O G4 do thrash metal, no mesmo palco.

Estamos ligados que o Metallica vai fazer 3 shows no Brasil em janeiro, mas esta notícia aqui, que descobri no MusicRadar, é mais ou menos como uma semifinal de campeonato com os quatro grandes de São Paulo. Ou os quatro grandes do Rio. Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, juntos. Os “quatro grandes” do thrash metal vão tocar pela primeira vez num mesmo festival. De quebra, Mastodon e Behemoth. O Sonisphere, em 16 de junho de 2010, em Varsóvia, na Polônia; 18 de junho, em Zurich,  e em 19 de junho, em Praga, na República Tcheca. Site do Metallica confirma e diz que mais datas com o “Big Four” do thrash reunido podem pintar. No começo dos anos 90, Slayer, Megadeth e Anthrax chegaram a excursionar juntos, às vezes com Testament à tiracolo. Clash of the Titans era o nome da turnê.

PS – Deu no Whiplash.net, G1 e outros sites que o MovieMobz vai promover uma transmissão do show dos Big Four para cinemas da rede Cinemark, em 22  de junho.

“Get Thrashed”: DOC metaaal!!!

GET THRASHEDReign in Blood, do Slayer. Among the Living, Anthrax. Kill´em All , Metallica. Peace Sells… But Who´s Buying?, Megadeth. Bonded by Blood, Exodus. Chaos A.D., Sepultura. Se esses são os seus discos de cabeceira, vale procurar o doc americano Get Thrashed (link para o site oficial), que foi exibido em São Paulo no festival In-Edit. Documenta o metal muito pesado que surgiu na Bay Area, em Los Angeles, Nova York e outras áreas, no começo dos 80.  O filme deixa clara a importância das gravadoras independentes como Metal Blade e Megaforce, as brigas entre Metallica e Megadeth, Bay Area x Los Angeles… sobram farpas também pra geração do grunge. Aborda o festival Clash of the Titans… as rodas de dança… às vezes de pura violência entre tribos inimigas… as drogas… os excessos… gente que ficou pelo caminho, como o vocalista Paul Baloff, ex-Exodus, que morreu de derrame com pouco mais de 40.  O Sepultura aparece brevemente, quando o filme começa abordar cenas metálicas fora dos EUA. Mas Chaos A.D. fica bem “na fita”, é um dos discos citados como mais influentes, ao longo do filme – assim como os mencionados no começo deste texto.