Uma homenagem ao ataque dos sonhos do Santos

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Capa do livro “Santos Futebol Clube x O Mundo”, de José Roberto Brandi dos Santos: a trajetória internacional”

Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. No sábado 12 de outubro, o ataque dos sonhos do Santos vai ser o tema da 50ª reunião do Memofut, grupo que discute a literatura e a memória do futebol. O encontro é aberto ao público em geral, a partir de 8h30, no auditório do Museu do Futebol, à esquerda da entrada do Pacaembu.
Duas estrelas desse ataque de sonhos foram convidadas pelo Memofut para participar do bate-papo, às 9h: o ponta-direita Dorval e o goleador Coutinho.
Às 11h30, o economista Humberto Mariano, torcedor do Santos e cronista, faz a apresentação sobre os números do quinteto mágico.
ÀS 12h10, o administrador de empresas José Roberto Brandi dos Santos, que é conselheiro do Peixe, bate papo sobre o livro que acaba de lançar: “Santos Futebol Clube x O Mundo“, sobre a trajetória internacional do alvinegro praiano. A coleção do Brandi dos Santos sobre o time de coração (e sobrenome!) tem mais  de 3.000 itens.

Como o encontro é aberto ao público e grátis, torcedores santistas e do jogo bonito devem chegar com certa antecedência.

50 anos do 1º título mundial do Santos

Réplica da camisa do alvinegro praiano em 1962, quando foi campeão mundial, presente no Memorial das Conquistas do Santos, tema de um Rolê do Fut Pop Clube.

No post anterior, mostrei a nova camisa 2 do Santos, a listrada com fundo preto (à la Juventus de Turim) para o número (laranja) nas costas.
Este post aqui é a minha homenagem – ainda que tardia – ao jogadores campeões mundiais de clubes em 1962. Uma conquista que precisa ser lembrada, reverenciada, homenageada (como Coutinho, Pepe, Lima e Dalmo foram homenageados na Vila Belmiro, neste domingo, antes de Santos x Vasco).
Em 11 de outubro de 1962, o Santos goleou o campeão europeu, o glorioso Benfica de Eusébio, Coluna e Simões: 5 x 2 em pleno estádio da Luz (versão anterior da ‘catedral’ encarnada, que foi reerguida ao lado para a Euro 2004), e levantou o seu primeiro Mundial de Clubes (você sabe, o bi viria no ano seguinte, contra o Milan). Pelé (hat-trick, triplete, três gols), Pepe e Coutinho marcaram para o então campeão da Libertadores. Eusébio e Santana diminuíram para os águias.

O Santos tinha vencido a primeira partida por 3×2 no Maracanã. Isso mesmo.No Rio de Janeiro. Com todo apoio da torcida carioca. Brasileira.

Diz a história que o glorioso Benfica estava tão certo que venceria na catedral da Luz que já começava a vender ingressos para um jogo desempate. Deu no que deu. O certo é que os portugueses reconheceram a superioridade santista e aplaudiram os novos campeões do mundo de clubes (lembrando que a Seleção Brasileira já era bicampeã do mundo, com muitos craques desse “Santástico”).

Quer uma ideia da repercussão da conquista? Neste sábado li na seção “O Globo Há 50 anos”, do jornal carioca, que em 13 de outubro de 1962, a rádio Globo do Rio retransmitiu a gravação integral da final contra o Benfica. Dois dias depois do decisão. Uma reapresentação da transmissão radiofônica. Sensacional!

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50 anos da primeira Libertadores do Santos

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Há 50 anos, o Santos venceu a terceira partida contra o bicampeão Peñarol (3×0, no Monumental de Nuñez, em B.Aires) e conquistou sua primeira Libertadores. A foto acima mostra um dos espaços do Memorial das Conquistas do Peixe dedicado aos anos de ouro. No site do Santos, acompanhe a campanha campeã. Continuar lendo “50 anos da primeira Libertadores do Santos”

A Década de Ouro do Peixe

Publicado em 14 de junho de 2011
Uma dica para quem devora tudo sobre o Santos. A Década de Ouro é um livro repleto de dados sobre os anos 60, em que o Santos foi campeão e  bicampeão de tudo – em alguns casos, até pentacampeão… Pudera: seu autor, Guilherme Gomez Guarche, é coordenador do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube. Está lá a campanha da Libertadores de 62, decidida contra o Peñarol. Estão no livro de Guilherme Guarche os detalhes da confusa segunda partida da final, na Vila Belmiro. O Santos empatou, o que já lhe daria a taça, deu volta olímpica, no dia seguinte os jornais abriram manchete… mas o juiz botou na súmula que  tinha encerrado o jogo por falta de segurança quando o Peñarol vencia por 3×2… Continuar lendo “A Década de Ouro do Peixe”