Hoje é aqui: Toyota Stadium

É moderno, muito bonito e todo futurista o estádio de Toyota, onde Al Ahly e Corinthians disputam uma vaga na final do Mundial de Clubes 2012. Comporta 45 mil torcedores, todos sentados. O detalhe é que tem um teto retrátil, que pode ser fechado em coisa de 50 minutos. Repare na foto abaixo, do site World Stadiums – o telhado está recolhido, todo à direita.

/www.worldstadiums.com
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Tabela do Mundial de Clubes 2012 (atualizada)

Resultados atualizados em  16/12/12

  1. Sanfrecce Hiroshima 1×0 Auckland City – 6 de dezembro, em Yokohama
  2. Ulsan Hyundai 1×3 Monterrey – 9 de dezembro, 5h da manhã, em Toyota
  3. Sanfrecce Hiroshima  1×2 Al Ahly – 9 de dezembro, 8h30, em Toyota
  4. Disputa do 5º lugar: Ulsan Hyndai 2×3 Sanfrecce Hiroshima  – 12 de dezembro, 5h30, em Toyota
  5. Al Ahly 0x1 Corinthians – 12 de dezembro, 8h30, em Toyota – gol de Guerrero
  6. Monterrey 1×3 Chelsea – 13 de dezembro, 8h30, em Yokohama
  7. Disputa do 3º lugar entre os perdedores das semifinais – Al Ahly 0x2 Monterrey –16 de dezembro, 5h30, em Yokohama
  8. Finalíssima entre os vencedores dos jogos 5 e 6 – Corinthians 1×0 Chelsea– 16 de dezembro – 8h30, em Yokohama.
  • Corinthians campeão (post novo aqui).

Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.

Port Said, 1º de fevereiro de 2012. O banho de sangue durante o jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly pelo campeonato egípcio tomou conta do noticiário esportivo e internacional neste meio de semana.
Os relatos assustam: facas e bombas dentro do estádio, jogadores espancados, corpos nos vestiários, torcedores esmagados.
Os números arrepiam ainda mais: 74 mortos, quase mil feridos. Desta vez, não dá para jogar toda a conta da lamentável tragédia na bestial violência de torcidas fanáticas por futebol. Mas num país em convulsão política e social, esses grupos organizados têm um lado, uma escolha partidária.
E como as autoridades fizeram vista grossa, um estádio de futebol infelizmente acaba sendo um cenário fácil para uma batalha de ódio como a que vimos no Egito. Pelo jeito, um ano depois da revolta na praça Tahir, o Egito ainda longe da paz.

Uma dica de leitura que não fala dos conflitos no Egito, mas têm capítulos sobre o envolvimento de torcidas organizadas na política partidária, atuando como milícias: Continuar lendo “Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.”