As mães campeãs estaduais 2013. Outras quase lá.

No domingo das Mães, torcedoras e torcedores soltaram grito de campeões estaduais no Paraná e em Pernambuco.

  • O Coritiba é tetracampeão paranaense. Alex – 10 – comandou a virada no decisivo Atle-Tiba no Couto Pereira.
  • O Santa Cruz é tricampeão pernambucano! Com um 2×0 no Clássico das Multidões em plena Ilha do Retiro.simbolo_santa_cruz_atualOutros grandes clubes deram passos gigantescos pra festejar no próximo fim de semana, quando finalmente terminam os principais estaduais.
  • O envolvente Atlético Mineiro goleou o Cruzeiro no Independência. Tá muito perto do bicampeonato mineiro. O Galo tem o melhor elenco do Brasil.
  • E o Vitória? Mais uma goleada no Ba-Vi! 7×3. Pôquer (4 gols) de Dinei. Assim fica difícil… Os jogadores do Leão atuaram com o nome das mães nas costas, debaixo dos números, como o Athletic de Bilbao fez semana passada (lá eles usaram os “apellidos”, os sobrenomes).
  • O nome das mães no uniforme também deu sorte para o Corinthians, que poderia ter liquidado a fatura e impedido o tetra histórico do Santos. Os filhos de dona Erica (Paulinho) e dona Mirian (Paulo André) marcaram para o Timão. Mas o gol de Durval deixa o Santos vivo para a volta na Vila. Mas que vai ser difícil, vai. Abaixo, a foto da camisa em homenagem à mãe de Alexandre Pato.

    Facebook.com/Corinthians
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D de domingo. D de dérbis. D de decisão.

Na reta finalíssima dos estaduais brasileiros e dos nacionais na Europa, um domingo de muitos clássicos decisivos. No Rio de Janeiro, Clássico Vovô, repetindo a polêmica decisão do Campeonato Carioca de 1971, tema de livro de Eduardo Coelho: “Carioca de 1971 – a verdadeira história da vitória do Fluminense sobre a Selefogo alvinegra” (Maquinária Editora).
Em Minas Gerais, tem Clássico das Multidões.
Mesmo apelido do duelo que decide o Campeonato Pernambucano.
No Ceará, domingo de Clássico Rei.
Saiba o que significam esses e outros apelidos de clássicos estaduais no post anterior. Ah, sim, na Bahia, tem Ba-Vi, e no Paraná, o Atle-Tiba. Mas esses dois são mais fáceis de descobrir…
Na Itália, olha só, um dos maiores clássicos do mundo pode decidir o campeonato – e um dos participantes não tem chances de título. Se o Milan vence o Derby della Madonnina, deixa a decisão pra última rodada. Se a Inter ganha, pode dar o título à Juve, líder invicta, que visita o Cagliari.
Aqui em São Paulo, conseguirá o Guarani segurar o Santos de Neymar?
Será um domingo de muitas emoções, em muitos estados, na Itália… e na Inglaterra, onde City e United travam um autêntico derby de Manchester pelo título, sem se enfrentarem mais.  Continuar lendo “D de domingo. D de dérbis. D de decisão.”

AtleTiba, Majestoso, Clássico Vovô, das Multidões e os apelidos de outros dérbis brasileiros.

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
  • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).
  • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
  • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
  • Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
  • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Veja a explicação de Juca Kfouri sobre a expressão.
  • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
  • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário.
  • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
  • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
  • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
  • Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
  • Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
  • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
  • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
  • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
  • Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville
  • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
  • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
  • Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
  • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
  • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
  • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
  • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
  • Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
  • Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
  • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
  • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
  • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987). E agora, o filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
  • Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
  • Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SAC-Dino: Sumaré Atlético Clube x Paulínia FC, o “Dino Paulino”
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão AC também é conhecido como Clássico Vovô, por ser o mais antigo do estado.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Super Clássico: Moto Clube x Sampaio Corrêa
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continuar lendo “AtleTiba, Majestoso, Clássico Vovô, das Multidões e os apelidos de outros dérbis brasileiros.”