Livro: “Os Dez Mais do Cruzeiro”

A “ola” de livros sobre futebol em 2010 não se limita aos temas Copa e Seleção. Registro ainda que tardio: o jornalista Cláudio Arreguy lançou em maio “Os Dez Mais do Cruzeiro”, o oitavo da coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora.

Arreguy escreveu os perfis dos 10 craques azuis escolhidos por um júri de especialistas em Cruzeiro.

Os eleitos: os atacantes Niginho, Tostão, o meia Dirceu Lopes, o meio-campo Piazza, o goleiro Raul, o atacante Natal, o lateral direito Nelinho, de famosa bomba no pé, o ponta esquerda Joãozinho, o ala Sorín e o meia Alex.
Outro livro sobre a Raposa: “Meu Pequeno Cruzeirense”, texto de Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest! Coleção Meu Time do Coração dirigida aos guris, da editora Belas Letras. Os outros livros da série (entre parênteses, os autores dos textos): Atlético (Wilson Sideral), Botafogo (Hélio de La Peña), Corinthians (Serginho Groisman), Coritiba (Guta Stresser), Flamengo (Gabriel o Pensador), Fluminense (Evandro Mesquita), Grêmio (Humberto Gessinger), Inter (Luís Augusto Fischer), Juventude (José Clemente Pozenato), Palmeiras (Soninha), São Paulo (Nando Reis), Vasco (Fernanda Abreu) e Seleção (Eduardo Bueno). Taí uma ilustração de Giovanni Barbosa, maneiríssima, para o volume sobre o Cruzeiro.

Ilustração de Giovanni Barbosa no livro "Meu Pequeno Cruzeirense", que tem texto de Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest!

É Camisa 10 da Seleção

Confirmado: Kaká é o 10 da Seleção na Copa do Mundo. Há alguns dias, no boletim radiofônico “As Copas de Max”, na CBN, Max Gehringer lembrou da história do samba “Camisa 10″, de Hélio Matheus e do gremista Luiz Vagner, gravada pra Copa de 74 por Luiz Américo, torcedor do Peixe. Tempos de desconfiança da torcida, período de entressafra de craques… Dizia a letra: “Desculpe seu Zagallo, mexe neste time que está muito fraco…”
Só nos resta torcer para que o 10 de 2010 tenha mais sorte que o 10 de 1974…
“Camisa 10” virou samba rap na voz de Marcelo D2, no CD “Agita Brasil”, coletânea lançada pela revista Placar e selo Epic/Sony Music, antes da Copa de 98.
Em 2006, a série “Som da Copa”, do jornal “Hoje” reuniu Luiz Vagner e Luiz Américo numa reportagem para recordar a canção, que está na memória afetiva de quem curte música sobre futebol no Brasil (“…é camisa 10 da seleção, laiá laiá laiá”).
Curiosidade: no finalzinho da reportagem, um tal de Neymar, 4 anos mais moleque, já aparecia aprontando…
futebol no país da músicaPara saber mais sobre esse e outros clássicos da música brasileira sobre o esporte da bola, recomendo o livro do Beto Xavier, “Futebol no País da Música” (Panda Books).
Links:

Para os botões, a numeração da Seleção 2010, de 1 a 23: Continuar lendo “É Camisa 10 da Seleção”

Livro: “Os 11 Maiores Centroavantes do Futebol Brasileiro”

Publicado em maio de 2010
Foram lançados os livros “Os 11 Maiores Centroavantes do Futebol Brasileiro“, do jornalista Milton Leite, e “Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro”, do repórter Luís Augusto Simon, o Menon (leia post anterior).

Os escolhidos para o livro dos centroavantes são: Leônidas, Ademir Menezes, Vavá, Mazzola, Coutinho, Tostão, Reinaldo, Roberto Dinamite, Careca, Romário e Ronaldo. Listaça! Continuar lendo “Livro: “Os 11 Maiores Centroavantes do Futebol Brasileiro””

Livro: “Um Expresso Chamado Vitória”

O Expresso da Vitória, timaço do Vasco nos anos 40, é tema de novo livro. “Um Expresso Chamado Vitória” tem lançamento daqui a pouco, às 18h, na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), no Rio. Os autores são Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida (que é fonte – um dos entrevistados – do filme “Um Artilheiro no Meu Coração“, sobre Ademir Menezes, o goleador daquele time). Aquele Vascão tinha ainda nomes como Barbosa, Rafagnelli, Danilo,  Ipojucan, Heleno, Jair Rosa Pinto, Friaça e Tesourinha. Em 1948, trouxe do Chile a taça do Sul-Americano de Clubes Campeões, a primeira conquista do futebol profissional brasileiro fora do país. Editora: i-Ventura.
Mais uma dica do seu Domingos D´Angelo, do MemoFut.

Brasil nas Copas, 8ª rodada

O 1º livro do Milton Leite

A série Brasil nas Copas (tabelinha MemoFut/Museu do Futebol) chegou ao seu oitavo sábado de palestras. Milton Leite e José Renato Santiago falaram das Copas do Século XXI: a de 2002, a de 2006 e a que começa no dia 11!
O jornalista Milton Leite, vibrante narrador do Sportv, lançou este ano seu primeiro livro, “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos“.

O livro de José Renato e Gustavo Longhi de Carvalho

O engenheiro José Renato Santiago, coordenador do MemoFut, que agora também tem um blog sobre o seu Ceará de coração, é o coautor de “Copa do Mundo – das Eliminatórias ao Título”.

Gentilmente, José Renato respondeu por e-mail algumas perguntinhas do Fut Pop Clube sobre temas debatidos na série Brasil nas Copas e os planos do MemoFut, grupo que discute literatura e memória do futebol. Foi jogo rápido!
FUT POP CLUBE – Decorridas 7 das 8 “rodadas” da série “Brasil nas Copas”, qual foi o tema mais polêmico?
JOSÉ RENATO SANTIAGO
– Ainda acho que a Copa de 1950 ainda não está bem resolvida, o que para mim é um grande equívoco, pois talvez seja a Copa mais bem explicada por belos livros.
FUT POP CLUBE – E o que mais te surpreendeu nos assuntos discutidos?
JOSÉ RENATO
– Curiosamente, a despeito de termos tido brilhantes apresentadores, a palestra do Geneton Moraes Neto apresentou muitas curiosidades inéditas devido principalmente as entrevistas que ele fez com os jogadores da Copa de 1950.
FUT POP CLUBE – Como pesquisador, autor de livros, você acha que alguma participação da Seleção em Copas do Mundo poderia ser melhor documentada em livros, filmes, vídeos etc?
JOSÉ RENATO
– Pessoalmente a de 1982, ainda não há uma obra de vulto sobre este assunto…particularmente ainda acho que o Brasil irá empatar aquela partida contra a Itália.
FUT POP CLUBE – Percebi na palestra do Geneton e do Roberto Muylaert, sobre o Complexo de Vira-Lata – as derrotas nas Copas de 50 e 54- uma tendência de “anistiar”, perdoar, 60 anos depois, o goleiro Barbosa e outros personagens do “Maracanazo”. Concorda com essa sensação? Talvez tarde demais, afinal, os “condenados” já morreram, não?
JOSÉ RENATO
– Particularmente discordo, a morte dos atletas não pode servir de anistia aos erros cometidos… Houve falhas que devem sempre ser lembradas para que possamos evitar que as mesmas ocorram novamente…isso não quer dizer que não devamos perdoar esses erros.
FUT POP CLUBE – Por outro lado, ainda existe uma caça às bruxas, busca de culpados pela “tragédia do Sarriá”. Waldir Peres, Luisinho, Toninho Cerezo, Serginho… Mesmo o saudoso Telê, ainda leva umas indiretas de gente ligada à atual Seleção e detratores… Sem falar no meião do Roberto Carlos em 2006… Precisa morrer para ser perdoado pela torcida e mídia, José Renato?
JOSÉ RENATO
– Como discordei do comentário anterior… eu concordo com a lembrança dos erros… no entanto, sem que haja a caça às bruxas.
FUT POP CLUBE – Dá para adiantar para os leitores do Fut Pop Clube quais são os próximos passos do MemoFut?
JOSÉ RENATO
– Temos algumas surpresas, principalmente envolvendo o próximo centenário do Corinthians e Noroeste e a Copa de 2014…

Obrigado pela entrevista e toda atenção!

AtleTiba, Majestoso, Clássico Vovô, das Multidões e os apelidos de outros dérbis brasileiros.

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
  • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).
  • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
  • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
  • Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
  • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Veja a explicação de Juca Kfouri sobre a expressão.
  • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
  • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário.
  • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
  • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
  • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
  • Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
  • Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
  • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
  • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
  • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
  • Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville
  • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
  • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
  • Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
  • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
  • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
  • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
  • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
  • Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
  • Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
  • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
  • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
  • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987). E agora, o filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
  • Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
  • Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SAC-Dino: Sumaré Atlético Clube x Paulínia FC, o “Dino Paulino”
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão AC também é conhecido como Clássico Vovô, por ser o mais antigo do estado.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Super Clássico: Moto Clube x Sampaio Corrêa
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continuar lendo “AtleTiba, Majestoso, Clássico Vovô, das Multidões e os apelidos de outros dérbis brasileiros.”

Livro: “Os Donos do Mundo”

Acaba de sair o novo livro do jornalista Luís Augusto Simon, o Menon, agora a 4 mãos com Rubens Leme da Costa: “Os Donos do Mundo – Pela Primeira Vez a História de Todos os Campeões Mundiais Contada com Detalhes” (editora Leitura, de BH). Da Copa de 1930 à de 2006. Com perfis das feras de cada Mundial e depoimentos. Nada menos do que 500 páginas!

Sabadão no Museu do Futebol

O lançamento do livro Almanque dos Mundiais – Os Mais Curiosos Casos e Histórias – De 1930 a 2006, do Max Gehringer, é uma das atrações de uma reunião aberta do MemoFut, grupo que discute literatura e memória do futebol, neste sábado, a partir das 9h, no Museu do Futebol, em São Paulo. O MemoFut organiza a série Brasil nas Copas, em parceria com o Museu.

Newton César de Oliveira Santos fala às 9h15 sobre o tema de seu livro, Brasil x Argentina -História do Maior Clássico do Futebol Mundial.

Às 10h, Max Gehringer, aborda a origem do futebol no Brasil, de 1800 a 1880. Gehringer, o cara do Fantástico, da rádio CBN e da revista Época, escreveu anos atrás a Saga da Jules Rimet, para a Placar, e este ano apresenta os boletins As Copas de Max, na CBN. Dá para ver um teaser sobre o livro Almanaque dos Mundiais no You Tube. O lançamento vai de 10h40 às 13h, no bar O Torcedor, ao lado do Museu, também no Pacaembu.

A programação do sabadão no Museu do Futebol continua. No foyer externo, haverá um ponto de troca de figurinhas do álbum da Copa 2010, entre 12h e 17h! Oba! Não vale vender, só trocar, ok?

E tem mais: às 15h, Cinema no Museu do Futebol. Em cartaz, o filme Zico na Rede (leia post anterior).

E o melhor: reunião do MemoFut e filme são de graça!

Pré-temporada

Que maneiro deve ser o livro do cartunista argentino Germán Aczel que reproduz momentos marcantes dos Mundiais, em “World Cup 1930-2010″, lançado pela Sports Books, da Inglaterra. Dá para ter uma palhinha neste slideshow publicado pelo site da BBC Brasil.

Com essa nota sobre o livro do craque argentino do cartum, começo minha pré-temporada para a Copa do Mundo, digo, saio em férias, no meio desse mata-mata de arrepiar da Libertadores 2010 (nada está decidido, amigos; e qualquer que seja o resultado, tenham calma; é apenas um jogo). Pretendo diminuir o número de posts nas próximas semanas, mas se conseguir ver algum jogo muito interessante, tentarei compartilhar com os amigos leitores.

Clássicos cariocas

Paixão e arte, na 9ª rodada da série Brasil, Futebol e Livros, do Centro Cultural Banco do Brasil. Para quem estiver no centro do Rio, nesta terça, 18h30, Roberto Assaf e Clóvis Martins vão discutir a história do Campeonato Carioca e dos clássicos da competição. A dupla escreveu vários livros, como o da capinha ao lado (“Campeonato Carioca: 96 anos de história“), “Flamengo X Vasco: O Clássico dos Milhões” e “Fla-Flu: O Jogo do Século”. É de graça, mas sabe como é. Bom pegar senhas uma hora antes. Os papos da série Brasil, Futebol e Livros voltam na outra terça-feira, 11 de maio.
Em 11 de maio, Roberto Sander e Antônio Carlos Napoleão vão bater bola sobre Pesquisa e Reportagem. Sander é autor do sensacional “Anos 40: Viagem à década sem Copa” e “Sul-Americano de 1919: Quando o Brasil Descobriu o Futebol“. Napoleão escreveu “O Brasil na Taça Libertadores e no Mundial Interclubes” e, com Roberto Assaf, “Seleção Brasileira (1914 – 2006)”.

Leia também: meu post recente sobre apelidos desses e outros clássicos estaduais.