Brasileirão ferve no sábado

O sábado de muito calor foi ótimo para o Tricolor, para o Coritiba e nada bom para os times mineiros. O Cruzeiro permitiu que o Grêmio empatasse no finzinho do jogo no Mineirão e termina a 35ª rodada em 5º lugar com 55 pontos. Grêmio em 8º com 49. Em Curitiba, o Coxa dobrou o Atlético Mineiro. Com 44 pontos, Coritiba respirou mais aliviado. Galo parou nos 56, em 4º lugar, mas pode ser ultrapassado pelo Internacional.

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Foto: Divulgação VIPCOMM

No Morumbi fervendo como panela de pressão, chapa esquentou entre Hugo e André Dias, o São Paulo superou os desfalques e ganhou bem do Vitória, por 2 a 0. Passa sua segunda rodada na liderança, 3 pontos acima do Verdão, a 3 capítulos do fim. Horas depois, um raçudo ídolo Tricolor Celeste daria importantíssima vitória para a Seleção Uruguaia na Costa Rica, em mata-mata que vale uma vaga na Copa do Mundo. Diego Lugano, hoje no Fenerbahçe, fez Celeste Olímpica 1 a 0, fora de casa. Jogo de volta em Montevidéu. Mas as Eliminatórias são tema para outro post.

O jogo mais quente do domingo será no estádio dos Aflitos, campo de tantas batalhas esportivas. Envolve o Náutico que briga para não cair e o Flamengo que tenta seguir sua arrancada – pode impedir o tetra do São Paulo ou o tetra de Muricy Ramalho.

E no Maraca, jogo de “6 pontos”: Flu x Furacão.

 

“Tricolor Celeste”

Publicado em 12/11/2009
capa_livro_tricolor_celeste_4Quatro jogadores que vestiram/vestem com muita raça tanto a camisa celeste da seleção uruguaia como a do São Paulo Futebol Clube. No fim de 2009, foi lançado o livro Tricolor Celeste. O jornalista Luís Augusto Simon, o Menon, conta a história de Pablo Forlán, Pedro Rocha, don Dario Pereyra e Diego Lugano. Campeões paulistas (Rocha, Forlán), brasileiros (Dario Pereyra), da Libertadores e do Mundial de Clubes (Lugano, também campeão paulista em 2005, ainda participou do começo do título brasileiro de 2006) pelo tricolor paulista.

A celeste olímpica contra a mística da amarelinha

UruguaiNossa seleção chega a Montevidéu para desafiar um tradicional rival. CBFA celeste olímpica não terá o zagueiro e xerife Diego Lugano (do Fenerbahce, suspenso). Pouco? Com Lugano em campo, o São Paulo não perdeu para o Corinthians…Mas os donos da casa contam com outro Diego, o goleador Forlán (32 tentos na temporada pelo Atlético de Madrid, Chuteira de Ouro pela segunda vez, como máximo artilheiro da Europa). Do lado brasileiro, a segurança de Júlio César, Daniel Alves, as arrancadas de Kaká e a raça, o oportunismo e o talento do guerreiro Luís Fabiano, que parece ter nascido para marcar gols no Morumbi e ajudar Dunga a se manter na Seleção.

Brasil e Uruguai se enfrentam desde 12 de julho de 1916 (perdemos, 1×2). Ao todo, foram 71 partidas (veja a lista de todos os confrontos no site da CBF). A seleção brasileira venceu 32 vezes – e de amarelinha, só depois de 1950, já que o uniforme branco foi aposentado depois do Maracanazzo. A uruguaia, 20. Empatamos 19 vezes. O Brasil leva tabém larga vantagem no saldo de gols: 123 contra 93. Mas eles ganharam o jogo mais importante. Uma final de Copa do Mundo. E certamente os torcedores uruguaios estenderão no Centenário  faixas com apenas os dígitos 1, 9, 5 e 0. Mas sabem que essa lembrança cala fundo na alma, mesmo daqueles que não eram sequer nascidos em 1950. Hoje, quase todos as páginas e colunas esportivas lembram que desde fevereiro de 1976 a seleção brasileira não ganha no estádio Centenário: 2×1, pela Taça do Atlântico. Gols de Nelinho, Juan Carlos Ocampo e Zico.  E você? Já viu algum Brasil x Uruguai no estádio? Tem lembrança de algum jogo pela TV? Conte aqui, em comentários.