa 10 como o tricolor não tinha desde Raí (Hernanes era mais um 8, um 8 nota dez, diga-se). D e m o r o u para a diretoria do São Paulo fazer alguma campanha para levar o torcedor ao Morumbi. E tem mais um motivo: Rogério Ceni, pelas contas do clube, 97 gols, com o de falta que fez hoje. Faltam 3! Ou 5, nas contas mais pessimistas.

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Música e futebol, um caso de amor. junho, 2010
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Muito obrigado a todos visitantes!


Bem lembrado pelo Calendário Tricolor: há 2 anos, o São Paulo conquistava o título brasileiro de 2008. O terceiro seguido sob comando do multicampeão Muricy Ramalho e o sexto do clube na história do Brasileirão.FICHA TÉCNICA DA ÚLTIMA PARTIDA Continuar lendo “6-3-3”
Está no site Calendário Tricolor de hoje, 19 de novembro. Nessa data, em 2006, depois de empatar com Atlético Paranaense no Morumbi, o São Paulo acabou com um jejum de 15 anos sem título do Brasileirão… e partiu pro tri/hexa, tema do filme Soberano-Seis Vezes São Paulo (breve em DVD). E em 1980, o tricolor derrotou duas vezes o Santos por 1×0 e ficou com o título paulista. O timaço campeão contava com Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Dario Pereyra, Aírton, Almir, Heriberto e Renato, mais dois excelentes pontas – Paulo César na direita e Zé Sérgio na esquerda – e um polêmico centrovante do tipo rompedor: Serginho Chulapa (às vezes, substituído por Assis). Técnico: Carlos Alberto Silva. Continuar lendo “30 anos do Paulistão de 1980… e 4 do Brasileirão 2006”

Informa o Calendário Tricolor de hoje: 9 de novembro de 1902 é a data de fundação da Associação Athlética das Palmeiras, que o Calendário apresenta como “‘mãe” do São Paulo Futebol Clube. O SPFCpédia aprodunda: a A.A. das Palmeiras, que teve sede na avenida Angélica, foi campeã paulista de 1909, 1910 e 1915. Na virada de 1929 para 1930, torcedores, jogadores e cartolas da A.A. das Palmeiras e do Paulistano, Continuar lendo “Distintivo: A.A. das Palmeiras”

O Palmeiras estreou contra o Goiás no Brasileirão 2010 um terceiro uniforme, como a imagem acima, com listras em dois tons de verde e gola polo.

Em outubro/2010, na mesma Arena Barueri, o São Paulo entrou em campo com o que chama de camisa do torcedor, um modelo retrô inspirado num uniforme do clube de 1940. O da seleção paulista também é uma referência. E nas costas há um selo dos 75 anos do São Paulo (re)fundado em 1935. Como o estatuto do tricolor não permite que o time jogue com outro uniforme que não o 1 e o 2, só Rogério Ceni (700 vezes capitão) atuou com a novidade na suada vitória contra o Atlético-PR (2×1). Tem gente que gostou, tem gente que não aprovou. Mas não deixa de ser curiosa. Veja mais fotos dentro do post. Continuar lendo “Enquete: terceiros uniformes”