De Springsteen a Aerosmith e Guns, os shows no Parque Antarctica e Allianz Parque.

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Não é de hoje, com todo o conforto do Allianz Parque, que a praça de esportes mais antiga da capital paulista abre as portas para os shows. Em suas últimas três décadas, o Parque Antarctica – o simpático Palestra Itália – também recebeu muitos roqueiros e sambistas. Aproveito a segunda passagem dos americanos do Aerosmith pelo estádio do Palmeiras, a primeira na ‘era Allianz’, para uma relação (certamente não completa – correções são bem vindas) dos shows neste Parque do rock! Este post não seria possível sem a colaboração de Bruno Alexandre, que foi historiador do Palmeiras, e Fábio Finelli, da assessoria de imprensa Press FC. Grazie!

FEAR OF THE DARK: Bruce Dickinson ainda com cabelão no primeiro show do Iron Maiden no estádio do Palmeiras, em 1992. Foto de SERGIO CAFFÉ, especial para o fanzine HEADLINE | acervo do blog FutPopClube.
FEAR OF THE DARK: Bruce Dickinson ainda com cabelão no primeiro show do Iron Maiden no estádio do Palmeiras, em 1992. Foto de SERGIO CAFFÉ, especial para o fanzine HEADLINE | acervo do blog FutPopClube.

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Paralamas, Rock in Rio, 16/01/1985

Herbert Vianna Jr ainda usava óculos quando os Paralamas dos Sucesso arrebentaram no palco do primeiro Rock in Rio, há 25 anos. Formação básica: guitarra, baixo, bateria. Não precisava mais.  Em novembro de 2007, saiu um DVD com a segunda apresentação do trio no Rock in Rio de 1985. O festival que reuniu milhares de jovens coincidiu com um momento importante da política brasileira. Na véspera desse segundo show dos Paralamas na Cidade do Rock houve a eleição (indireta) de Tancredo Neves, um nome de consenso (era a palavra usada) para a Presidência da República, após 21 anos de regime  militar (como a gente sabe, Tancredo ganhou a eleição, mas pouco antes de tomar posse foi hospitalizado e, depois de longa agonia, morreu em abril de 1985 – o vice de sua chapa, José Sarney, governou até o fim do mandato). Mas em janeiro, Tancredo era sinônimo de esperança para os brasileiros, meio desiludidos pela derrota das Diretas-Já para presidente (só viriam em 1989). E os Paralamas aproveitaram para tocar o mega sucesso do Ultraje a Rigor, Inútil(“a gente não sabemos escolher presidente…“).  Continuar lendo “Paralamas, Rock in Rio, 16/01/1985”

Carlos Lopes, da banda Mustang

CARLOS LOPES, DO MUSTANG. Foto: MICHAEL MENEZES
Carlos Lopes, guitarra e voz do Mustang. FOTO: Michael Menezes

O Carlos Lopes, líder da banda carioca Mustang, não se cansa de batalhar. Depois de anos rodando Rio e Brasil à frente da Dorsal Atlântica, chegou a ter duas bandas ao mesmo tempo. Agora, está “só” com o Mustang… mais blog/site/ revista O Martelo e livro na parada. O multi-homem parou um pouco para responder ao questionário abaixo.

Um Guitarrista: Pete Townshend (NOTA DO BLOG: veja vídeos na página do The Who).

Outras influências ou referências: Machado de Assis, Buñel, Di Cavalcanti, Jung, Cartola, Secos e Molhados, John Lennon, Paul McCartney, sei lá… tanta coisa e tão pouco espaço.

Disco de Cabeceira: Huummm, que coisa complicada. Álbum Branco, dos Beatles.

Hit da semana: “Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar”, Legião Urbana, disco “As Quatro Estações”.

Banda do coração: Beatles.

Melhor banda de todos os tempos da última semana: Beatles.

Time do coração: “Não há outro.  FOGÃO!”

Se você quiser saber mais sobre os trabalhos do Carlos Lopes, navegue pelo My Space da banda Mustang, leia o blog,  site ou revista “O Martelo”, nas bancas.

LEIA SOBRE O QUINTO DISCO DO MUSTANG NA Coluna de Música.