Na reta finalíssima dos estaduais brasileiros e dos nacionais na Europa, um domingo de muitos clássicos decisivos. No Rio de Janeiro, Clássico Vovô, repetindo a polêmica decisão do Campeonato Carioca de 1971, tema de livro de Eduardo Coelho: “Carioca de 1971 – a verdadeira história da vitória do Fluminense sobre a Selefogo alvinegra” (Maquinária Editora).
Em Minas Gerais, tem Clássico das Multidões.
Mesmo apelido do duelo que decide o Campeonato Pernambucano.
No Ceará, domingo de Clássico Rei.
Saiba o que significam esses e outros apelidos de clássicos estaduais no post anterior. Ah, sim, na Bahia, tem Ba-Vi, e no Paraná, o Atle-Tiba. Mas esses dois são mais fáceis de descobrir…
Na Itália, olha só, um dos maiores clássicos do mundo pode decidir o campeonato – e um dos participantes não tem chances de título. Se o Milan vence o Derby della Madonnina, deixa a decisão pra última rodada. Se a Inter ganha, pode dar o título à Juve, líder invicta, que visita o Cagliari.
Aqui em São Paulo, conseguirá o Guarani segurar o Santos de Neymar?
Será um domingo de muitas emoções, em muitos estados, na Itália… e na Inglaterra, onde City e United travam um autêntico derby de Manchester pelo título, sem se enfrentarem mais. Continuar lendo »
A cena do pênalti “mandrake” do “juizão” vivido por Otávio Augusto está entre as melhores do filme “Boleiros”
Trila o apito o árbrito. “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo, torcida brasileira” [(C) Fiori Gigliotti]. Terceira jornada desta copa virtual de cinema. Agora, quem dá a bola -digo, as dicas de filmes de futebol- é o são-paulino Ricardo Drago, do democrático site Meu Time de Botão. No site Canelada, escreve sobre Futebol Europeu. Documentário nacional: “Inacreditável -A Batalha dos Aflitos e Pelé Eterno, de Anibal Massaini Neto”.
[N da R: em Inacreditável - A Batalha dos Aflitos, o diretor Beto Souza mostra a trajetória do Grêmio na série B do Brasileirão 2005, que culminou com o célebre jogo contra o Náutico, nos Aflitos. Dá pra ver o trailer aqui também.]
Documentário estrangeiro: “Argentina e sua Fábrica de Futebol, de Sergio Iglesias” [dá para ver um trailerzinho aqui. Numa pesquisada no You Tube, percebo que os hermanos fazem muitos "documentales" sobre "fútbol"].
Ficção nacional: “Boleiros – Era Uma Vez o Futebol, de Ugo Giorgetti” [que elenco! Otávio Agusto, no hilário papel de juiz ladrão, Lima Duarte, o técnico linha dura, Rogério Cardoso, Cássio Gabus Mendes, Adriano Stuart, Flávio Migliaccio, Marisa Orth, Denise Fraga. Disponível em DVD da Paris Filmes. Há uma edição que inclui Boleiros 2 - Vencedores e Vencidos]
Ficção estrangeira: “A Copa, de Khyentse Norbu” [boa lembrança, Ricardo. É uma produção do Butão. O diretor, um lama budista, conta o esforço de um jovem monge fanático por futebol para ver a Copa do Mundo de 1998. Passou nos cinemas, saiu em vídeo, DVD, mas não sei se está em catálogo.]
Curta-metragem nacional/documentário: “Loucos de Futebol, de Halder Gomes” [documentário sobre futebol cearense, com ênfase nas torcidas e na rivalidade entre Leão e Vovô, Fortaleza e Ceará, que fazem o Clássico Rei].
Taí a excelente lista de filmes de futebol preferidos do Ricardo Drago, do site Meu Time de Botão.
Ainda hoje, as dicas cinematográficas/boleiras de Sérgio Duarte, do programa Rock Flu. No fim de semana, os favoritos de Mário Marra, comentarista da rádio CBN, do Blog do Marra.
Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.
AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
Ba-Vi: Bahia x Vitória.
Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville
Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.
Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.
Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987).
Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.
AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
Ba-Vi: Bahia x Vitória.
Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”.
Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Mas não creio que seja um nome popular hoje em dia.
Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário.
Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville
Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.
Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.
Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987).
Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).